Quick Bite: Divulgada a Capa de City of Lost Souls - Cassandra Clare

sábado, 7 de janeiro de 2012

Ainda sem previsão de lançamento aqui no Brasil, City of Lost Souls é o 5º livro da Saga Instrumentos Mortais e terá 537 páginas. Seu lançamento no USA está previsto para Maio/2012.

Eu particularmente achei esta a capa mais bonita de todas, revelando inteiramente a face de Jace e Clary...estou aqui na expectativa para o lançamento no Brasil.

A galera do Sobre Livros fez uma ótima tradução do prólogo de City of Lost Souls, assim tomei a liberdade de disponibilizá-la aqui também para vocês.

Simon parou e olhou paralisadamente para a porta da frente de sua casa.
Ele nunca conheceu outro lar. Este era o lugar que seus pais o tinham trazido quando ele nasceu. Ele tinha crescido entre as paredes da casa do Brooklyn. Tinha brincado na rua, embaixo das árvores no verão, e tinha feito trenós improvisados de latas de lixo no inverno. Nessa casa, sua família inteira tinha prestado condolências quando seu pai morreu. Foi aqui que ele beijou Clary pela primeira vez.
Ele nunca tinha imaginado que um dia a porta da casa não estaria aberta para ele. A última vez que ele tinha visto sua mãe, ela o tinha chamado de monstro e pedido que ele fosse embora. Ele a fez esquecer que ele era um vampiro, usando seu poder, mas ele não sabia por quanto tempo ia durar. Enquanto ele estava parado no ar gélido do outono, encarando de frente a ele, ele sabia que não tinha durado o suficiente.
A porta estava coberta de sinais—Estrelas de David em tinta, a forma incise do símbolo para Chai, vida. Tefilin estava na maçaneta e na campaínha. Um hamesh, a mão de Deus, cobria o olho mágico.
Entorpecidamente, ele colocou sua mão no mezuzah de metal fixado do lado direito do portal de madeira. Ele viu fumaça saindo do lugar onde sua mão tocou, mas ele não sentiu nada. Sem dor. Apenas um terrível vazio, virando lentamente uma fria raiva.
Ele chutou o fundo da porta e escutou o eco pela casa. “Mãe!” ele gritou. “Mãe, sou eu!”
Não houve resposta—apenas o som dos parafusos sendo girados na porta. Sua audição aguçada reconhecera os passos de sua mãe, a sua respiração, mas ela nada disse. Ele podia cheirar medo e pânico, até mesmo pela Madeira. “Mãe!” Sua voz ecoou. “Mãe, isso é ridículo! Me deixe entrar! Sou eu, Simon!”
A porta se mexeu, como se tivesse sido chutada. “Vá embora!” Sua voz era áspera, irreconhecível com o terror. “Assassino!”
“Eu não mato gente.” Simon encostou sua cabeça na porta. Ele sabia que podia provavelmente derrubá-la com um chute, mas pra quê? “Eu te disse, eu bebo sangue de animais.”
Ele a ouviu cochichar, levemente, algumas palavras em hebreu. “Você matou meu filho,” ela disse. “Você matou meu filho e deixou um monstro em seu lugar.”
“Eu sou o seu filho—”
“Você veste o seu rosto e fala com a sua voz, mas você não é ele! Você não é Simon!” A voz dela aumentou tanto que quase parecia que ela estava gritando. “Saia da minha casa antes que eu te mate, monstro!”
“Becky,” ele disse. Seu rosto estava molhado; ele o tocou com suas mãos, e quando as olhou, viu que estavam vermelhas: Suas lágrimas eram sangrentas. “O que você disse oara a Becky?”
“Fique longe da sua irmã” Simon ouviu um ressoar dentro de casa, como se alguma coisa tivesse caido.
“Mãe,” ele disse novamente, mas dessa vez sua voz não aumentou; ela saiu como um sussurro. Suas mãos tinham começado a pulsar. “Eu preciso saber—a Becky tá aí? Mãe, abra a porta, por favor—”
“Fique longed a Becky!” Ela estava se afastando da porta; ele podia ouvir. Então veio o som característocp da porta da cozinha sendo aberta, o “crack” que o chão fazia enquanto ela andava. O som da gaveta sendo aberta. De repente ele imaginou sua mãe procurando por alguma das facas. Antes que eu te mate, mostro.
O pensamento o deixou abalado. Se ela tentasse matá-lo, a Marca iria ascender. Isso a destruiria, como destruiu Lilith.
Ele abaixou sua mão e se afastou lentamente, descendo os degraus e atravessando a calçada, esbarrando em uma das grandes árvores que ficavam ali. Ele ficou onde estava, encarando a porta da frente da casa, marcada e desconfigurada com os símbolos do ódio que sua mãe tinha por ele.
Não, ele lembrou a si mesmo. Ela não o odiava. Ela achava que ele estava morto. O que ela odiava era alguma coisa que não existia. Eu não sou o que ela diz que sou.
Ele não sabia quanto tempo ele teria ficado parado ali, olhando, se o celular dele não tivesse começado a tocas, vibrando no bolso do casaco.
Ele o pegou por reflexo, percebendo que sua mão estava machucada por causa de algum símbolo da porta. Ele trocou o celular de mãos e o colocou na orelha. “Alô?”
“Simon?” Era a Clary. Ela parecia sem fôlego. “Onde você está?”
“Em casa,” ele disse, e parou. “Na casa da minha mãe,” ele completou. Sua voz pareci distante, até para ele mesmo. “Por que você não está de volta ao Instituto? Tá todo mundo bem?”
“É isso mesmo,” ela disse. “Assim que você saiu, Maryse voltou do terrace onde Jace deveria estar esperando. Não tinha ninguém lá.”
Simon se mexeu. Sem perceber o que estava fazendo, como um robô, ele começou a andar pela rua, em direção à estação de metrô. “O que você quer dizer com não tinha ninguém lá?”
“Jace tinha sumido,” ela disse, e ele pôde ouvir a tenção na voz dela. “E o Sebastian também.”
Simon parou na sombra de uma árvore. “Mas ele estava morto. Ele está morto, Clary—”
“Então você me diz por ue ele não está lá, porque ele não está,” ela disse, sua voz finalmente alta. “Não tem nada lá em cima, tirando muito sangue e vidro quebrado. Os dois sumiram, Simon. Jace sumiu…”

4 comentários

  1. Só eu, ou vc tbm achou essa modelo parecida com a LarvaGirl??......kkkkk
    Eu li até o volume 4 desta série e parei, não sei se comprarei este. Pra mim o melhor livro foi o City of Glass, a autora deu a impressão de estar lançando só para vender.
    Estou louco com a outra série dela a Infernal Devices.....parece ser muito boa

    Abraços,
    http://www.vidadeleitor.com/

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  2. Achei a capa linda, uma das mais bonitas da série. Bjs, Rose.

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  3. eu preciso detse livro, comecei a ler esta serie em ingles, depois comprei todos os lançamentos em portugueis rsrs. as capas sao sempre lindas e eu quero esta para mim, uau, a historia cresceu com o decorrer dos livros e é seper linda, gosto do geito desta escritora,
    obrigada por disponibilizar o prologo para gente pessoal, muito obrigada, amei

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  4. aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah não vou ler se não estraga shauhsaushuashuhs *-* to louca para saber quando estreia o cidade dos anjos caidos ♥ hsuahsuahshas

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