Confira as novidades do Grupo Editorial Pensamento

quinta-feira, 30 de julho de 2015


[RESENHA] Estação Onze – Emily St. John Mandel - @intrinseca

quarta-feira, 29 de julho de 2015


“Não havia mais internet. Não havia mais redes sociais, não havia mais buscas de significados de sonhos, esperanças nervosas, fotografias de almoços, gritos de socorro, expressões de satisfação, status de relacionamento atualizados com imagens de corações inteiros ou partidos, planos para um encontro mais tarde, apelos, queixas, desejos, [...] Não havia mais como ler e comentar sobre a vida dos outros, logo não havia mais como se sentir menos sozinho.”

Acompanhamos a história de vários personagens nesse livro apocalíptico. Vemos a história em dois lados: antes da gripe da Geórgia e depois da gripe da Geórgia. A gripe da Geórgia era uma gripe que matava as pessoas em cerca de 24h, os sintomas eram parecidos com os da gripe normal, porém mais fortes e mais letais. 99% da população morreu. São capítulos alternados que nos fazem entender como tudo começou, tanto em anos antes da gripe, quanto apenas alguns dias antes dela se alastrar. Em alguns capítulos acompanhamos os dias logo após a gripe atingir o mundo, como também 15 e 20 anos depois do caos.

Kirsten era pequena quando tudo começou, tinha apenas 8 anos e estava encenando Rei Lear no teatro na noite anterior a gripe. E ela sobreviveu. Acompanhamos na história dela o ano 20 da gripe (ou seja, 20 anos após o caos), assim como algumas passagens em outros anos, como o 15. Ela viaja e sobrevive junto com um grupo chamado Sinfonia Itinerante, que percorre o país levando peças de teatros e músicas clássicas aos pequenos povoados que sobreviveram. A sinfonia é composta por músicos e atores. Na sinfonia, ainda temos August, o melhor amigo de Kirsten, Sayid, o ex-namorado, Dieter, um grande amigo, Maestrina, que lidera e diversos outros personagens, que são chamados pelos nomes de seus instrumentos (por exemplo: 6º violino, era o 6º integrante que passava pela sinfonia que tocava violino).

Acompanhamos a história de Jeevan, um ex-paparazzo que estava na plateia de Rei Lear na noite fatídica, mas que escapou da gripe vivendo com seu irmão, preso em um apartamento nos primeiros meses. Além de acompanharmos a vida antes da gripe de Arthur Leander, um ator que era bem conhecido no país, que teve 3 casamentos, e encenava a peça Rei Lear na noite anterior a gripe. E como história precisam de vilões, temos o Profeta, um homem que acreditava levar luz para as pessoas.

“[...] Se o inferno são os outros, o que é um mundo onde não há quase ninguém? Talvez em breve a humanidade fosse simplesmente se extinguir, mas Kirsten considerou esse pensamento mais sereno do que triste. Tantas espécies haviam aoarecido e depois sumido desta terra; que diferença faria mais uma? Quantas pessoas restavam mesmo agora?”



A trama da história é bem envolvente. Todos têm ligações que descobrimos ao longo do livro. Nenhum fio foi deixado de fora. Todos os personagens principais têm alguma ligação com a peça Rei Lear. O fato de ter capítulos no passado e no presente, permite com que entendamos essas várias conexões (e deixa a leitura mais dinâmica). Quem está ligado a quem? Quem conhecia quem?

Confesso que eu esperava mais mortes no livro, algo mais The Walking Dead! Mas, o fato de não ter tanto sangue não foi problema. O livro é ótimo para quem gosta de apocalipses! E o “ligar os pontos” de um personagem com o outro me deixou louca! No bom sentido, pois queria descobrir quem fez o que ao longo da trama e por que desses feitos. Sobre o título: demorei um pouco para entender o porquê, mas quando entendi, tudo fez sentido! É uma história a mais dentro do livro! Que, sim, continua ligada a outros pontos da história.

Senti raiva de algumas personagem e simpatia por outros, e isso mudou em alguns ao longo da leitura. Arthur foi o personagem que menos me cativou. Não gostei de ler seus capítulos. Ele parecia um homem amargurado e infeliz, e isso fez com que minha leitura demorasse um pouco mais. Quanto aos outros personagens: super bem construídos e seus capítulos transcorriam bem, a ponto de eu querer mais e mais capítulos sobre eles.

A diagramação me incomodou um pouco, a fonte adotada foi um pouco pequena, eu tive que forçar meus olhos para me adaptar, e o que ajudou foram as folhas amarelas (amo!). A capa está linda, e possui uma textura que eu nunca tinha visto! Adorei ficar passando a mão para senti-la (aqui entrou meu lado designer, de querer sentir a textura de tudo na minha volta e descobrir o que é!).


Se você gosta de livros apocalípticos e/ou que liguem personagens aparentemente aleatórios a outros personagens em uma trama bem montada, não pode perder a leitura de Estação Onze!









 


  

[Notícias] Confira as novidades da @EditoraCharme

terça-feira, 28 de julho de 2015





Esta semana a Charme veio cheia de novidades quentíssimas para as suas leitoras!!

A Editora anunciou ontem que comprou os direitos de publicação 
da série Songs of Submission da autora CD Reiss \o/
Em 2016 teremos Jonathan Drazen. 
Você irá se apaixonar!!!


Link no Goodreads - https://goo.gl/OMd6U7
A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2016 e a editora deve lançar os títulos de 3 em 3.






Querem mais novidades??? SIMMMMM!!!

A Charme também está lançando em breve a Série The Plus One Chronicles da Jennifer Lyon também em e-book!! 
Fiquem de olho que em breve divulgaremos os links para venda! \o/


[Resenha] ALMANOVA - JODI MAEDOWS - @EdValentina

segunda-feira, 27 de julho de 2015

ALMANOVA
JODI MEADOWS
Editora Valentina
I.S.B.N. 9788565859172
Cód. Barras 9788565859172
Idioma Português


Sinopse: ALMANOVA
Ana é nova. Por milhares de anos, no Range, milhões de almas vêm reencarnando, num ciclo infinito, para preservar memórias e experiências de vidas passadas. Entretanto, quando Ana nasceu, outra alma simplesmente desapareceu e ninguém sabe por quê.

SEM-ALMA
A própria mãe de Ana pensa que a filha é uma sem-alma, um aviso de que o pior está a caminho, por isso decidiu afastá-la da sociedade. Para fugir deste terrível isolamento e descobrir se ela mesma reencarnará, Ana viaja para a cidade de Heart, mas os cidadãos de lá temem sua presença. Então, quando dragões e sílfides resolvem atacar a cidade, a culpa deverá recair sobre...

HEART
Sam acredita que a alma nova de Ana é boa e valiosa. Ele, então, decide defendê-la, e um sentimento parece que vai explodir. Mas será que poderá amar alguém que viverá apenas uma vez? E será também que os inimigos – humanos ou nem tanto -- de Ana os deixarão viver essa paixão em paz?
Ana precisa desvendar grandes segredos: O que provocou tal erro? Por que ela recebeu a alma de outra pessoa? Poderá essa busca abalar a paz em Heart e acabar por destruir a certeza da reencarnação para todos?




ALMANOVA é aquele tipo de livro despretensioso, de capa linda e sinopse que desperta a curiosidade do leitor. Mas isso certamente é só a primeira impressão!

Simplesmente um dos melhores romances de fantasia que li nos últimos tempos! ALMANOVA vai te cativando aos poucos, com uma narrativa limpa, vai se enraizando em seu coração. Assim como Ana sua personagem principal, este livro é forte e arrebatador.

[RESENHA] A namorada do meu amigo – Graciela Mayrink - @Novo_Conceito

domingo, 26 de julho de 2015


“– O quer é isso? Fica aí. Estou ótimo. – E estava mesmo. A visão dela ali na minha cama me deixou muito feliz. – Seu namorado sabe que você está aqui? – Não sei por que fiz essa pergunta estúpida. Acho que é um defeito dos apaixonados, falar besteiras sem pensar. “

Os três mosqueteiros de Rio das Pitangas, BH, são os amigos inseparáveis Cadu, Beto e Caveira. E como na história original possui um D’Artagnan, nessa também não faltaria. Juju, a vizinha de Cadu e Caveira, aos 8 anos, queria, mas queria muito, ser o D’Artagnan do trio. Porém, como eles já eram mais velhos, beiravam os 12 anos, eles não aguentavam menininhas no seu pé. Logo, Juju foi recusada.

Juju, para a felicidade contagiante do trio, se muda com sua família para Porto Alegre (alô terra gaúcha!!). 8 anos se passam e o trio continua inseparável. Cadu, como acontece a cada verão, vai para SC, na casa da mãe e volta no início das aulas da faculdade para a cidade natal.

Quando retorna, Caveira conta a Cadu duas novidades: Beto está namorando e Juliana (a Juju chata) está de volta à cidade. Porém, a Juju chata não é mais tão chata, pelo contrário, ela é legal, linda, carismática e perfeita! A Juju cresceu! E está namorando o Beto. Juju é legal, linda, carismática e perfeita! E está namorando o Beto. Juju é legal, linda, carismática e perfeita! E está namorando o Beto. Juju é legal, linda, carismática e perfeita! E está namorando o Beto. Juju é legal, linda, carismática e perfeita! E está namorando o Beto.

Cadu está enlouquecido por ela, e só consegue pensar nisso! Juju é legal, linda, carismática e perfeita! E está namorando o Beto. Meu Deus! Cadu e Beto são melhores amigos, ele não pode ficar a fim da namorada do amigo! Ou será que pode?

Junto com essa confusão de sentimentos de um triângulo amoroso, ainda tem a amizade com Caveira e a paixão de Alice (uma das irmãs intocáveis de Beto) por Cadu. Mas Cadu ama a Juju, não ama? Será que Cadu consegue esquecer a Juju?
"É claro que eu iria querer ser amigo dela, mesmo que só isso. Não hesitaria nem um instante para ter Juliana ao meu lado."

O livro é leve e pode acontecer com qualquer um! Todos os personagens têm histórias boas, e nenhum deles fica esquecido durante a leitura. Gostei da construção e evolução de cada um. Personagens que eu não gostava no início, mas que no final eu já torcia a favor. O livro é narrado por Cadu, mas conta a vida de todos os envolvidos em vários aspectos. Gostei bastante da narrativa, a leitura fluiu bem e por ser um livro brasileiro, foi mais fácil seguir com a leitura, pois tinha uma sequência bem brasileiro. A história conseguiu me tirar alguns sorrisos do rosto!!

O final me surpreendeu positivamente. Aconteceu o que eu achava certo acontecer. Viva! Minha dica: leiam! Mas não leiam perto do amigo que tem namorada, ou perto da namorada do amigo de vocês! Hehe

“Naquele momento percebi o que estava acontecendo comigo: estava começando a me apaixonar pela namorada do meu amigo e não conseguia parar de pensar em Juliana desde que a revi.”







  

[RESENHA] Ele está de volta - Timur Vermes - @intrinseca

sábado, 25 de julho de 2015


“- O senhor não quer mesmo parecer uma pessoa normal? – perguntou o jornaleiro.
- Onde acha que eu estaria se sempre tivesse feito como as pessoas consideradas normais? – retruquei. – E onde estaria a Alemanha?”

O livro de Timur traz um personagem um tanto delicado. Hitler. Sim, o próprio! Adolf Hitler acorda em um terreno baldio, na Alemanha, no ano de 2011, com suas roupas de guerra e seu bigodinho implacável (para quem está se perguntando, Hitler se matou em 1945, durante o final da II Guerra Mundial, a qual ele foi o principal responsável). Seu país mudou: a Alemanha é governada por uma mulher, os austríacos tomaram conta do comércio e a tecnologia se alastrou. Será possível que ele tenha simplesmente acordado despois da morte? Será que o grande líder da antiga Alemanha ainda tem poder sobre o país? Cadê a Alemanha de Hitler?

“Os corações das mulheres são como batalhas. Não conseguirá conquista-los se titubear. Precisa reunir todas as forças e usá-las sem medo.”

Eu sempre gostei do tema II Guerra Mundial, e quando eu vi esse livro eu pensei “eu PRECISO disso!” (não, eu não sou louca, apenas amo a Alemanha e gosto de conhecer sua história!). Timus Vermes conseguiu transformar um tema delicado em algo engraçado, algo surreal misturado com o real. Pera, como assim?

Hitler acorda, sem saber direito o que está acontecendo, achando que irá dominar/governar a Alemanha novamente. Mas não é bem isso que acontece! Todos acham que ele é mais um, mas o melhor sósia comediante (todos riem das suas “piadas”) do carrasco nazista, as pessoas fingem acreditar nele, acham que ele realmente encarnou um personagem, mas na cabeça de Hitler, as pessoas estão o reconhecendo como o Führer que sempre foi. Então, como antigamente, Hitler prega seus discursos e tenta difundir sua ideologia alemã (e tudo isso na televisão, em um programa!!). Sim. Ele ganha um programa de tv. Quem diria! Mas o programa é uma comédia... só ele que não percebe!

A história conta a trajetória do Führer que virou campeão de views no youtube, mas que acredita estar conquistando a todos. O Hitler da história é hilário! Ele descobre as novas tecnologias e se surpreende com a forma que as pessoas agem ao seu redor. Será que ele vai conquistar seu posto de volta na Deutschland?

“E então, me apresentou a uma das invenções mais surpreendentes da história da humanidade: o computador.”

Eu adorei a história! Eu ri bastante! Em até simpatizei com o Führer do livro (do livro, que isso fique bem claro), pois ele é mais leve e nos dias atuais, é bem engraçado. Gostei também que durante a leitura temos algumas palavras em alemão e conhecemos bastante da cultura do país.

O autor é alemão, e esse livro dele é uma proposta ótima de leitura. Além dele satirizar o pior inimigo do país, ele dá alguns tapas na cara da sociedade. Temos nele algumas lições de moral!

Diagramação perfeita, acabamento idem. A capa eu AMEI! Haha! O bigodinho tá na capa gente! Gostei muito de saber que a editora apostou em um autor alemão, com uma proposta tão diferente das outas! Ponto positivo!

Para quem gosta de história antiga e de rir, tem a combinação perfeita nesse livro. Ele é um livro com leitura densa (eu que gosto desse tipo de coisa e da história alemã, achei isso, então né...), pelo fato de possuir muito conteúdo histórico e palavras em outra língua, mas eu continuo recomendando ele a todos!


“O que mais me irrita nessas pessoas matutinas é o maldito bom humor, como se elas já estivessem acordadas há três horas e tivessem conquistado a França nesse meio tempo.“








 



[Book Review] Confess - @colleenhoover

sexta-feira, 24 de julho de 2015

CONFESS
COLLEEN HOOVER

Sinopse by Skoob: Confess - Um livro sobre arriscar tudo por amor — e encontrar seu coração em algum lugar entre as verdades e mentiras.Auburn Reed tem sua vida estraçalhada. Seus objetivos são altos, e não há lugar para erros. Mas quando ela entra no Dallas Art Studio em busca de emprego, ela não esperava se ver em uma profunda atração com o enigmático artista que trabalha lá, Owen Gentry.
Pela primeira vez, Auburn assume o risco e coloca seu coração no controle, apenas para descobrir que Owen está mantendo um segredo maior por vir. A magnitude de seu passado ameaça destruir tudo de importante para Auburn, e o único jeito de conseguir sua vida de volta é cortando Owen dela. A última coisa que Owen quer é perder Auburn, mas ele não consegue parecer convincente que a verdade às vezes é tão subjetiva quanto a arte. Tudo que ele precisa para salvar sua relação é confessar. Mas neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva que o atual pecado...



Já li Confess a mais de uma semana e sinceramente, ainda não sei se estou preparada para colocar em palavras o quanto eu me apaixonei mais ainda pela escrita, criatividade e sobre tudo sensibilidade de Colleen Hoover.
E sem querer puxar o saco, mas simplesmente não tem como não reverenciar os livros desta mulher.

Amarei você para sempre. Até quando eu não puder.

E eu como boa manteiga derretida que sou, já comecei a chorar no prólogo de Confess, onde acompanhamos num tipo de flashback (5 anos atrás) a despedida de partir o coração entre Auburn e Adam.

Voltando aos dias atuais, vamos acompanhar a volta de Auburn ao Texas cinco anos depois e seu predestinado encontro com Owen, um jovem lindo e brilhante pintor que inspira suas obras em confissões deixadas por pessoas anônimas na porta de sua galeria.

“Todas as noites depois que meu filho dorme, escondo um brinquedo novinho em folha no seu quarto. Toda manhã quando ele acorda finjo que não sei como foi parar lá. Porque o natal deve ser todos os dias e nunca quero que meu filho pare de acreditar em magia.”

Confess é aquele tipo de livro que não dá para a gente contar muito mais pois a experiência deve ser vivida completamente pelo leitor.

“Há pessoas que você encontra e começa a conhecer, e há aquelas que você encontra e já conhece.”

Narrado em primeira pessoa alternando capítulos entre o ponto de vista de Auburn e Owen, Colleen simplesmente vai tecendo uma trama delicadamente linda sobre os caminhos do destino, sobre amor incondicional e altruísmo, sobre o peso dos segredos e a dificuldade em confessar nossas verdades, mas sobre tudo sobre a força para lutar por nossos objetivos.

Eu tento dizer a mim mesmo que isso não é nada mais que uma coincidência. Ela aparecer na minha porta essa noite. Ela se conectar com a minha arte. Ela ter o mesmo nome do meio que o meu.
Isso só pode ser o destino, você sabe.
- Owen

Este livro é simplesmente maravilhoso em todos os sentidos da palavra!! Desde as confissões reais enviadas pelos leitores e que inspiraram Colleen a criar a arte de Owen, aos quadros de Danny O'Connor que é o artista que ilustra a arte deste personagem e desta autora tão marcantes, aos personagens fortes e brilhantemente desenvolvidos por ela para dar este toque tão perfeito à este livro que com certeza torna-se inesquecível para nós depois da leitura.

OMG!!!! (Confess tem que ler para entender!)

Confesso que Colleen sempre consegue mexer comigo de uma maneira única em cada novo livro que leio dela.
Slammed (Métrica, Pausa e Essa Garota) foi o primeiro. Delicioso e encantador, assim como Will e Lake;
Em Maybe Someday (previsão de lançamento no Brasil para o 1º semestre de 2016), foi o carisma doce de Ridge e Sydney;
Com Hopeless (Um Caso Perdido) e Losing Hope (Sem Esperança) ela mexeu com os meus piores medos como mãe! Gente, chorei tanto...de soluçar de tanta dor e emoção durante a leitura destes dois livros e mesmo com tanto sofrimento, eles estão entre os meus favoritos!
Em Ugly Love (O Lado Feio do Amor, lançamento aqui no Brasil em 27/08/2015), sofri por Miles e meu coração decolou com o amor entre ele e Tate;

E agora com Confess, me reconheci em diversos momentos com o que Auburn teve que viveu em idade tão jovem. Novamente Colleen nos traz diversas realidades que poderiam muito bem ser as nossas...ou na verdade até são.
Em seu Instagram de Confess os leitores podem enviar confissões anônimas e muitas delas são de chorar pela devastação emocional que nos causam por perceber que existe tanta coisa triste no mundo e realidades muito piores que as nossas, ou então por nos emocionar pela conexão com a nossa vida, nossos medos, nossos sonhos desfeitos ou obstáculos encontrados. #ConfessYourTruth

Eu estou perdendo a conta das mentiras que eu digo para ela, e mentir para alguém como ela não é o que eu normalmente faria.
- Owen.

Confess ainda não tem previsão de lançamento aqui no Brasil pelo Grupo Editorial Record mas esperamos que saia logo que entrar 2016, então fiquem ligados nas novidades e não deixe de ler assim que tiver a oportunidade.

Para quem mesmo com um inglês quase coreano assim como o meu, mesmo assim se aventura a ler, pode encontrar em ebook na Amazon ou outras lojas on-line. A versão impressa em inglês está linda, mas infelizmente com um preço ainda um pouco salgado para nós aqui no Brasil, com o preço girando em torno de 51 Dilmas.