[RESENHA] O DESTINO DAS TERRAS ALTAS (OS MURRAYS #1) - HANNAH HOWELL

quarta-feira, 29 de setembro de 2021



TÍTULO ORIGINAL: HIGHLAND DESTINY
TRADUÇÃO: THAÍS PAIVA
NÚMERO DE PÁGINAS: 272

SINOPSE: PRIMEIRO VOLUME DA SÉRIE OS MURRAYS.

Com Hannah Howell, a Editora Arqueiro inaugura a primeira série medieval da coleção de Romances de Época.

Em O destino das Terras Altas, primeiro livro da série Os Murrays, Hannah Howell nos apresenta o esplendor da Escócia medieval com uma saga de guerra entre clãs, lealdades divididas e amor proibido.

Quando o destino coloca Maldie Kirkcaldy na mesma estrada que sir Balfour Murray e seu irmão ferido, ela lhes oferece seus serviços como curandeira. Ao saber que tem em comum com sir Balfour um juramento de vingança, decide seguir com ele para cumprir a sua missão.

Mas ela não pode lhe revelar sua verdadeira identidade, sob o risco de ser acusada como espiã. Enquanto luta para negar o desejo que a dominou assim que viu o belo cavaleiro de olhos negros pela primeira vez, Maldie tenta a todo custo conservar o aliado.

Balfour, por sua vez, sabe que não pode confiar nela, mas também não consegue ignorar a atração que nasceu entre os dois. E, ao mesmo tempo que persegue seu objetivo de destruir Beaton de Dubhlinn, promete descobrir os segredos mais profundos de Maldie e conquistar o seu amor. Para isso, não deixará que nada se interponha em seu caminho.

 

RESENHA...

Vocês não fazem ideia da imensa felicidade quando a Editora Arqueiro anunciou a publicação dos três primeiros livros da série Terras Altas da autora Hannah Howell.

[RESENHA] PROJETO DUQUESA (DINASTIA DOS DUQUES #1) - SABRINA JEFFRIES

terça-feira, 28 de setembro de 2021

 


TÍTULO ORIGINAL: PROJECT DUCHESS
TRADUÇÃO: NATALIE GERHARDT
NÚMERO DE PÁGINAS: 256

SINOPSE: “Se você é fã de romances de época, precisa ler Sabrina Jeffries!” – Lisa Kleypas

“O primeiro volume da série Dinastia dos Duques tem um pouco de tudo: uma mulher independente e que diz o que pensa, um duque charmoso que não confia em ninguém, um mistério a ser desvendado, muita intriga e tórridas cenas de amor.” – Publishers Weekly

A premiada escritora Sabrina Jeffries tem mais de 50 romances publicados e vários de seus títulos chegaram à lista de mais vendidos do The New York Times.

Lydia Fletcher é uma mulher notável. Casou-se três vezes. Com três duques. E deu a cada um deles um herdeiro, tornando-se, assim, mãe de três duques. Agora, viúva pela terceira vez, ela quer assegurar a presença de todos os seus filhos no velório de seu último marido.

Seu primogênito, Fletcher Pryde, o duque de Greycourt, se transformou, após uma infância difícil, em um homem com um coração inacessível, uma riqueza invejável e a fama um tanto injusta de libertino. Concentrado em expandir sua fortuna, ele nem pensa em casamento.

No velório de seu padrasto, Grey conhece Beatrice Wolfe, a protegida de sua mãe, uma jovem encantadora e deliciosamente franca, e fica desconcertado ao descobrir quanto eles têm em comum. Mas ela também já desistiu do amor há muito tempo, e não é o arrogante duque que vai fazê-la mudar de ideia.

Então ele concorda em ajudar a pobre mãe enlutada a preparar a atrevida moça para ser apresentada à sociedade. Assim que ela conhece de perto o verdadeiro Grey, se vê incapaz de resistir a seus encantos

 

RESENHA...

A Editora Arqueiro em 2021 trouxe para as apaixonadas leitoras de romances de época uma nova autora, apesar de sua estreia no Brasil, mas particularmente já conhecia um pouco seus livros, e esta era uma das autoras que estava há muito tempo desejando sua publicação por aqui.

[RESENHA] DE REPENTE UMA NOITE DE PAIXÃO - LISA KLEYPAS

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

 


TÍTULO ORIGINAL: SUDDENLY YOU
TRADUÇÃO: ANA RODRIGUES
NÚMERO DE PÁGINAS: 272

SINOPSE:  LIVRO INDEPENDENTE. 

Não há espaço para romance na vida da escritora Amanda Briars. Reconhecida no meio literário londrino, ela realiza as próprias fantasias através das personagens que cria em suas histórias de amor. Em nome da liberdade, está satisfeita em viver na solidão.

Amanda só não quer completar 30 anos sem nunca ter experimentado o prazer, e a solução mais discreta é contratar os serviços de um profissional. Quando o homem aparece à sua porta, a atração entre os dois é evidente, mas, para frustração dela, ele interrompe a noite de paixão no meio e vai embora.

Uma semana depois, ela o reencontra em um jantar e descobre que Jack Devlin é, na verdade, seu novo editor. Amanda fica mortificada.

Porém as lembranças daquela noite permanecem vivas na mente dos dois, e basta uma centelha para que o fogo entre eles se reacenda. Só que Jack, filho rejeitado do nobre mais notório de Londres, tem o coração endurecido e não acredita no amor, enquanto Amanda resiste ao desejo crescente em nome de sua independência.

Quando o destino entrelaça suas vidas, suas convicções mais profundas entram em choque. Agora os dois precisam decidir se, depois de conhecerem a verdadeira paixão, conseguirão voltar a se satisfazer com menos que isso.

 

RESENHA...

Olá, leitoras (es)!!!!

Acho que toda fã de romance de época conhece a autora Lisa Kleypas, foi publicada pela primeira vez no Brasil em 2013 pela Editora Arqueiro, com a série OS HATHAWAYS, depois veio AS QUATRO ESTAÇÕES DO AMOR, OS RAVENELS (que ainda falta o sétimo livro) e atualmente a editora está concluindo a trilogia OS MISTÉRIOS DE BOW STREET.

[CRÍTICA] UMA NOITE DE CRIME - A FRONTEIRA

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

 


Adela (Ana de la Reguera, Cowboys & Aliens) e seu marido Juan (Tenoch Huerta, Days of Grace) vivem no Texas, onde Juan trabalha como ajudante de fazenda para a rica família Tucker. Juan impressiona o patriarca de Tucker, Caleb (Will Patton, Halloween), mas isso alimenta a raiva ciumenta do filho de Caleb, Dylan (Josh Lucas, Ford vs. Ferrari). Na manhã seguinte ao Expurgo, uma gangue mascarada de assassinos ataca a família Tucker, incluindo a esposa de Dylan (Cassidy Freeman, The Righteous Gemstones da HBO) e sua irmã (Leven Rambin, Jogos Vorazes), forçando as duas famílias a se unirem e lutarem enquanto o país se transforma em caos e os Estados Unidos começam a se desintegrar em torno deles.

2021 ‧ Terror/Ação ‧ 1h 43m

E chega aos cinemas de todo o país mais um filme da franquia Uma Noite de Crime. Depois de acompanharmos crime e anarquia, ano de eleição e vislumbrarmos a Primeira Noite de Crime. A franquia de filmes Purge que agora também conta com uma extensão em forma de série no Prime Video, retorna mais sangrenta e caótica do que nunca.

Neste novo filme acompanhamos mexicanos que entram ilegalmente nos EUA em busca do sonho americano. Porém em um país cada vez mais segregado, onde já há alguns anos a solução do governo é expurgar os mais pobres para garantir que a fatia dos mais ricos seja cada vez maior, após o feriado anual do Expurgo vemos o ódio e a violência ganhar vida própria e banhar as ruas de todo o país no sangue de um expurgo infinito.

[Crítica] O Esquadrão Suicida - James Gunn - Warner Bros

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

 

Sinopse: Qual é a missão de vida e morte para hoje? Reunir um grupo de prisioneiros de alta periculosidade como Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão-Rei, Blackguard, Javelin, e a psicopata favorita de todos, Arlequina. Em seguida, armar todos até os dentes e jogá-los (literalmente) na remota ilha Corto Maltese. Na selva povoada de militantes adversários e forças de guerrilha que aparecem do nada a cada momento, os integrantes do Esquadrão estão em uma missão de busca e destruição. 
Classificação indicativa 16 anos, contém conteúdo sexual, violência extrema e linguagem imprópria.

Duração: 130 min

Gênero: Ação

Direção: James Gunn

Elenco: Margot Robbie, Idris Elba, John Cena, Alice Braga, Viola Davis, Sylvester Stallone


Fala galerinha! Mais uma vez a convite da Espaço Z Marketing e do pessoal maravilhoso do Cinemark, tivemos a oportunidade de conferir antecipadamente o novo Esquadrão Suicida que chega hoje aos cinemas de todos o país. Bora ver o veredito! ;)

Com efeitos especiais nota 1000 se comparados as efeitos que a DC vem produzindo nós filmes, O Esquadrão Suicida é um filme muito bom! Com coreografia das lutas excelentes e a combinação da trilha sonora envolvendo as pessoas que estão assistindo, certamente James Gunn acertou a mão e nos trouxe um ótimo filme de ação e entretenimento.

Mas o que mais chamou atenção foi a construção dos personagens ao longo do filme. O James Gunn conseguiu puxar um pouco daquela coisa meio família do guardiões da galáxia e também aquele humor no time certo. Dosando muito bem momentos que não vou dizer dramáticos, mas que ajudaram muito a humanizar os personagens, fazendo o público se conectar com eles e entender melhor suas personalidades.

[Resenha] Jogador Número 2 - Ernest Cline - Editora Intrínseca

quinta-feira, 29 de julho de 2021

 

JOGADOR NÚMERO 2
Autor: Ernest Cline
Editora: Intrínseca
Páginas: 504

Na aguardada sequência do best-seller Jogador Número Um, uma tecnologia revolucionária e inimigos poderosos põem em risco o destino da humanidade

Dias após o fim do concurso lançado pelo fundador do OASIS, Wade Watts faz uma descoberta bombástica. Escondida no cofre de James Halliday, há uma tecnologia capaz de alterar a natureza da existência humana para sempre — e talvez piorar ainda mais as coisas.


Chamado de Interface Neural OASIS, ou INO, o dispositivo permite que o usuário use os cinco sentidos no ambiente virtual e controle seu avatar apenas com o pensamento. Também é possível gravar suas experiências no mundo real e que outras pessoas consigam revivê-las. Ainda que revolucionário, o INO torna o OASIS mais viciante e perigoso do que nunca.


Começa assim uma nova missão, uma caça ao último Easter egg deixado por Halliday, com um misterioso prêmio em vista. Ao longo dessa jornada, Wade e seus amigos enfrentarão um inimigo inesperado e extremamente poderoso — disposto a matar milhões para conseguir o que quer —, revelações do passado conturbado de Halliday e até mesmo múltiplas versões do cantor Prince. A vida de Wade e o futuro do OASIS estão em risco outra vez, mas a humanidade pode ser a maior vítima dessa guerra cada vez mais real.


Com uma narrativa criativa e eletrizante, repleta de referências à cultura pop dos anos 1980 e ao universo nerd que consagraram o primeiro volume da série, Jogador Número Dois dá continuidade ao legado de sucesso de seu antecessor e lança os leitores em uma nova aventura futurista e surpreendente. O livro também ganhará uma adaptação cinematográfica, com roteiro do autor.



Jogador Número 1 ajudou a pavimentar uma estrada onde Ernest Cline conseguiu fazer seu nome e lançar outros títulos como Armada. Eis que ele lança finalmente a continuação de Jogador Número 1 e tentar se igualar a tão falada obra.

Tudo começa algum tempo após Wade virar o novo dono do OASIS, vencendo o concurso de James Halliday. Wade descobre no cofre uma nova tecnologia que permite ainda mais  imersão ao usuário do OASIS. Agora, todos os cinco sentidos serão usados e seu avatar fará coisas através do pensamento.
E agora junto de Shoto, Aech e Art3mis, os 3 vão embarcar numa nova aventura pra explorar o tal Easter egg final que Halliday deixou escondido.

O livro tem uma pegada legal, porém a levada parece menos de jogo e mais de filme. Enquanto que tínhamos uma espécie de evolução do personagem como algo saído de RPG, aqui a levada é mais para filme, um pouco mais corrida e até meio abrupta. Infelizmente, digo que Parzival/Wade caiu um tanto a bola. Existem vários momentos que ele não consegue desenvolver quase nada.
Além disso, ele toma decisões completamente equivocadas, parecendo não ser o mesmo garoto que foi Caça-Ovos durante anos de sua vida.

[Resenha] Jogador Número 1 - Ernest Cline - Editora Intrínseca

sábado, 24 de julho de 2021

 

JOGADOR NÚMERO UM
Autor: Ernest Cline
Editora: Intrínseca
Páginas: 516

Uma aventura nostálgica e futurista sobre as fronteiras entre o real e o virtual, em nova edição de luxo O ano é 2045 e o mundo real é um lugar terrível. Para escapar, a humanidade passa a maior parte do tempo logada no OASIS, uma realidade virtual utópica com milhares de planetas onde as pessoas podem ser o que quiserem e coisas fantásticas acontecem ― magos duelam contra robôs japoneses gigantes, há planetas inteiros inspirados em Blade Runner e DeLoreans voadores podem atingir a velocidade da luz. Wade Watts cresceu dentro do OASIS, brincando com seus programas educativos, e, aos dezoito anos, a plataforma ainda é a melhor parte de sua vida. Mas está em risco, graças à Caçada. Quando o excêntrico criador do OASIS morreu, deixou para trás um concurso para definir seu herdeiro. O primeiro usuário que desvendar as pistas, vencer uma série de desafios e chegar ao Easter egg ganhará a vasta fortuna do bilionário e o controle total da plataforma. Milhões de pessoas entram na disputa ― inclusive Wade, que passa a estudar obsessivamente a cultura pop dos anos 1980 que o criador adorava ―, mas também funcionários de uma perigosa corporação, que pretende limitar o acesso à plataforma. Cinco anos se passam sem que ninguém consiga desvendar a primeira pista. Até que o nome de Wade sobe para o topo do placar. De repente, o mundo inteiro está assistindo, e novos rivais o alcançam: Art3mis, Aech, Daito, Shoto e, o pior de todos, Sorrento. Aos poucos, fica claro para Wade que a competição virtual tem riscos muito reais. E a única forma de sobreviver e salvar o OASIS é ganhando. Publicado originalmente em 2011, Jogador Número Um se tornou um best-seller, foi agraciado com diversos prêmios e deu origem ao filme de sucesso dirigido por Steven Spielberg, lançado em 2018. Unindo ficção científica a inúmeras referências à cultura pop dos anos 1980 e ao universo dos videogames, essa ópera espacial geek conquistou fãs em todo o mundo.


Quando Jogador Número 1 chegou aos cinemas, eu pouco sabia da complexidade da história. Vi e o filme e fique com uma sensação bacana de ver os anos 80 ganhando vida novamente.

Visto que a geração oitentista e noventista estão tendo cada vez mais produções voltadas a essas décadas, só é possível ter duas opiniões: ou amor ou ranço.

Eis que a Editora Intrínseca lança os dois livros de uma vez só em capa dura.

[Crítica] A Última Carta de Amor - Netflix

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Onde assistir? Netflix
Estreia: 23/07/2021
Duração: 1h e 50 min

Duas histórias ambientadas no presente e no passado se entrelaçam em "A Última Carta de Amor". Ellie Haworth (Felicity Jones) é uma ambiciosa jornalista que descobre um verdadeiro tesouro: cartas de amor secretas, datadas de 1965, que guardam em suas páginas um romance proibido. Decidida a solucionar esse mistério, ela começa a desvendar os detalhes da história de Jennifer Stirling (Shailene Woodley), esposa de um rico industrial, e Anthony O’Hare (Callum Turner), o jornalista encarregado de cobrir o magnata. Durante sua investigação, Ellie conta com a ajuda de um arquivista encantador (Nabhaan Rizwan) que vai ajudá-la a encontrar mais cartas e, quem sabe, um amor. O filme é baseado no romance de JoJo Moyes e dirigido por Augustine Frizzell.



Oi gente, tudo bem?
Hoje estrou na Netflix a adaptação da obra da maravilhosa Jojo Moyes, A Última Carta de Amor publicada aqui no Brasil pela editora Intrínseca.

Eu como boa JojoLover que sou, não poderia deixar passar esse filme né?
Então bora lá tecer minha humilde opinião sobre o que vi na telinha!

[Resenha] Será que isso presta? - Jerry Seinfeld - Intrínseca

 

Será que isso presta?
Autor: Jerry Seinfeld
Editora: Intrínseca
Páginas: 480

Jerry Seinfeld revisita suas quase cinco décadas na comédia stand-up e oferece em livro uma seleção com os melhores textos de sua carreira

Quando criam algum material novo, todos os comediantes perguntam a mesma coisa entre si antes de mostrá-lo ao público: “Será que isso presta?”

Jerry Seinfeld vem fazendo essa pergunta desde os 21 anos, quando chegou pela primeira vez ao Catch a Rising Star, templo da comédia stand-up de Nova York, durante uma noite de testes em 1975.

Desde então, Seinfeld se tornou não apenas uma referência mundial no stand-up, mas o criador do seriado que leva o seu nome, considerado por muitos a melhor comédia já feita para a televisão. A vida o conduziu também para outros projetos, e hoje ele comanda um divertido programa de entrevistas com outros comediantes famosos. Mas, no fim das contas, o destino sempre arranjou um jeito de fazê-lo voltar aos palcos, de cara limpa, com um microfone na mão e uma plateia de desconhecidos. “A razão de ser do stand-up é a busca de um momento fugaz de conexão humana”, revela Seinfeld sobre a sua maior paixão.

Será que isso presta? é um compilado monumental da produção de Seinfeld em suas cinco décadas de dedicação ao stand-up. Em diversos aspectos, é também uma autobiografia contada por meio de suas piadas, uma tirada genial após a outra. Uma obra definitiva para todo mundo que aprecia a linguagem universal do humor.



Jerry Seinfeld. Mesmo que você ainda não tenha visto nem sequer a série que ele produz para a Netflix Comedians In Car Getting Coffee (2012-), nem sequer Seinfeld (1989-1998), acho que vale a pena você conhecer um pouco da carreira do comediante.

Jerome “Jerry” Alan Seinfeld nasceu no Brooklyn, em 1986 (mentira, foi em 29 de abril de 1954). Ele começou sua carreira de comediante em clubes de stand-up e logo foi ganhando a atenção do público, visto que seus textos (sempre escritos por ele) eram simples, mas bem observadores.

Desenvolveu um interesse em comédia stand-up após breves passagens em produções universitárias. Seinfeld apareceu em noites de microfone aberto no Improv Club de Budd Friedman enquanto estudava no Queens College.
Após a formatura em 1976, foi fazer um teste em uma noite de microfone aberto no Catch a Rising Star de Nova York, que o levou a uma aparição num especial de Rodney Dangerfield na HBO.

Em 1980, ele teve um pequeno papel recorrente na sitcom Benson, interpretando Frankie, um entregador de cartas que tinha rotinas de comédia que ninguém queria ouvir. Seinfeld foi demitido abruptamente do programa devido a diferenças criativas. Seinfeld disse que não foi informado de que havia sido demitido até aparecer para a sessão de leitura de um episódio e descobriu que não havia nenhum script para ele.

[CRÍTICA GMN] VELOZES E FURIOSOS 9

quinta-feira, 24 de junho de 2021

 


Estrelado por Vin Diesel e Michelle Rodrigues e que marca o retorno do diretor Justin Lin, que esteve à frente do terceiro ao sexto filmes da saga. O longa tem estreia HOJE (24/06) nos cinemas brasileiros.

 

Na sequência, Dom Toretto (Vin Diesel), tem uma vida pacata junto à Letty (Michelle Rodrigues) e seu filho Brian, até que a inesperada aparição de seu irmão abandonado Jakob, vivido por John Cena (de “Bumblebee”, “O Esquadrão Suicida 2”) faz com que essa tranquilidade vá por água abaixo. Para enfrentar esse novo grupo de mercenários liderados por seu irmão, Dom reúne sua equipe para essa nova aventura de tirar o fôlego.



Para quem achou que essa franquia já deu o que tinha que dar, ledo engano! Velozes e Furiosos continua entregando o que promete!


Com os personagens que os fãs amam, cenas de perseguições insólitas e de tirar o fôlego, situações mega divertidas e muita porrada, tiro e bomba. Velozes e Furiosos 9 é divertimento de qualidade do início ao fim e vale cada centavo do ingresso!


Toretto e Letty até estão tentando ter uma vida sossegada e longe da ação, mas principalmente de emboscadas com os inimigos. Mas essa vida pacata não dura muito, já que o Sr. Ninguém desaparece e uma nova caçada global à um artefato que pode desencadear uma nova guerra coloca ele e sua equipe de volta às pistas.


Velhos e novos inimigos aparecem.

Antigos aliados ressurgem.


Nessa corrida contra o tempo não é apenas a perícia de Toretto e seu time que será desafiada, mas também algumas lealdades e principalmente as leis da física e da natureza.