[RESENHA] A lista - Cecelia Ahern - @Novo_Conceito

sexta-feira, 3 de julho de 2015


“[...] Todo mundo, cada um tem uma história para contar. Todo individuo em qualquer parte do mundo tem uma história extraordinária para contar.”

Kitty Logan fez a pior burrada da sua vida, a pior coisa que um jornalista poderia fazer: ela julgou, perseguiu e denegriu um homem honesto (na televisão!). Devido a esse grande horror, a vida de Kitty está um caos. Está sendo processada pelo homem inocente, perdeu o emprego na emissora que trabalhava, está sofrendo ameaças e para completar, sua grande amiga e mentora Constance está com câncer no hospital.

Desesperada e precisando conversar, Kitty vai pela primeira vez desde que fora internada visitar Constance no hospital (ela não gosta de hospitais e graças ao processo, também não gosta de sair em público). Kitty precisa redescobrir sua alma de jornalista, seu amor pela profissão e mais do que tudo, ela precisa de reerguer. E quem dá o pontapé inicial é Constance. Em uma de suas conversas, Kitty questiona sobre alguma matéria que Constance (que é jornalista e ajuda Kitty na sua carreira) gostaria de escrever, então, ela avisa à Kitty que tem um envelope em sua casa, que tem a matéria que gostaria de escrever. Kitty fica entusiasmada com a perspectiva dessa história, mas com o processo em andamento e sua vida caótica, Kitty demora para retornar ao hospital com o envelope secreto. Eis que, antes de retornar, Constance morre. E Kitty fica sem saber sobre o conteúdo do envelope.

“– Faz duas semanas. Estremeço só de pensar que já faz todo esse tempo. No dia seguinte ao enterro, acordei e falei para mim mesmo: “Não consigo. Não vou sobreviver a esse dia”. Mas sobrevivi. Sabe-se lá como, sobrevivi. E aí, o dia acabou e eu ia ter de encarar a noite, então, falei para mim mesmo: “Não vou conseguir encarar esta noite”. Mas consegui. Não sei como.”

Constance é dona, junto com seu marido, de uma revista, a qual a Kitty escreve. Com seu falecimento, um jornalista  está momentaneamente no cargo de diretor da revista, para cuidar dos negócios. E como uma homenagem, farão uma edição especial da revista em homenagem à fundadora. Kitty fica encarregada de fazer a grande ultima matéria que Constance gostaria de escrever, mas se vê em um dilema: no envelope existem 100 nomes, mais nada, e aparentemente nenhuma ligação entre eles.

2 semanas, 100 nomes, 1 processo, 6 histórias, 1 melhor amigo, 1 história em comum. Como Kitty sobreviverá e desvendará esse mistério? Ela vai conseguir se reerguer? Ela vai terminar a matéria a tempo?

O livro se passa em um período de 2 semanas. Nesse meio tempo nós conhecemos a carreira e vida da protagonista Kitty, uma jornalista que em meio a um processo judicial é demitida e abandonada pelo namorado; conhecemos o melhor amigo Steve, seu colega de faculdade que a ajuda em tudo e sim, que dá muito sermão nela; conhecemos a Constance e o Bob, donos da revista e amigos de Kitty; e claro, conhecemos alguns nomes da lista: Ambrose, Eva, Archie, Jedrek, Bridget e Mary-Rose.

Kitty vai atrás desses 6 nomes, e podemos conhecer suas histórias, através da visão da jornalista, em capítulos alternados. E ao final de cada capítulo, a história continuava, porém na visão do nome da lista, nos mostrando o que acontecia depois que Kitty ia embora (adorei isso!).

Acompanhamos seu crescimento, seus questionamentos, suas indecisões e seu remorso de ter feito o que fez. Kitty conseguiu reunir um grupo bem peculiar de pessoas, e isso fez a história ser muito especial, pois acompanhamos 7 vidas diferentes!

“O amor faz as pessoas alçarem voo. Para mim, o amor tem um poder destruidor. Sou um demônio pronto para defender, proteger, para fazer qualquer coisa pelas pessoas que amo.”

O livro é grande, bem grande. E a história? Muito linda! No começo do livro eu queria matar a Kitty, mas as poucos eu fui me comovendo e entrando muito na história. Eu estava igual uma louca tentando achar uma ligação em os 100 nomes (foi difícil, confesso). Adorei o final, fiquei bem feliz com o desenrolar de toda a história. É um livro bom de tentar desvendar, por que mescla humor, paixão, mistério e emoção.

Sobre o design: o livro é maravilhoso! A capa possui alto relevo, e brilhos localizados. A orelha do livro tem um tamanho maior, e é roxa, linda linda. Sobre a diagramação: a fonte é ótima para leitura. Encontrei, infelizmente pela primeira vez em livros da Novo Conceito, erros de português/escrita, cerca de 5 erros ao longo do livro.

“– Seria antiprofissional te oferecer um abraço?
– Seria antiprofissional aceitar? – perguntou ela, com a voz embargada.”











Lançamento de Cidades de Papel mobiliza fãs e leitores brasileiros

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A primeira semana de julho foi marcada por muita euforia, ansiedade e excitação.

Quem ousaria sonhar que um dia, John Green visitaria o Brasil e ainda traria Nat Wolff de acompanhante? Seja sincero na sua resposta.


Os dias pré e pós chegada do escritor americano, carinhosamente conhecido pelos brasileiros como João Verde, serão momentos que ficarão nítidos por muito tempo na vida de fãs e leitores.

John e Nat estiveram no Rio de Janeiro para o lançamento da adaptação cinematográfica, Cidades de Papel, baseada em livro de mesmo nome. E, cerca de uma semana antes, a editora Intrínseca, responsável pelas publicações dos livros do John por aqui, entrou em contato com seus blogs parceiros, convidando-os para participar de uma cabine de imprensa na última terça-feira, 30, onde seria exibido em primeira mão o filme Cidades de Papel e, da coletiva de imprensa, que aconteceria no dia seguinte, na quarta-feira, 01, no Copacabana Palace. Como você sabe, o Guardiã da Meia-Noite esteve presente e eu, Laira, vou contar tudo o que rolou.

Bem, o primeiro dia foi bastante tranquilo e, isso até me causou uma certa estranheza, mas, tudo bem. Cheguei no Botafogo Praia Shopping e aguardei o momento em que seríamos conduzidos para a sala onde seria exibido o filme. Até que fôssemos liberados para entrar, todos os blogueiros presentes foram presenteados com um KIT super fofo da editora Intrínseca e com um documento de embargo, entregue pela FOX, que deveria ser assinado por cada um ali presente, atestando que absolutamente nada relacionado ao filme seria divulgado até o dia 05 deste mês. Então, pessoal, mil desculpas. Por enquanto, estou impedida de falar qualquer coisa. 

Após o filme, fui para a casa da minha amiga, Fernanda, do Livros Minha Terapia. Ela me deu abrigo durante esses dois dias, portanto, compartilhamos todos os momentos que antecederam o dia 2.


Ficou combinado assim: chegaríamos ao Copacabana Palace às nove horas para fazer o credenciamento, o que permitiria a nossa entrada na Golden Room, o salão onde aconteceria a coletiva de imprensa com o protagonista do filme, Nat Wolff e com o próprio autor. E assim foi feito.

Ao chegar em frente ao hotel já haviam comentários de que por volta das oito da manhã, John e Nat tinham esbarrado com alguns fãs ao retornar da praia e, assim, a expectativa foi só aumentando.

Peguei a credencial e me dirigi ao local onde seria a coletiva. Na varanda de acesso ao salão, já estava tudo preparado para o Photocall. Enquanto os fotógrafos da imprensa não chegavam e os astros do dia não apareciam, tirei algumas fotos, conheci o lugar, lanchei, aguardei e aguardei até o momento em que, milagrosamente, consegui participar dessa sessão de fotos. John e Nat chegaram com uma filmadora à postos. Posaram para os fotógrafos, sempre muito simpáticos, faziam poses e conversavam com a galera que estava do lado de fora do hotel torcendo por um vislumbre de seus ídolos. Eu consegui gravar um vídeo do John falando algo que eu pedi para ele, mas, isso é surpresa, desculpem. Apesar disso, ninguém foi capaz de chegar perto de John Green e Nat Wolff. Ao que parecia, a nossa esperança de conseguir um autógrafo ou uma foto, estava lentamente se esvaindo. 


Nat Wolff e John Green posam em photocall de Cidades de Papel.
Eis que finalmente chegou a hora da coletiva. Sentei na fileira disposta no meio da sala. Estava num dilema terrível: fotografava, filmava ou anotava? Dei preferência às anotações, mas, fotografei quando deu. Peço desculpas pela qualidade de algumas imagens, as condições de iluminação não permitiram que a minha velha amiga Kodak, que já está mais para lá do que para cá, desempenhasse seu trabalho dignamente.

Durante a coletiva, John falou sobre várias coisas relacionadas ao filme. Percebi que a curiosidade de muitos se voltava para o fato dele escrever unicamente para jovens de maneira diferenciada e, mesmo que não seja o objetivo principal do autor, seus livros são também a alegria de muitos adultos. Ele comentou ainda sobre o peso do mercado brasileiro com relação à seus livros. "Sou muito grato por Cidades de Papel ter encontrado espaço aqui no Brasil. Fico feliz em saber que o livro e o filme são muito mais bem sucedidos aqui do que em outros lugares."

Nat, por sua vez, falou sobre as similaridades entre ele e seu personagem no filme, Quentin Jacobsen. "Eu me senti como Q. em vários momentos. Principalmente quando eu era mais novo (...) Continuo achando que a amizade é muito mais importante do que o amor." 

Na Golden Room do Copacabana Palace, John e Nat recebem imprensa e blogueiros.

Segundo John Green, Cidades de Papel é um livro que fala sobre a complexidade dos outros. Ele contou que a definição de Paper Towns muda com o decorrer da história e que ao final, acaba se transformando no fenômeno da cartografia. Para John, Q. amplia seu círculo de amizade e, seu objetivo como autor, era fazer com que ele visse Margo como uma pessoa normal e não como alguém a ser endeusada. Já Nat, acrescenta: "Acho que eles [Quentin e Margo] são amigos desde o início e ele acaba projetando a imagem dela mas, no fim da história, ele acaba a conhecendo melhor."

Nascido em Indianápolis, John revela que conheceu as cidades de papel durante uma road trip, quando passava pela Dakota do Sul. "No mapa dizia que havia uma cidade próxima, mas, na verdade, era uma planície."

Após o bate-papo super bacana, ficamos ansiosos para saber se teríamos um momento com o autor e o ator. Apesar de nada ter sido prometido para nós, alimentávamos esse fiozinho de esperança que foi extirpado pelo pessoal da FOX. O número de blogueiros presentes não era exorbitante. Ouso dizer que havia mais gente da FOX fazendo de tudo para impedir o nosso contato com John e Nat, do que pessoas que realmente queriam contato. Sim, fiquei muito chateada com isso. Assim que a coletiva foi dada por encerrada, Nat já seguiu direto para a porta lateral, tipo, tchau e bença. Enquanto isso, John tentou atender a primeira fileira de blogueiros mas foi rapidamente impedido por seus assessores. Se cinco pessoas conseguiram um rabisco em seus livros, foi muito.

Não me entendam mal. Fiquei super feliz pela oportunidade que tive. Sou muito grata à Intrínseca e acredito que todos os blogueiros que puderam estar presentes, também estão. A atitude da editora de nos inserir em um momento tão único como esse foi maravilhosa. Afinal, antes de sermos blogueiros, somos fãs. Somos leitores. O que me deixou indignada foi o esforço da FOX de não permitir que uma sessãozinha de autógrafos fosse permitida para os leitores ali presentes. Primeira vez de John Green no Brasil, lugar que de acordo com o próprio autor, é um de seus grandes mercados e, ainda assim, sensibilidade zero. Perguntamos milhares de vezes para pessoas da FOX e da Intrínseca se haveria a possibilidade de rolar um encontro com o autor e a resposta era a mesma: não. A única coisa que falavam para a gente fazer era ir para o Cine Odeon, na Cinelândia, porque ali aconteceria uma premiere do filme às oito da noite.

E assim começa a saga do Odeon. Gente, eu tenho 23 anos, mas sou o exemplo de sedentarismo e não sei se um dia faria tudo o que fiz novamente. 

Cheguei na Cinelândia por volta de uma e meia da tarde, haviam fãs acampando em frente ao cinema. Escolhi um lugar e fiquei, fiquei, fiquei, fiquei. Infinitamente fiquei, até às vinte horas e quinze minutos. Isso porque no twitter oficial da FOX foi dito que John chegaria às seis horas para falar com os fãs antes do tapete vermelho. Passei sete horas na fila, os pés em pedição de miséria, a coluna já não existia e pasmem, nem havia tanta gente assim na fila. Nada que não pudesse ser aglomerado dentro de uma livraria para uma tarde de autógrafos previamente organizada, mas, tudo bem.

Nat não compareceu à premiere. Ele tinha que voltar para os Estados Unidos por conta da agenda, mas, John foi falar com os fãs. Autografou, só autografou. Fotos não eram permitidas. Tipo, "OI?" Enfim, consegui o meu autógrafo e permaneci no local. À medida que John Green ia distribuindo os autógrafos, o povo ia se dispersando e indo embora, parecia efeito dominó. Permaneci no local até às nove e meia e não é que ele voltou para falar com o restinho de fãs que ainda continuava lá? Pois é, foi assim que consegui o autógrafo para a Scheila. Totalmente de última hora. Nesse mesmo momento, baixou a Dona Hermínia na minha pessoa e palavras em inglês saíram da minha boca: "Posso tirar uma foto com você?" ELE DEIXOU, MINHA GENTE. Eu finalmente teria uma foto com John Green. Mas, atentem para uma coisa: eu não tenho iPhone; a câmera frontal do meu Samsung para aquele horário já não servia de mais nada. Tive que me virar para fazer uma selfie com a minha compacta véia mesmo. Não tinha para onde esticar o braço, o povo me esmagando, ninguém podia tirar a foto para mim. Deixo vocês adivinharem o final da história. Selfie desastrosa.


Uma palavra para descrever tudo isso? Honestamente, não sei. Muita simpatia por parte do autor, muita fofice por parte do Nat, que apesar de fofo, estava com o media training em dia, mas, muita falta de sensibilidade para com os fãs por parte de algumas pessoas da FOX. À equipe da Editora Intrínseca, sempre solícita e disposta a conversar com a gente, muito obrigada. Deixo aqui o meu agradecimento à Vanessa e Helô também.

Quanto a FOX, seria bom repensar tudo isso e planejar as coisas com mais cuidado. Depois de ver fãs esperando horas para falar com o John, "resolvem" que no dia seguinte o levaria para uma livraria da Barra da Tijuca para autografar livros. Vai entender!


Resultado TOP Comentarista Junho e Lançamento TOP Comentarista Julho

quarta-feira, 1 de julho de 2015


E o TOP Comentarista de Julho chega com um romance encantador para ler no aconchego das cobertas com um café ou chocolate bem quentinhos!!

Veja as regras e participe!


Como participar:
Preencher o formulário Rafflecopter.

Regras:
1. Curtir a página do blog no Facebook.
2. Ser residente no Brasil.
3. O top será válido de 01.07.2015 até 30.07.2015, o resultado saíra no dia 01.08.2015.
4. Deixar um comentário nesta postagem com nome e e-mail validando a participação (não preencher o formulário, visto que esta é a postagem apenas para validar a inscrição).
5. O ganhador terá 48 horas para enviar os dados para envio do livro.
6. Os livros serão enviados em até 60 dias.
7. O blog Guardiã da Meia Noite não se responsabiliza por um segundo frete caso os livros retornem.

É válido apenas um comentário por postagem e condizente com o que foi escrito. 
Comentários genéricos como "Adorei a Resenha", "Capa Linda", "Participando" e afins serão desclassificados.
Postagens de promoções não serão válidas para o Top Comentarista.
Comentários somente no período de 01.07.2015 até 30.07.2015.
No final de cada postagem terá um link para clicar que será direcionado para está página para preenchimento do formulário (somente as postagens com o link serão válidas). 
Fiquem atentos as postagens, o formulário irá liberar dois campos para preenchimento diariamente. Alguns dias tenho mais de uma postagem para fazer e nem todo mundo consegue acessar o blog todos os dias, isso facilitará a vida de todos.
Qualquer dúvida, entrar em contato através do e-mail guardiadameianoite@gmail.com



CONFIRA O RESULTADO DO TOP COMENTARISTA DE JUNHO


Parabéns Suzzy Chiu!!

Você tem até o dia 03/07/2015 para enviar seus dados para o nosso e-mail.
Lembrando que o GMN tem até 60 dias para o envio dos prêmios.

Já conhecem as novidades da @EdValentina?

Felicidade é pouco quando renovamos uma parceria!! Ainda mais com a Valentina que simplesmente mora no nosso coração! Obrigada mais uma vez pelo carinho e confiança em nós depositados!!

E como não podia deixar de ser, a Valentina vem com muitas novidades, confira!


O amor salvou suas vidas. Agora, só um milagre pode salvar seu amor. Quando Ellery se mudou com o namorado, Kyle, para Nova York, achou que pela primeira vez seria feliz, enterrando para sempre os dramas do passado. Ledo engano: um belo dia, o sujeito arruma as coisas e vai embora, alegando “precisar de espaço”. Sozinha e deprimida, ela mergulha de cabeça na pintura, sua grande vocação, até que uma noite ajuda um belo e misterioso bêbado a voltar para casa de uma boate. Mal sabe ela que o homem é ninguém menos do que o cobiçado milionário Connor Black. Ao encontrar Ellery em sua cozinha na manhã seguinte, presumindo que ela infringiu sua regra número um e passou a noite lá, ele fica furioso, mas ela o enfrenta como nenhuma mulher jamais enfrentou, deixando-o intrigado não apenas com sua coragem e independência, mas também com sua bondade. Entretanto, há uma tempestade a caminho. Ambos guardam segredos terríveis que podem destruir a relação tão rara e preciosa que construíram. Qual dos dois terá coragem de abrir o jogo primeiro – ou será que a própria vida fará isso de forma totalmente inesperada?

Os links de compra são:


Ana sempre foi a única. Marginalizada. Apartada. E, para piorar, após o Escurecimento do Templo causado por seu pai, vários cidadãos de Heart a culpam pela perda definitiva de algumas almas, as almasnegras — e pelas almasnovas que nascerão em seu lugar. Muitos temem a presença de Ana, um lembrete constante das mudanças irreversíveis. E quando as sílfides começam a se comportar de maneira diferente em relação a ela, Ana terá que aprender não apenas a se defender como àqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Ana aprendeu desde cedo que os sem-alma não podem amar. Mas, e as almasnovas? Mais do que tudo, ela deseja ter a chance de viver e amar como qualquer outro cidadão de Heart, porém mesmo depois de Sam declarar seus mais profundos sentimentos, será que ela conseguirá superar uma vida inteira de rejeição e aceitar o amor? “Almanegra” explora a beleza e as profundezas sombrias da alma, numa história que é ao mesmo tempo um romance épico e uma fantasia cativante.




Confira a Booktrailer de ALMANEGRA 

Cabine de Imprensa de #CidadesdePapel de John Green e @intrinseca, o GMN estava lá!!

terça-feira, 30 de junho de 2015


E a Laira Tomaz​ acabou de sair da cabine de imprensa de #CidadesdePapel do John Green​ em parceria com Editora Intrínseca​, daqui a pouco ela conta como foi o evento lá na página do Guardiã da Meia Noite​ no Facebook!!

[RESENHA] Gelo Negro - Becca Fitzpatrick - @intrinseca

segunda-feira, 29 de junho de 2015

GELO NEGRO
BECCA FIZPATRICK
I.S.B.N. 9788580577228
Cód. Barras 9788580577228
Número de Páginas 304

Sinopse: Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cercado por natureza e cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança. Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores na descida das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um dos homens se mostra mais romântico do que perigoso, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta.


Um thriller realmente de tirar o fôlego! Becca simplesmente abandona a doçura a qual estávamos acostumados em sua escrita, para abraçar esta narrativa tensa e misteriosa, com um suspense psicológico que leva o leitor a roer praticamente todas as unhas de ansiedade até chegar à última página.

Para quem estava acostumado com Hush Hush, Gelo Negro é simplesmente uma chocante quebra de paradigmas. Adorei!!

Britt Pfeiffer estava preparada para a viagem de sua vida. Junto com sua amiga Korbie ela estava muito animada para a trilha que iriam fazer nas montanhas. 
Mais do que superar seus limites físicos, Britt estava pronta para se provar, deixar para trás o passado e as angústias do fim de seu relacionamento com Calvin (irmão de sua melhor amiga Korbie) e assim virar uma nova página em sua vida. 

Uma viagem que tinha tudo para ser divertida, já começa mal quando Britt tem que recorrer a um lindo e misterioso estranho em uma loja de conveniência simplesmente para não dar o gostinho à Calvin de perceber que ela ainda sofria mesmo após 8 meses de seu rompimento.
Já na subida da montanha, uma terrível tempestade tira as amigas do caminho certo e em meio ao frio e o desespero, uma cabana na floresta parece ser a salvação...#SQN!

Gelo Negro embora aborde questões como laços afetivos de amizade e namoro, é muito mais uma trama sobre instintos.
Em meio ao caos e ao terror da situação, Britt é obrigada a pensar rápido. Inteligente, embora às vezes demonstre muita imaturidade devido a sua idade, ela é uma sobrevivente e sua engenhosidade, assim como raciocínio rápido podem ser o fator decisivo entre a vida e a morte.

Ao decorrer da trama, vamos revivendo com Britt diversas passagens de sua vida desde a infância e assim, amarrando com acontecimentos ou expectativas nutridas por ela para a sobrevivência. Becca foi magnífica na amarração dos fatos, e embora num momento não percebamos, todos eles são pistas para muitas situações que vão sendo apresentadas no decorrer da narrativa.

O relacionamento platônico entre Britt e Calvin, assim como a disfuncional amizade com Korbie, ajudam a dar peso à narrativa e embora inicialmente vamos apostando na construção de um romance baseado na síndrome de Estocolmo, aos poucos Becca quebra todas as nossas conjecturas e nos apresenta um desfecho de ficarmos de queixo caído.

Gelo Negro é um livro curto. Com uma narrativa intensa e fluente, simplesmente o devoramos num piscar de olhos.
Gostei muito da leitura e a galera aqui em Porto Alegre ficou super curiosa para ler depois do nosso evento no início do mês.



 Esta postagem é válida para o TOP COMENTARISTA de JUNHO.

[Lançamentos] Confira as novidades da @EditoraCharme

domingo, 28 de junho de 2015

Editora Charme

Confira os próximos lançamentos!

 

O invencível - MMA 02
Conheça Liv Michaels:
Podem ter passado sete anos, mas conheço-o em qualquer lugar. Claro, ele cresceu em todos os lugares certos, mas os seus cativantes olhos azuis e o sorriso arrogante estão exatamente do jeito que me lembro. Mesmo que eu prefira esquecer.
Liv Michaels está quase lá. Ela é inteligente, determinada e está perto de conseguir o trabalho que sonhou por anos. O tempo curou suas feridas antigas e, até mesmo, seu coração partido da devastação de ser esmagado por seu primeiro amor.
Conheça Vince Stone:
As mulheres adoram um lutador, especialmente um bom. Sorte minha que sou muito bom. Mas há uma mulher que não está interessada. Não uma outra vez.
Vince "o Invencível" Stone é a fantasia de toda mulher... forte, sexy, confiante e totalmente no controle. Ele cresceu no meio do caos e aprendeu a nunca se envolver. Ele acredita que o amor pode derrubá-lo. Ele adora as mulheres, trata-as bem, coloca suas próprias necessidades antes da sua... nos momentos a dois. Mas, com a maior luta de sua vida se aproximando, seu foco deve estar no treinamento.
Quando o destino coloca Vince e Liv juntos novamente, não há como negar que a química ainda está lá. Mas será que Vince pode apagar as velhas cicatrizes do seu passado? Ou será que Liv é quem irá machucá-lo?
O refúgio do Marquês - Lucy Vargas
"Agora você é meu refúgio e, com certeza, o mais belo".
Henrik e Caroline não poderiam ser mais diferentes.

Ele, o Marquês de Bridington, é um homem selvagem e inapropriado, que vive há anos no campo, fugindo dos fantasmas do seu passado obscuro e repleto de segredos.
Ela, Caroline Mooren, a Baronesa de Clarington, é uma jovem destemida, com um passado doloroso, que recebe a missão de reformar a mansão e talvez o marquês, ao menos é o que a marquesa viúva espera.
Ele é um caso perdido. Ela é uma mulher com um futuro incerto. Mas juntos, eles se completam e acendem a chama da paixão, que ambos acreditavam estar completamente extinguida, trazendo à tona segredos e temores que ambos escondem.

Se reerguer sob o peso do passado será uma batalha que ultrapassará os limites do refúgio que o marquês pensa ter construído, mas será que o amor é capaz de ultrapassar tantas barreiras e vencer, ou eles perderão tudo outra vez?
Fevereiro de Esperança - De janeiro a janeiro 02
Adler se apaixonou à primeira vista. Quando conheceu Sarah, numa festa, ele soube que tudo em sua vida iria mudar. Após lutar muito para conseguir conquistar o amor de Sarah e realizar o seu sonho de casar com ela, Adler se vê preso num relacionamento morno, desgastado e fadado ao fracasso.

Cansado de viver aquela relação solitária, ele decide reconquistar sua mulher, mas ao ler uma carta endereçada a ela e segui-la em uma noite fria, ele se depara com aquilo que ele mais temia.

Será que Adler e Sarah conseguirão superar o desgaste da relação e o fantasma da perda da confiança, para salvar seu relacionamento? Ou será que é tarde demais para os dois?

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