RESENHA DUPLA: AMANTE CONSAGRADO - J. R. WARD by @paros28 & @blogdaguardia (6º LIVRO DA SÉRIE IAN)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


“Às vezes, as palavras não iam longe o bastante, o veículo das letras e o condutor da gramática não eram capazes de conter os sentimentos do coração.
(Pág. 533, trecho do livro Amante Consagrado)

SINOPSE

Título Original: Lover Enshrined
Tradução: Alyne Azuma
ISBN: 9788579302367
Tamanho: 23 X 15,7 cm
Acabamento: Brochura
Faixa Etária: Adulto
Edição: 1 / 2011
Número de Paginas: 552

Nas sombras da noite de Caldwell, Nova York, desenvolve-se uma furiosa guerra entre os vampiros e os seus assassinos. Há uma Irmandade secreta, sem igual, formada por seis guerreiros vampiros, defensores de sua raça. E agora, um Irmão obediente deve escolher entre duas vidas...
Ferozmente leal à Irmandade da Adaga Negra, Phury se sacrificou pelo bem da raça, convertendo-se no macho responsável por manter a linhagem da Irmandade. Como o Primaz das Escolhidas, ele será o pai dos filhos e das filhas que assegurarão que sobrevivam as tradições da raça, e, que haja guerreiros para lutar contra os redutores.

Como sua companheira, a Escolhida Cormia quer ganhar não só o corpo, mas também o coração de Phury para si... Ela vê o guerreiro emocionalmente deteriorado atrás de toda sua nobre responsabilidade. Mas enquanto a guerra com a Sociedade Redutora se torna mais severa, uma grande tragédia abate a mansão da Irmandade e Phury deve decidir entre o dever e o amor.


MÚSICA
La Bohème - "Che gelida manina" - Giacomo Puccini

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LETRA E TRADUÇÃO

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RESENHA


O livro Amante Consagrado foi uma incrível surpresa para mim, em primeiro porque vários fãs da série criticavam o livro, então comecei a ficar temerosa em adquiri-lo, então a Sche me presenteou com um exemplar, demorei a lê-lo tudo devido às críticas negativas principalmente ao personagem principal o Phury que era entediante, o que me desmotivou a leitura, porém, cada um tem sua opinião, e o melhor para comprovar ou não, seria começar a leitura, e vou discordar de todas as opiniões contrárias, pois o tanto o personagem quanto o livro não tem nada de entediante.


O livro segue os mesmos padrões do livro anterior, quem já leu Amante Liberto, sabe que a narrativa não se detém apenas nos personagens principais, há várias situações envolvendo outros personagens paralelamente, ou seja, os ditos personagens secundários, quase se tornam a mesma importância do principal, no livro Amante Liberto não chegou a esse nível, mas em Amante Consagrado, os outros personagens, se tornaram essenciais para o decorrer da história para os outros livros da série, muitas mudanças aconteceram nesse livro, além, minha opinião, da linda história de Phury pela sua redenção, e de Cormia pela sua libertação.
Como citado acima, pelo livro ter muitas informações e reviravoltas em vários personagens, decide dividir a resenha por personagens, obviamente SEM SPOILER nenhum, quase todas as minhas resenhas as citações eram em ordem cronológica de acontecimentos, no caso desta, as citações estarão fora de ordem.



Phury & Cormia

Eu realmente não sei se tenho uma tendência a gostar dos filhos de Ahgony (pai do Phury e do Z), porque se o Z é um dos meus personagens preferidos o Phury se tornou o segundo.


Phury é um personagem antagônico, pois sempre apareceu como equilibrado, segurava o temperamento intempestivo de o irmão gêmeo Z, consciente de suas obrigações, mas o que começamos ver após o livro de Z, com o aparecimento de Bella a shellan do irmão, percebemos uma mudança de comportamento, sempre foi usuário de fumaça vermelha (droga) mas após o livro de Z (Amante Desperto) ele começou o declínio, de consumidor esporádico, foi se tornando viciado, e nesse livro é o declínio total.


Como esta mudança? Nesse livro são mostrados todos os reais problemas de Phury, no início do livro a visão que a autora nos dá de uma pessoa injustiçada, que faz tudo pelos outros e ninguém o retribui com gratidão, mas o que realmente vemos é um personagem que passou a vida toda resolvendo os problemas dos outros, mas no fundo ele estava escondendo sua fraqueza, de realmente não se valorizar como pessoa.






















A natureza dele é destrutiva, tanto existe uma voz chamada Mago, que o acompanha desde que decidiu ir à busca do irmão gêmeo Z (leia Amante Desperto), o Mago é sarcástico e engraçado, mas quando aparece é apenas para humilhar Phury, e voz só desparece quando ele está drogado. A autora realmente mostrou todas as etapas de um viciado, mas não foi entediante, desde a negação, as perdas profissionais e pessoais devido ao consumo, e o caminho final, redenção ou a morte.


Os diálogos entre ele e Z são bem escritos, e mostram ao leitor todas as magoas e diferenças entre eles, e ocorre uma inversão, antes Phury se preocupava Z, nesse livro é o contrário a preocupação de Z por Phury, além de Bella a shellan de Z que está com sérios problemas na gravidez.



A última boa ação, foi se tornar Primaz (ele é responsável pela reprodução da raça), porém ele sofre em assumir o papel, primeiro por ser celibatário, ou seja, relações sexuais sempre foi um problema. Foi a  sua Primeira Companheira, Cormia, foi escolhida pelos motivos errados (leia Amante Desperto).

"- Para quem você está se guardando? Os olhos dela foram ágeis ao se voltar para ele. – Ou seria mais para o quê? É a fantasia de Bella? É isso que está impedindo você? Se for, eu sinto muito pelas Escolhidas. Mas se o celibato é para manter você isolado e seguro, eu sinto muito por você. Essa força é uma mentira.
Ela estava certa. Que inferno, mas ela estava certa.
Cormia enrolou o cabelo e olhou para ele com a dignidade de uma rainha enquanto o prendeu de volta.
- Vou voltar para o Santuário. Eu desejo tudo de bom para você."


Cormia é uma Escolhida, mulheres que vivem no Outro Lado, para servirem a raça, ela tinha que ser obediente e submissa, quando passou a conviver com o Phury na Irmandade, ela começou a se descobrir, a pensar em si mesma, a conhecer suas habilidades (essa habilidade tem relação direta com a casa noturna Iron Mask, do livro Cobiça da série Fallen Angels), e ao mesmo tempo desejar Phury.


Outra parte interessante é o desenvolvimento da amizade de Bella e Cormia, as conversas entre as duas são esclarecedoras, e ambas se ajudam, Bella é importante para o crescimento pessoal de Cormia.





Cormia e Phury por motivos diferentes são parecidos, o relacionamento é cheio de inseguranças, no início Cormia acha que ele não a deseja, após conhecê-la melhor, Phury não se acha digno a ter uma relação com ela. Essas mudanças de visões dos personagens deixam o desenvolvimento da relação sexual mais lento, o que deixou muitas leitoras acostumadas a relações mais objetivas, porém de Phury e Cormia teria que ser diferente, e a maturidade dessa relação é direitamente ligada a uma possível recuperação de Phury e a afirmação de Cormia de si mesma.



John & Blay & Quinn & Lash

"- Então... estamos fechando agora.
- Estão? – Qhuinn encostou o quadril no balcão. – E o que isso significa exatamente?
- Só eu ficarei aqui. Sou uma ótima chefe. Eu deixo os outros irem embora mais cedo.
- Mas você vai ficar sozinha...
- Vou. É verdade. Totalmente sozinha.
Caramba, John pensou. Se Blay era o salvador. Qhuinn era o rei da complicação.
Qhuinn sorriu.
- Sabe, meus amigos e eu não acharíamos certo deixar você aqui sozinha.
Sim, achariam sim, John pensou. Seus amigos achariam isso ótimo. Tragicamente, o sorriso de Stephenie foi claro. Eles não iriam a lugar nenhum até que Qhuinn entrasse na caixa registradora dela."
Esses personagens foram praticamente principais, todos os quatro cresceram nesse livro, sendo que alguns ou “algum” é responsável por uma reviravolta na narrativa, que poderá abalar com a Irmandade.

A história de John já era um personagem secundário aparecendo nos livros anteriores paralela com as dos personagens principais, mas nesse livro ele além de interferir indiretamente com a história de Qhuinn, e também é o início da relação com Xhrex, apesar de não ter nenhuma cena sexual, Ward mostra o leitor uma possível relação de ambos, e que irá ser bastante conturbada.



Qhuinn, ter mais desse personagem foi uma grata surpresa, ele é divertido e pervertido, e ao mesmo tempo o personagem dele sofre, já sofria por causa da família que o menosprezava por ele ter olhos com cores diferentes, e agora ele irá se tornar outra pessoa, Ward deixa o leitor apreensivo com o desenvolvimento de personagem de Qhuinn.

Blay não tem um papel tão importante quanto Qhuinn e John, mas iremos descobrir alguns segredos, e acho que ele terá um crescimento no próximo livro.

"- Que tal um repeteco, John? – Lash falou rispidamente. (...)
Lágrimas surgiram nos seus olhos. Não, isso não... de novo não...
Do nada, veio um grito de guerra, e o peso saiu de cima dele.
(...)
John baixou os olhos para Lash e reviveu a cena. Meu Deus... ele não queria entrar nos porquês. Mesmo que Zsadist conhecesse seu passado, (...)"

Lash continua irritante e sarcástico, como Qhuinn ele sofre mudanças também, além de continuar atormentar o John e por isso as mudanças são diretamente relacionadas com as atitudes de Qhuinn.

Sei que estou sendo evasiva, mas realmente não posso escrever mais sobre eles, só posso dizer que ele irão de destacar nos próximos livros, devido as atitudes de cada um no livro Amante Consagrado.




Ômega e os redutores (talquinhos assassinos)


Realmente eu tenho uma antipatia pelos redutores, estava satisfeita que em Amante Liberto, nos livramos dos senhores letrinhas, apareciam apenas em lutas e nem sabíamos o nome, mas nesse livro tivemos a volta da letrinha, o Sr. D, desnecessário duas páginas sobre a vida do talquinho, mas foi somente esse personagem, de resto encontramos os redutores em lutas.

"Nos últimos séculos, a Sociedade Redutora estava apenas seqüestrando vampiros individualmente. Isso exigia pouca inteligência e uma força de soldados descoordenada: era apenas uma estratégia de caçar e pegar que tinha gerado pouco sucesso.
Ele, no entanto, estava pensando grande e tinha o conhecimento para concretizar os planos. O melhor jeito para eliminar os vampiros era destruir a vontade coletiva da sociedade, e o primeiro passo era a desestabilização."

Temos a presença de Ômega que aparece com uma novidade que irá desestabilizar a irmandade e a sociedade dos vampiros (glymera), os redutores estarão mais organizados, e orientados por alguém que entende de estratégia de guerra.
Os redutores ficaram mais interessantes, até hoje não entendi como a Ward que escreve tão bem, conseguiu fazer vilões tão entediantes, mas com certeza depois dessa mudança de direção os tornarão mais letais e interessantes.

"- Que diabos é você?
(...) quando levantou, abriu os botões da camisa rosa pastel.
- Eu sou seu rei.
(...) os redutores deram um salto para trás. Um imbecil até fez o sinal da cruz. (...)
- Mais café, Sr. D.
O caubói piscou como um idiota algumas vezes, fazendo uma imitação excelente de um cachorro resolvendo um problema de matemática.
- Sim... sim, senhor.
(...)
- Bem- vindos ao futuro, cavalheiros. Agora mexam-se, quero o primeiro andar deste lugar limpo antes que o carteiro chegue às dez e meia."


Revhenge


Revhenge é o personagem principal do próximo livro, mas nesse livro a Ward deixou muitos assuntos pendentes para próximo livro, primeiro uma relação doentia baseada em chantagem com alguém, nos mostra os problemas que ele enfrenta por ser sympatho, e ele vai desempenhar um papel importante por causa do desequilíbrio que atinge a sociedade dos vampiros


Lassiter (personagem novo)



Aparece o hilário Lassiter, um anjo caído, se vocês acham que ele será um anjo comum, se enganam, ele é um anjo muito incomum, ele irá se juntar aos irmãos, e acho que teremos momentos divertidos nos próximos livros, até porque ele e os irmãos há uma relação tumultuada, ele é espirituoso e sarcástico.


Conclusão

A minha opinião o Amante Consagrado Ward conseguiu acrescentar várias direções para os próximos livros, algumas leitoras não gostaram do livro por falta da parte sexual, apesar de qualquer livro da autora, essa parte é uma conseqüência da relação, e nunca em nenhum livro da serie a parte sexual foi um destaque, e nesse livro não é diferente, apenas mais demorada até por causa da situação do casal.
Achei o Phury um personagem comovente, e Cormia uma personagem interessante, esse foi um dos livros que apesar de todo apelo sexual que envolvia os personagens, foi o livro com um desenvolvimento mais coerente de relacionamento de casais.
E adição de novos personagens, e com o crescimento outros que até algum tempo eram apenas secundários.

E realmente o que fascina a ler Ward, é essa capacidade de desenvolver uma abordagem diferente sobre vampiros sem ridicularizar a lenda, mas sim apresentando uma nova visão.
Ward atinge não só o imaginário feminino com guerreiros fortes e viris, mas também têm conteúdo para o público masculino, já que há diferenciados elementos culturais, lutas bem descritas, personagens bem construídos, com rituais e regras bem elaboradas e com uma pitada de sensualidade sem ser vulgar.
E em Amante Consagrado reúne todos os elementos citados acima. Um excelente livro que irá iniciou uma nova perspectiva para os próximos livros da série.






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Resenha da Guardiã: Nesta resenha, deixei as montagens e qüotes por conta da Paty, visto que realmente eu precisava exorcizar de mim esta resenha já fazia um bom tempo. Neste 6° livro da Saga da Irmandade da Adaga Negra nossa velha amiga Warden (nome carinhoso que nós amigas brazucas a chamamos) resolveu focar bastante em um tema polêmico (e até então presente mais secundário nos livros anteriores) que é a dependência química.

Após o enlace romântico entre o nosso querido V e a Dra. Jane (embora eu realmente tenha achado uma sacanagem a Virgem Scriba a trazer de volta daquela forma (sem spoilers pois alguém pode ainda não ter lido Amante Liberto) ainda precisava de um Primaz para dar continuidade à raça de guerreiros da Irmandade e assim manter a proteção para todos os Vampiros. Desde Amante Desperto, vínhamos acompanhando a dor de cotovelo de Phury (por causa de Bela) e seu eterno flagelo por tudo que seu irmão Z teve que vivenciar até ele conseguir fazer o seu resgate da escravidão, porém, em Amante Consagrado mergulhamos de cabeça em todos os conflitos da personalidade de dele, assim como sua baixa auto-estima e sua eterna culpa pelo ocorrido com seu irmão.

Tenho a dizer à vocês que de todos os livros da Irmandade, este foi o que eu menos havia gostado durante a primeira vez que eu li (em 2010), mas agora revisitando a história tenho que realmente tirar o chapéu para a construção da narrativa utilizada pela Warden...durante todos os livros anteriores, Phury nos foi apresentado com um vampiro metrossexual, charmoso e requintado, tenho a dizer que realmente era o que mais me encantava nele, porém tudo isso era apenas um subterfúgio para esconder a fragilidade em sua personalidade.

A culpa foi sua companheira constante desde o rapto de seu irmão gêmeo Zsadist. Phury nunca se perdoou por ter demorado tanto em conseguir salvar seu irmão Z, e mesmo tendo lhe custado uma perna ele certamente teria dado sua própria vida em troca da do irmão, principalmente se isso tivesse feito ele ter sido libertado mais cedo. Assim Phury realmente não sente que merece a felicidade.
Ao assumir o lugar de V como Primaz, ele tenta mais uma vez ocultar a sua dor e principalmente seu desejo por alguém que não poderá ser seu (mais uma vez vamos tentar não dar spoilers...kkkkkk...estou evoluindo, viram?). Assim ele conhece Cormia.

Embarcamos com ela numa luta para realmente tirar o véu dos olhos de Phury. A pequena e frágil Córmia aos poucos vai deixando a resignação de lado e demonstrando uma força impressionante e que realmente cativa aos leitores.

Ward conseguiu nos fazer entender alguns traços da personalidade dos dependentes químicos e principalmente respeitar a força das esposas, assim como mães, pais e amigos que necessitam ser o suporte destas pessoas para a saída do fundo do poço. Em diversos momentos me peguei xingando Phury, desprezando sua fraqueza e falta de convicções, mas aos poucos fui compreendendo que realmente eu o estava idealizando e assim como todos os humanos (mesmo ele sendo um Vampiro) ele tem suas fragilidades (muitas por sinal), medos e inseguranças. E isso foi bom. Realmente a autora conseguiu passar este outro lado da Irmandade aos leitores, pois mesmo assim ele se manteve firme para não ser o elo que romperia a corrente.

Ward ainda deixa pontas para as próximas histórias e em paralelo a isso ainda podemos vislumbrar uma pequena sombra de caráter em Rhev (que certamente será muito bem explorado em Amante Vingado) e como os fãs já haviam deduzido nas entrelinhas diversas vezes, com certeza vai rolar um romance homossexual durante a Saga...agora é roer unha e aguardar.

P.S.: Não vou perder meu tempo falando dos Redutores (a parte mais chata em todos os livros), mas a rebordosa que deu depois que descobrimos que o Ômega havia plantado uma serpente no seio da raça vampírica e da Irmandade...bah, é de cair os butiás do bolso!!!

15 comentários

  1. Não consigo gostar do Phury, mas já que faz parte da 'família' então aguento.
    Acho que ele perde muito tempo se lamentando, se drogando e choramingando pelos cantos quando devia agir e reagir... afinal tem tantas oportunidades. A própria Cormia está ali de bandeja esperando uma reação do rapaz e nada!
    Estou louca para receber Amante Vingado!
    Bjkas!

    Monique Martins
    MoniqueMar
    @moniquemar

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  2. Adorei as resenhas e as montagens deram a elas um toque especial. Eu sinceramente não sou muito a favor do Phury também, considero-o bem chatinho. E depois das conversas com a minha maninha descobri que ele é um chatinho com motivos. Não li ainda os últimos livros, mas creio que essa decadência dele deve ser interessante de ser notada quando eu vier a ler os próximos.

    Um detalhe que gostou muito na escrita da Ward é como ela trabalha as personagens secundárias, dando uma enfase a elas de modo que realmente vc sinta que havia a necessidade da existência das mesmas. Em compensação lamentarei eternamente pela existência dos talquinhos assassinos.

    Ótimas resenhas que conseguiram passar bem a mensagem do livro e de seus aspectos, como a luta de Phury para se livrar de seu vício assim como as descobertas da nova vida da Cormia. Beijos para as duas!

    P.S. Maninha esqueceu de comentar que o posto de Primaz já foi ocupado kkkkkkkkk

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  3. UAU vocês conseguiram falar tudo, e muito bem por sinal, sem soltar spoilers. Eu tbm adoro o livro do Phury, pela narrativa ser um pouco mais lenta nos dá o gostinho que aproveitar, e viver, mais a história desse irmão.

    Esse livro foi o mais completo de todos pois tras detalhes das outras personagens e encaixando tudo de um modo muito claro.

    Espero que a minha releitura de Amante Vingado tbm traga bons momentos como a de Amante Consagrado =D

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  4. Parabéns pelas resenhas meninas! Já li Amante Sombrio e Amante Eterno e curti bastante. Muito em breve pretendo dar continuidade à Irmandade da Adaga Negra. Beijos!

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  5. AAAAAAAAAAAAAAh, eu to quase terminando o 5°, e ja vou pra esse, noossa! , essa série vicia!

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  6. Acho que sou a única no planeta que não leu IAN ainda. =(
    A resenha dupla me deixou mega curiosa! Na verdade a trama é bem diferente do que eu havia imaginado. Preciso urgente começar essa série!!
    Resenha fantástica, meninas!!!
    Beijosss

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  7. Ah!!! Vcs usaram a minha Cormia... sempre achei que ela é a Cormia... e que Phury é esse... muito mais lindo que o 'mecanico' da capa... rsrsrs

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  8. Nossa resenha perfeita... Tem tudo que uma resenha precisa: Imagens lindas, organização e eu amei os trechos selecionados do livro. Tem tudo pra qualquer um ler e ficar louca para ler Amante Consagrado ( que é o meu caso ). Mas realemnte eu via o Phury como alguem sexy e elegante, não sei como vai ser ver ele como viciado e fragil.

    Parabéns @paros28 & @blogdaguardia.
    Eu simplesmente Amei *-*

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  9. Ward é perfeita... A Irmandade nunca foi pra mim simplesmente um livro de conteúdo sexual... Longe de ser isso... Com Ward descrevendo tão bem seus personagens nunca seria simplesmente erótico. Como vc disse, é uma consequência e não o foco principal. Claro que temos nossos personagens preferidos... Mas acho que na Irmandade gostamos de todos... Uns mais outros menos... Eu por exemplo gosto do Z, mas não vejo nele tudo que veem... Mas gosto... Bem, resenha super bem escrita, detalhada, sem spoilers... Adorei...

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  10. Ficou linda esta postagem, parabéns. Eu ainda não li nadinha da série. Bjs, Rose.

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  11. Sério mesmo que é a primeira que ouça dizer que esse livro é bom, sério que ainda não li nenhum deles mas quando chegar aqui nessa cidade doida eu vou comprar o primeiro, deve ser muito bom mesmo essa série e todos falam que vicia, adorei a resenha e saber que tem alguém que gostou do último livro.
    Bye, Mahn.

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  12. O livro do Phury realmente não é um dos meus preferidos.. Não por causa dele, mas por causa da Cormia, que me dá muita agonia com toda aquela indecisão dela ;x Mas o Phury é ótimo, sempre altruísta e querendo ajudar os outros, a ponto de tomar o lugar de Primaz só pra tirar o Vishous daquela.. Lindoo *-*
    E adorei a resenha, ficou ótima :)
    Beijoos

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  13. Pra quem ainda não começou a ler essa série, olha, essa resenha é uma tortura... Aí vem a pergunta que não quer calar: Como assim, eu ainda não li essa série, meu Deus??? À cada resenha, a cada quote que leio, a cada montagem que vejo sobre esses irmãos, minha ansiedade cresce exponencialmente!!!
    Preciso desses livros, tipo, pra anteontem...

    Márcia Martins

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  14. Mesmo contudo esse foi o livro que menos gostei. Não sei, o Phury não me agradou muito. Isso também aconteceu com o livro do V, tambem não me agradei dele. Esse livro eu li so um a vez, por não ser favorito, talvez se eu ler de novo, agora que já fez um tempinho, eu tenha um novo conceito, mas não me dá vontade.
    Como eu disse não gostava do V, mas depois de ler o ultimo livro, amante curador, amei o V, virei fã de carteirinha, pois mostra detalhes do relacionamento que eu não tinha visto antes e que não nos foi apresentado. Espero que a Ward faça um outro livro e aconteça o mesmo com Phury, mostrando o relacionamento com as escolhidas, assim eu podeira gostar mais.
    BJ

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  15. Acho que sou doida viu, a minha anciedade já estava do tamanho do universo para ler IAN, e ainda fico caçando mais e mais sobre os livros...acho que gosto de sofrer!
    Bom esta resenha me deixou intrigada, ainda mais pelo tema abordado...eu quero ler todos os livros logo.
    Tenho que falar que homem é esse que vcs colocaram como Phury??Nossa que gato!!!!E o Jonh e o Lash...até perdi o ar!!!

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