RESENHA SANGUE QUENTE - ISAAC MARION

terça-feira, 26 de julho de 2011



Título Original:Warm Bodies
Tradução: Cassius Medauar
Autor: Isaac Marion
Editora: Leya Editora
Páginas: 252
ISBN: 9788580440331
1.ª edição: 2011-05-01


SINOPSE

R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guera, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos.
Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro.
Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.





CURTA O SOM






12.body Crumbles - Dry Cell


RESENHA




Quando li a sinopse do livro, ainda ele em pré-venda em um dos sites de compras on-line, interessei pelo livro, mas tinha um detalhe na capa que acabei ficando apreensiva, uma frase da autora Stephenie Meyer, antes de mais nada li todos os livros da saga crepúsculo, e não gostei porque ela transmutou os vampiros em algo longe de suas características essenciais, para mim a visão de vampiro sempre tive como base os livros da Anne Rice, realmente senti incomodada com as definição descritas por Meyer, e tendo essa premissa, achei que o livro Sangue Quente poderia ir pelo mesmo caminho.

Deixei de lado um pouco o livro e esperei sair às resenhas, comecei a procurar e entre uma resenha e outra achei o conto original do livro (confiram os links acima), e realmente me interessei pela história, e posso garantir quem tinha os mesmo temores citados no parágrafo acima, podem ficar tranqüilos, Isaac Marion, não mudou em nada as características essenciais, talvez o contexto da história mudou um pouco ao longo da narrativa essas características mas tudo devido ao fim do livro.

O personagem central do livro é R, ele nos explica, ou melhor, ele não nos explica, já que ele mesmo não sabe o que ocasionou o caos no mundo, porque ele se tornou zumbi, ou quando realmente aconteceu isso, também lembra nada o que era antes, porém ele e outro zumbi chamado M, são um dos poucos que falam algumas palavras, enquanto os outros só grunem, e também os nomes deles tem somente a primeira letra, pois eles não lembram dos nomes inteiro.


Mas quem achar que R é um zumbi “bonzinho”, ele não é... ele come pessoas, adora cérebros (pois é a única maneira que ele tem de ver algo diferente) já que sendo zumbi ele só enxerga o presente, ele grune, não caminha direito, fede e bem cinza por sinal. Devem estar pensando não vou ler esse livro porque é nojento, tudo bem no inicio é um pouco... mas mesmo sendo um pouco nojento o autor consegue que o leitor se divirta com isso, tem situações bem hilárias onde R vive.

Os zumbis inicialmente vivem em sociedade, no caso da história, vivem num aeroporto onde são “comandados” pelos Ossudos (zumbis que não possuem carne, praticamente só ossos), o autor viaja legal nessa criação de “sociedade de zumbi”, tem até escola que ensina como os zumbis devem atacar os humanos (ops... desculpa R), os vivos.

Vivos? Sim ainda existe vivos no meio desse caos, eles formam outra sociedade que vivem dentro de um local chamado Estádio, onde os vivos se protegem dos zumbis, porém esses vivos tem que saírem para buscar alimentos ou até mesmo matar zumbis, praticamente os vivos vivem em regime militar, aprendem a atirar, a se defender.


Numa dessas patrulhas, os vivos são atacados pelos zumbis, dentre esses zumbis está R, pois ele acaba atacando Percy (come o cérebro), porém dessa vez é diferente, me vez de ser apenas lembranças, R acaba interagindo com Percy mentalmente, e a partir daí começa as mudanças na história.

Dentre essas mudanças aparece Julie, no qual R desenvolve através dos pensamentos da vida de Percy sentimentos por Julie, mas quem espera ihhh... agora vem a parte melosa do livro, não é meloso é uma parceria que cativa o leitor. Julie é uma personagem forte, não é conformada com a situação, vai a luta pelo o que quer, ela vive no caos, mas sempre positiva.

Apesar de excelentes personagens, acho que o grande mérito do livro está na forma do autor conduzir a história, às vezes você irá achar esses diálogo mental de Percy e R um tanto chato, mas será essencial para extrair informações sobre o que realmente pode ter acontecido com a destruição do mundo.
E também o motivo de algumas mudanças em R, não se preocupem, ele não irá trocar vivos por leões da montanha (até porque com o caos estavam em extinção, já que no livro não foi citado nenhum animal vivo) e sim uma mudança que não só atinge a ele, mas também com os vivos tanto quanto os mortos. Não entenderam, né???? É que se escrever mais pode virar spoiler... mas garanto que nada piegas e sim bastante profundo, o personagem R nos leva tanto a diversão quanto emoção.


Outro fato interessante que em minha opinião serviu de base ao livro, foi a referência a epopéia de Gilgagesh, tem uma citação no inicio do livro, e também um diálogo onde é citado esse livro. Para quem não sabe Gilgamesh foi um rei e herói legendário, da cidade-estado de Uruk, Mesopotamia, região onde onde se encontra o Iraque, é um longo poema cuja versão "padrão" foi compilada no último terço do segundo milênio A.C. em acádio, baseada em histórias mais antigas. Na obra, o rei é apresentado como filho de Lugalbanda e uma deusa, Ninsuna (ou Nimat Ninsun). Gilgamesh era, assim, um semi-deus, descrito como dois terços deus e um terço humano, dotado de força sobre-humana. (para ler mais sobre Gilgamesh leia na área Curiosidades final da resenha).

Nas entrelinhas, e realmente existe muita coisa nas entrelinhas... pois o autor em nenhum momento impõe um idéia pré-concebida ao leitor, ele vai atirando informações, e sutilmente o leitor irá formando opiniões, posso garantir que cada pessoa que ler esse livro chegará uma conclusão diferente do que ocorre, e o que autor realmente quis mostrar no final.

Então recomendo e muito o livro, porque ele é tudo misturado, tem partes que lembra um poema de tão perfeita a narração, tem horas que você irá achar que é um sutil manifesto político, ou até mesmo um lindo romance, ou seja, é um livro que deve ser lido, para cada um tirar suas próprias conclusões.




Obs.: Um fator negativo foi com a falta de revisão do texto pela editora, não que estrague a leitura, mas acho que o revisor foi meio zumbi e acabou “comendo” algumas palavras, travessões de diálogos, que as vezes confundia o que era narração e diálogo, acho que alguns momentos por causa do erro talvez de concordância não entendia muito bem uma determinado trecho, o que foi uma pena já que o livro é tão bom que merecia um tratamento melhor.





Gilgamesh (ou Gilgamexe) - foi um rei da Suméria, de caráter semi-lendário, mais conhecido atualmente por ser o personagem principal da Epopeia de Gilgamesh, um épico mesopotâmico preservado em tabuletas escritas com caracteres cuneiformes.

Segundo a Lista de reis da Suméria, um antigo texto sumério datado da Idade do Bronze, Gilgamesh foi o quinto rei da primeira dinastia de Uruk, datada de aproximadamente 2750 AC. Ainda segundo a lista, era filho de um "demônio" ou "fantasma" (o significado da palavra no texto é incerto) e seu reinado teria durado 126 anos. Seu filho e sucessor, Ur-Nungal, reinou 30 anos. Outro documento, a Inscrição de Tummal, aponta Gilgamesh como o segundo reconstrutor do templo de Tummal, dedicado à deusa Ninlil, na cidade santa de Nippur.
Após seu reinado, e assumindo que tenha sido um personagem histórico real, Gilgamesh foi considerado o mais ilustre antecessor dos reis sumérios, tornando-se objeto de lendas e poemas e sendo venerado como deidade. Vários relatos sobre seus feitos são conhecidos de maneira fragmentária a partir do segundo milênio AC, os mais antigos em sumério e os mais recentes em acádio. Numa destas lendas, Gilgamesh enfrenta e vence a Aga, rei de Kish, consolidando a independência de Uruk. Essa lenda, assim, reflete as lutas pela supremacia entre as cidades mesopotâmicas no início da história suméria. Na história da luta contra Aga um dos guerreiros mais destacados de Gilgamesh é Enkidu, que posteriormente é retratado como amigo do herói na Epopeia de Gilgamesh.


Enkidu ou Enquidu (EN.KI.DU3, "criação de Enki")  - é um personagem lendário e literário da mitologia mesopotâmica, sendo uma das figuras centrais da Epopeia de Gilgamesh, compilada no segundo milênio a.C.
Enkidu aparece na obra suméria Gilgamesh e Aga como principal guerreiro do rei de Uruk, Gilgamesh, na sua luta contra Aga de Kish. O caráter de Enkidu na Epopeia de Gilgamesh, porém, é muito diferente, sendo apresentado nessa obra como inseparável amigo de Gilgamesh e tratado como igual por este. Sua criação parte da vontade dos deuses: vendo que os cidadãos de Uruk vivem sob a tirania do seu rei, os deuses decidem enviar ao mundo dos homens um ser igual em força a Gilgamesh. Aruru (um dos nomes da deusa Ninhursag), cria Enkidu a partir do barro. Este é um homem selvagem, criado por animais e ignorante dos costumes humanos. Enkidu libera os animais apanhados nas armadilhas dos caçadores e estes queixam-se às autoridades. Shamhat, uma prostituta do templo de Ishtar, é então enviada à floresta para atrair Enkidu. Shamhat o seduz e mantém relações sexuais com ele, começando assim o processo de aproximação de Enkidu à civilização: os animais selvagens, que antes aceitavam placidamente sua companhia, agora fogem dele.
Enkidu acompanha Shamhat a Uruk, onde trava uma feroz luta com Gilgamesh. Os dois, porém tornam-se amigos inseparáveis e passam por muitas aventuras. Uma das façanhas realizadas pelos dois é dar morte ao Touro Celestial, um terrível animal enviado pelos deuses incitados por Ishtar. Enkidu é castigado com uma doença que termina causando-lhe a morte. A perda trágica do amigo emociona profundamente Gilgamesh, e o inspira a iniciar uma empreitada em busca da imortalidade. Durante sua busca - destinada a terminar em fracasso - Gilgamesh encontra e conversa com Enkidu em um sonho. O amigo lhe conta sobre a desolação do inframundo, o mundo dos mortos.

A Epopeia de Gilgamesh ou Épico de Gilgamesh -  é um antigo poema épico da Mesopotâmia (atual Iraque), uma das primeiras obras conhecidas da literatura mundial. Acredita-se que sua origem sejam diversas lendas e poemas sumérios sobre o mitológico deus-heroi Gilgamesh, que foram reunidos e compilados no século VII a.C. pelo rei Assurbanipal. Recebeu originalmente o título de Aquele que Viu a Profundeza (Sha naqba īmuru) ou Aquele que se Eleva Sobre Todos os Outros Reis (Shūtur eli sharrī). Gilgamesh provavelmente foi um monarca do fim do segundo período dinástico inicial da Suméria (por volta do século XXVII a.C.). 

A sua história gira em torno da relação entre Gilgamesh e seu companheiro íntimo, Enkidu, um homem selvagem criado pelos deuses como um equivalente de Gilgamesh, para que o distraísse e evitasse que ele oprimisse os cidadãos de Uruk. Juntos passam por diversas missões, que acabam por descontentar os deuses; primeiro vão às Montanhas do Cedro, onde derrotam Humababa, seu monstruoso guardião, e depois matam o Touro dos Céus, que a deusa Ishtar havia mandado para punir Gilgamesh por não ceder às suas investidas amorosas.
A parte final do épico é centrada na reação de transtorno de Gilgamesh à morte de Enkidu, que acaba por tomar a forma de uma busca pela imortalidade. Gilgamesh intenta uma longa e perigosa jornada para descobrir o segredo da vida eterna e vem a consultar Utnapishtim, o herói imortal do dilúvio. Depois de ouvir Gilgamesh, o sábio proclama: "A vida que você procura nunca encontrará. Quando os deuses criaram o homem, reservaram-lhe a morte, porém mantiveram a vida para sua própria posse." Gilgamesh, no entanto, foi celebrado posteriormente pelas construções que realizou, e por ter trazido de volta o conhecimento perdido de diversos cultos para Uruk, após seu encontro com Utnapishti. A história é conhecida por todo o mundo, em diversas traduções, e seu protagonista, Gilgamesh, se tornou um ícone da cultura popular.
Seu registro mais completo provém de uma tábua de argila escrita em língua acádia do século VIII a.C. pertencente ao rei Assurbanipal, tendo sido no entanto encontradas tábuas com excertos que datam do século XX a.C., sendo assim o mais antigo texto literário conhecido, e seria o equivalente mesopotâmico de Noé.
A primeira tradução moderna foi realizada na década de 1860 pelo estudioso inglês George Smith.
Esta epopéia contém a mais antiga referência conhecida ao dilúvio, que é recorrente em várias culturas e que está presente na Bíblia. Esse registro, herdado por tradição oral dos tempos pré-históricos, de acordo com algumas teorias, terá tido a sua origem no final da última era glacial. Outras teorias dizem que foi um tombamento do eixo planetário, causado ou pela gravidade de um meteoro que passou perto da terra durante a época ou pela inversão do polo magnético da terra que acontece de tempos em tempos.
A primeira tradução feita a partir do original para o português foi feita pelo Professor Emanuel Bouzon da PUC-Rio.
Versões de fragmentos atuais desenterrados pela arqueologia atestam entre outras histórias a lenda de dois seres que se amaram, Isa e Ani, geraram uma filha, Be. Porém Ani esteve na floresta de Humbaba procurando por Isa, e dizem que por algum motivo nunca mais se viram. As inscrições em cuneiforme (principalmente o Assírio) atestam que ele nunca desistiu de procurar Isa, e este casal é o fundador do amor mesopotâmico.

Fonte: Wikipedia

Alguns fragmentos do texto:
Apresentação de Gilgamesh:

Proclamarei ao mundo os feitos de Gilgamesh. Esse foi o homem a quem todas as coisas foram conhecidas; o rei que conheceu os países do mundo. Foi sábio, viu mistérios e conheceu coisas secretas, e nos trouxe a história dos dias antes do dilúvio. Fez uma longa viagem, ficou fatigado, exausto de trabalhos, e retornando descansou, e gravou numa pedra a história toda.
Quando os deuses criaram Gilgamesh, deram-lhe um corpo perfeito. Shamash o Sol glorioso dotou-o de beleza, Adad o deus da tempestade dotou-o de coragem, os grandes deuses fizeram sua beleza perfeita, sobrepassando a todos outros, terrífico como um grande touro selvagem. Dois terços lhe fizeram deus e um terço homem.(...)





Gilgamesh sonha com a vinda de Enkidu:

Ora, Gilgamesh se levantou a contar seu sonho a sua mãe, Ninsun, uma entre os deuses sábios. "Mãe, tive um sonho esta noite. Eu estava cheio de alegria, os jovens heróis estavam ao redor de mim e eu caminhava pela noite sob as estrelas do firmamento - e uma delas, um meteoro da substância de Anu, caiu do céu. Eu tentei levantá-lo, mas se mostrou pesado demais. Todo o povo de Uruk se juntou ao redor para vê-lo. As pessoas comuns se acotovelavam e os nobres se atropelavam para beijar seus pés. E para mim sua atração era como o amor de mulher. Ajudaram-me, eu cingi minha frente e o ergui com correias e o trouxe para ti, e tu o declaraste meu irmão."
Então Ninsun, a bem-amada e sábia, disse a Gilgamesh: "Essa estrela que desceu como um meteoro do céu; que tentaste levantar mas achaste demais pesada, quando tentaste movê-la ela não cedia, e então a trouxeste a meus pés - eu o fiz para ti, uma espora, e tu foste atraído como se fosse por uma mulher. Esse é o camarada forte, o que traz auxílio ao seu amigo em necessidade. É a mais forte das criaturas selvagens, da substância de Anu; nasceu nas pastagens e foi criado pelos montes selvagens; quando o vires ficarás contente, o amarás como se a uma mulher e ele nunca te rejeitará. Este é o significado do sonho."
Gilgamesh disse: "Mãe, sonhei um segundo sonho. Nas ruas da cidade fortificada de Uruk estava um machado; sua forma era estranha e o povo se aglomerava ao redor. Eu o vi e fiquei feliz. Curvei-me, profundamente atraído por ele; eu o amei como a uma mulher e o passei a levá-lo em meu flanco." Ninsun respondeu: "Esse machado, que viste, que te atraiu tão poderosamente como o amor de uma mulher, esse é o camarada que eu te dou, e ele virá em sua força como um das hostes celestes. Ele é o bravo companheiro que socorre seu amigo em necessidade." Gigamesh disse a sua mãe: "Um amigo, um conselheiro, me foi mandado de Enlil, e agora eu serei seu amigo e o aconselharei."





MARCADOR 
DE 
LIVRO



11 comentários

  1. Mais uma resenha PERFEITA!!

    Estou com o meu Sangue Quente aqui parado aguardando sua vez na fila...mas logo já vou ter que pegar e me grudar nele!

    Parabéns pela resenha Paty...e adorei o conto que originou o livro! Muito mais sombrio...menos pop.

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  2. Tem selinho para você no meu blog.
    http://diario-da-leitura.blogspot.com/2011/07/selinho-05.html

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  3. Paty,
    Suas resenhas estão cada dia mais maravilhosas e perfeitas... mas, este livro não me conquistou... preconceito enorme de zumbis... quem vai gostar é a Ana... kkkkk

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  4. Adorei a resenha.Como você sitou no final; eu estou lendo Anna e o beijo Francês e eles também "pularam" alguns travessões, e outros, que em horas você não sabe quem está falando, mistura algumas frases, mas...
    Me interessou desde quando vi a capa e o assunto também, ansioso para ler...


    http://www.osimbolista.blogspot.com

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  5. Paty, suas resenhas são excelentes. Mesmo quando o tipo de livro não me agrada. Zumbis não ´emuito minha praia... Mas a resenha está perfeita, as montagens tb... E a pesquisa histórica que você fez... MARAVILHOSA!

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  6. Já tinha ouvido falar do livro, mas eu nãotinha certeza se gostaria de ler, de qualquer forma adorei a resenha e pode ser q depois disso eu leia olivro sim! kkk

    Gostou de pôr músicas né! kkkkkk

    Beijos

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  7. Ahhh, fiquei a fim de ler esse livro, ma vou pegar em inglês, entaum... porque pra mim, esse nível de erros que tem na edição que você mencionou pra mim são inaceitáveis... então eu naum compro, sério. Um livro é uma coisa séria e merece ser tratado com muito respeito, assim como o consumidor... então, por mais q vc tenha me deixado com vontade de ler o livro, esse vai ser um q vou pegar em inglês #fato

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  8. Fiquei aqui lendo e imaginando esse livro! Muito bom mesmo, sua resenha me conquistou e agora vou ter que tirar dinheiro sei lá da onde pra comprar esse livro! Assim não vale! Parabéns!

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  9. Quando fiquei sabendo da história me perguntei como deveria ser o livro, se voltando para um lado mais bizarro ou de ação, mas me surpreendi em muito mesmo com o fato dele ser narrado pelo zumbi.

    A principio achei que era só mais uma forma de tentar se promover com mais um livro superficial, mas não sem ter uma proposta interessante de narração. E antes da resenha, enquanto conversava com a Pati, consegui ter um bom conhecimento a respeito da temática do livro e de seu desenvolvimento.

    E a resenha, muito bem escrita, permitiu ter um panorama melhor a respeito do livro. Gostei muito dessa temática reflexiva, porém de maneira sutil, que o autor se valeu para criticar a sociedade e seus costumes. E fiquei bem curioso para lê-lo e descobri como se dá essa mudança!

    Parabéns maninha, ficou ótima a resenha! E as montagens sempre arrasando! Sem contar na parte musical também *mais uma banda pra minha playlist!

    Beijos!

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  10. amei a resenha !!! muito mais atraída pela historia agora!!!
    não vejo a hora de conhecer 'R' :)

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  11. Você trocou os nomes é Perry e não Percy.

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