LANÇAMENTO NACIONAL: REDENÇÃO - LIVIA LORENA

sábado, 17 de março de 2012


SINOPSE

Gênero: Ficção, Romance
ISBN: 9788564469648
Nº de páginas: 454
Dimensão: 14X21

Ruby é uma moça de vinte e poucos anos que tem um futuro normal e com boas expectativas. Vivendo com sua família no coração de São Paulo, ela nunca imaginou que se tornaria o centro de uma guerra que já perdura há séculos. Após um incidente comum aos noticiários, ela se vê banhada num mar vermelho sangue que insiste em puxá-la cada vez para mais fundo, onde um vazio negro cheio de desejo e ânsia por dor e sofrimento clama por seu nome. Ruby. Ela não sabe como sua vida deu tal guinada, não entende as razões de ter sido jogada em um mundo onde a sede por sangue grita silenciosamente em seu peito, nos momentos em que ela mais deseja estar em paz. Há uma guerra sendo ocultada pelas manchetes de TV. Há muito dinheiro e poder em jogo e Ruby percebe que sozinha não terá chances de encontrar as respostas que procura, mesmo que elas estejam dentro dela, fluindo em suas veias. Ela acredita que tudo está perdido, mas quando surge na sua escuridão Aaron, seu zeloso companheiro, Ruby percebe que mesmo nas mais terríveis situações, existe espaço para a felicidade e para a devoção que só o sangue é capaz conferir.


Redenção - A Ideia

Redenção surgiu de vários fragmentos. Às vezes me dava cinco minutos e tinha vontade de escrever sobre uma moça que se tornava uma escrava do sangue e da noite, sem motivo algum. Às vezes eu sonhava com trechos de um romance e ao acordar escrevia aquele pequeno pedacinho – uma linha talvez – para um dia juntá-lo a algo maior. Acreditem ou não até dormindo – uma pescadinha rápida no serviço – me deu a oportunidade de escrever. Sério!

Depois de um tempo percebi que espalhar papel pelas gavetas com trechos soltos de uma história não me levariam a lugar nenhum, por isso resolvi juntar tudo, dando um começo a toda a trama. Foi então que os primeiro esboços de Redenção nasceram.

Comecei a escrever Redenção, quando a história nem mesmo tinha um nome e seus personagens ainda eram chamados de Fulano e Fulana. Para dizer a verdade passei bastante tempo pensando em quais nomes colocaria, pois não bastava pegar aleatoriamente qualquer coisa... Tinha que ter algum sentido. Somente há uns oito meses cheguei naqueles que vocês conhecem hoje como Aaron e Ruby. Assim com os nomes das personagens principais decididos, ficou bem mais fácil escolher nomes para minhas demais crias. Outra coisa interessante sobre Redenção é que ela é uma história que já foi concebida com um final, pois mesmo não sabendo exatamente como ela iria se desenrolar eu já tinha delineado algumas ideias bem claras sobre sua conclusão.

Cidade: São Paulo
Desde o início minha cidade amada era para ser o palco desse romance. Não sei bem porque, mas imagino Ruby e Aaron andando por aí e não penso em outra cidade como pano de fundo. vejo o centro velho, minha adorada Avenida Paulista e muitos outros pedacinhos menos conhecidos. Infelizmente com o caminhar dos fatos tive que deixar a cidade um pouco de lado, pois ela não poderia se sobressair aos personagens principais, mas sua presença em Redenção é marcante e decisiva.


Aaron

Quando comecei a escrever Redenção não tinha sua imagem bem formada. O que eu sabia era que ele certamente era mais velho que Ruby e tinha os olhos tão azuis quanto os oceanos – tenho uma coisa com olhos azuis. Eu queria que o protagonista masculino da história fosse forte, frio, calculista e ao mesmo tempo tivesse um lado fraco, sombrio e emocionalmente chocante. Na verdade ele e Ruby se parecem bastante, contrariando aquela história de que os opostos se atraem. Ele nasceu no ano de 1642 – faz tempo – e foi transformado em 1670, quando saiu de seu país natal, a Lituânia, um país báltico que divide fronteiras com a Polônia, com a Bielorússia e com um pequeno território russo remanescente à beira do Mar Báltico: Kaliningrado.Sua transformação ocorreu na velha Inglaterra país que adotou como sua casa, onde mais tarde daria início ao império conhecido como Real Corpus. Seu nome é a forma francesa e inglesa do nome Aarão, inclusive este nome o representa bem pois significa: ousadia, competitividade, independência, força de vontade e originalidade. Líder nato que é reconhecido como tal. Se recorda dos seus anos humanos, pois não passa um dia sem pensar neles. Passou por muitas tragédias, mas aprendeu a suportá-las sozinho. 
Na minha cabeça o criei com cabelos escuros, pele clara e rosto de expressões fortes. 
Presidente da RC aprendeu muitas coisas nas suas viagens a negócios, incluindo outros idiomas, falando muito bem até o português mesmo sem ter vindo ao Brasil antes. Apreciador de música clássica e rock, gosta de andar sempre de social, principalmente se a cor escolhida for preta, além de ser apaixonado por carros de luxo.

“... Quando virei minha cabeça, vi uma criatura que não posso descrever como sendo humana, nem como sendo nada conhecido nesse vasto mundo. Um ser com a aparência de um jovem homem, cabelos tão negros quantos os meus e uma pele clara como o mais puro marfim. Ele estava mais para um anjo enviado por Deus, um anjo com os olhos que mesmo frios emanavam malícia, um anjo com a pele tão alva que eu tinha a impressão de ver todas as suas veias, ver seu coração.”

Ruby

Ruby é uma jovem de 25 anos que adora viver intensamente. Antes das mudanças bruscas em sua vida, ela adorava ouvir música alta e andar de bicicleta no Parque Ibirapuera. Possuía muitos amigos, amigos de infância. Sua maior virtude é ser paciente e solidária. Uma jovem mulher cheia de sonhos, mas que mesmo independente é extremamente apegada a família. Antes dos 16 anos fez aulas de dança de ritmos brasileiros, além de balé clássico e jazz quando menina. Adorava sair para dançar e estava sempre cercada de pessoas, pois tem pavor de ficar sozinha, muito provavelmente um dos seus pontos fracos. Começou a cursar Moda, mas decidiu parar, porque seu pai não acreditava muito no curso. Começou o curso de Hotelaria, mas ainda sim ela não se sentia satisfeita e por isso parou na metade do curso.
Suas melhores amigas ela conhece desde o berço e depois que sua vida mudou a vemos - que tanto tinha medo da solidão - se acostumar a ficar sozinha.
Está esperando viver uma paixão ardente, algo que seja eterno, apesar de já ter encontrado o "amor" algumas vezes.
No fundo a Ruby que estou escrevendo, é uma moça cheia de sonhos que teve a vida humana ceifada com bastante violência e que agora busca entender como tudo mudou tão drasticamente.

“... Não tinha cabimento que uma quase morta como eu estivesse tão bela. Os olhos grandes e amendoados não se pareciam com os meus estes que me retribuíam o olhar eram mais vivos e brilhantes. Os lábios carnudos e perfeitamente delineados eram de um vermelho escuro, como se tivesse sido desenhado por um grande pintor.  Minha pele nunca estivera tão perfeita - toquei minhas maças - senti sob os dedos a maciez de uma rosa. Meus cabelos negros e encaracolados emolduravam perfeitamente o meu rosto brilhando num tom preto - azulado hipnotizante. Aquela imagem parecia uma pintura e eu só podia estar sonhando. Ainda sim fiquei mais alguns minutos me observando, pois o que eu via ali era mais do que meu reflexo, era o reflexo de uma criatura cheia de perfeição nos menores detalhes, onde tudo se encaixava harmoniosamente.”

Stéfano

Como antagonista de nossa história, posso dizer que Stéfano é o personagem mais cruel que já criei. Ele se sente poderoso por ser imortal, forte a ponto de achar que a raça humana é um reles rebanho a lhe servir de alimento. Nascido também no século 17, na parte mais ao leste da Europa, Stéfano viajou durante muitos anos em busca da imortalidade. Conhece Aaron, na Lituânia quando foi atrás de seu “brinquedo”. Baixo, sem escrúpulos e sedento. Um homem belo, de traços fortes e que aparenta ter na faixa dos 40 anos. Ainda sendo terrível, ele guarda uma profunda obsessão por Ruby, seu maior objeto de desejo. Ele é o grande líder da DS, DomSacres, organização inimiga da RealCorpus de Aaron, cujo único intento é trazer desgraças a humanidade e assim poder ganhar dinheiro com as soluções que ele pode apresentar. Foi Stéfano também o responsável por dizimar pragas e doenças que até hoje assolam o mundo. Até metade de Redenção fica suspenso o fato dele querer tanto Ruby ao seu lado, a mulher que ele considera perfeita aos seus propósitos.

“...Seus olhos verdes não desgrudavam dos meus e estavam tão arregalados que lhe davam a aparência de um louco maníaco. Ele respirou fundo sugando partículas do ar ao seu redor.”

Nestor

“... Senti meu rosto corar e nem sei explicar ao certo por que. Sorri timidamente, sob o olhar cauteloso, porem gentil do elegante vampiro que ainda parecia digerir minhas palavras. Ele tinha os cabelos tão grisalhos e uma aparência tão angelical, que seu jeito me lembrou meu avô. Senti-me confortável, como se estivesse na presença de um velho e recém achado conhecido.”

Nestor é um personagem difícil de explicar. Senhor de uns 60 e poucos anos, adotou Aaron como filho depois de sua transformação. Na prática Aaron é o pai de Nestor, mas o velho vampiro é o braço direito do líder da RC. Vice – presidente da organização, Nestor está mais preocupado em manter seu bom padrão de vida sem precisar se preocupar com guerras ou coisas que para ele não fazem muito sentido. Acho que não citei no livro, mas o elegante vampiro é médico, cientista e foi o primeiro humano a ser transformado por Aaron. Responsável principalmente pelo ramo de biológicas da RC, Nestor e seus funcionários ao redor do mundo são os maiores responsáveis por formulas que hoje são consumidas, com a intenção de amenizar as mazelas que foram criadas com sangue de vampiros. No início ele se mostra um vampiro simpático, mas quando ele percebe que sua tão sonha paz e padrão de vidas estão ameaçados por conta de uma intriga entre Aaron e Stéfano, seu gênio muda e ele se torna um homem frio e egoísta. Também é europeu, talvez nascido no século 18 em algum lugar da Espanha.

Hamã


“... Hamã o árabe, cuida das finanças da organização. Posso dizer que ele é um verdadeiro gênio da área de exatas.”

Cheio de sotaque e de pele bem mais escura que os outros vampiros líderes da DS, Hamã é um homem cheio de mistérios, que pouco aparece no livro. Sua lealdade à Stéfano pode ser por ele ter salvo sua vida e ainda partilhado de seu sangue conferindo assim a vida eterna. Ruby não o encontra até quase o final do livro.

Josefh

“... Josefh o alemão. Ele foi o homem que fez uma visita à você no hospital e é ele também que está diretamente ligado aos experimentos para conseguir uma raça pura de vampiros que não terão problemas com o Sol. Sabemos que ele tem feito experiências em jovens vampiros.”

“...O rosto dele era o de um homem velho, porém belo, lindo demais. Ele estava mais para um Richard Gere, um astro de cinema. Com olhos amarelados cheios do mais puro êxtase. É loucura, mais me senti atraída por ele.”

Talvez Josefh seja tão cruel quanto Stéfano. De origem alemã e beleza extrema, o vampiro tem a aparência de uns 35 anos, apesar de ser imortal desde o século 17. Ele é, como Nestor para a RC, o responsável pelas experiências em busca de uma raça pura, uma raça que seja mais vampira, do que humana, pois seus estudos buscam principalmente acabar com o mal que o Sol pode fazer a ele e aos seus irmãos. Ao contrário de Hamã, Josefh também sente uma forte atração por Ruby, em possuí-la, mesmo sabendo que seu líder tem a “preferência”. Ele é do tipo de aliado que certamente puxaria o tapete de qualquer um para conseguir o que quer.

Alicia

“... Os olhos cinza, tão frios e cheios de uma crueldade que eu não entendia, me fitaram de cima a baixo com desdém. Alicia era linda e seu corpo cheio de curvas com certeza enlouquecia muitos homens. O que ela queria dizer ou insinuar com “A mulher por trás de Aaron” não me dizia respeito, apesar de eu achar que ela estava mais para uma reles prostituta de luxo”.

A gostosona do pedaço, daquelas que a gente tem vontade de matar de tanta invejinha. De cabelos loiros e compridos, olhos cinza e profundos, Alicia só tem duas coisas que martelam sua cabeça, sangue e Aaron. Louca, completamente apaixonada por ele, a mulher é capaz de tudo para tê-lo, até mesmo traí-lo. De fato, ao que tudo indica, ela não sabe da ligação imortal que existe entre Aaron e Ruby, para ela a jovem protagonista não passa de mais uma das tantas mulheres que seu líder leva para cama como diversão. Vale ainda dizer que tempos atrás ela conseguiu o que queria, tendo tórridos momentos de paixão com seu maior objeto de desejo. Apesar de tudo, Alicia é ótima estrategista e eximia nas artes da guerra. Não se fala de sua origem, mas podemos concluir que ela é norte americana, radicada no Brasil.

Cecília (Ceci)

“... Reparei como sua pele era morena e como seus cabelos castanhos claro contrastavam harmoniosamente. Estiquei o braço para levantar o rosto dela. Toquei de leve seu queixo e o levantei suavemente, surpresa por ver tantas lágrimas, que eu mesma não havia percebido, mas que rolavam do rosto angelical de um modo singelo e melancólico.”

Cecília ou Ceci é a pessoa que mais sofre nessa história. Com só 3 anos e meio, ela perdeu os pais que se suicidaram e antes ainda tentaram contra a vida dela. Filha de pais-irmãos, Ceci é especial por ser chamada de “índigo pura”, aquela que veio com a missão de fazer a diferença no mundo, uma enviada de Deus para ajudar a humanidade a encontrar a Redenção. Isso não foi abordado com profundidade no livro, pois mesmo sendo muito especial, Ruby que se tornou sua tutora, não deseja que ela passe por mais sofrimento. Uma criança que mesmo sendo tão nova, tem a mente aberta e madura o bastante para aceitar as peças que o destino pregou em sua vida, mente aberta o bastante para aceitar conviver com criaturas tão distantes de sua humanidade. 
O sangue da criança guarda um importante segredo.



Curiosidade Nº 1: Você sabia que a ideia inicial de escrever sobre um livro de vampiros nasceu tendo a protagonista como uma espécie de detetive sobre natural a lá Angel?
Sim sim. Cheguei a escrever um trecho que se passava no interior de São Paulo(mais precisamente em Piracicaba) onde a personagem principal, que na época não tinha nome, ia enfrentar um demônio devorador de humanos, no entanto de algum modo muito bizarro eu deletei esse trecho na minha máquina sem fazer um backup, quando percebi a besteira que eu tinha feito resolvi começar do zero e recriar a personagem principal. Então nasceu a Ruby, nossa meio humana e meio vampira.
Curiosidade Nº 2:
 No começo eu pensei seriamente em dar o nome de Henry ao personagem masculino principal, pois num dos contos que escrevi há muito tempo atrás, os personagens principais eram Henry e Mina respectivamente. Sempre gostei desse nome e por esse motivo eu cogitei a ideia de tê-lo na história, no entanto eu queria fazer diferente das outras histórias que criei no passado e no fim eu comecei a curtir bastante a sonoridade do nome Aaron. 
Curiosidade Nº 3:
 A história de Redenção se passa em São Paulo mais precisamente na zona norte que é a região que conheço e onde moro desde pequena, mas quando imagino a rua da Ruby vejo um pracinha que tem lá na Vila Madalena.
Curiosidade Nº 4:
 Redenção tem uma trilha sonora, que alguns leitores devem conhecer. Ela compreende uma playlist que eu toco sempre que sento para escrever ou editar a história. Composta basicamente de Muse(adoro) temos também Yanni, Keane e outros artistas que eu adoro. A lista completa está aqui em baixo:
01. 3DoorsDown - Here Without You
02. Muse - Exogenesis - Symph
03. Keane - Atlantic
04. Muse - Invincible
05. Placebo - Devil in the De
06. Imogen Hip -The Moment I
07. Alanis Morriset - Morator
08. Electric President - Mon
09. Keane - My Shadow
12. Muse - Falling Away with You
13. Placebo - Kings of Medici
14. Yanni - Our Days
15. Door Down - Citizen Soldi
16. Plumb - Damaged


Curiosidade Nº 5: Para o trecho que narra a primeira noite de amor de Aaron e Ruby eu ouço sempre Invencible do Muse e a música que me faz pensar em Ieva é a Our Days do Yanni. My Shadow do Keane, casa muito bem com os momentos de extrema confusão na cabeça da Ruby, com essa história de não estar nem viva nem morta.
Curiosidade Nº 6: Há um trecho de Redenção, que não entrou para o livro, onde uns cães geneticamente modificados atacam a família da Ruby em sua casa. Na primeira história que criei, ela ainda viveria alguns bons meses com sua família e seu avô descobria sobre sua condição. No final achei melhor essas partes ficarem de fora apesar de estarem prontas.
Curiosidade Nº 7: Acho que já comentei, mas Nestor foi o primeiro personagem a ter nome próprio, Ceci também já nasceu com esse nome, que veio da inspiração de uma conhecida.
Curiosidade Nº 8: A Casa das Tochas realmente existe no bairro do Morumbi, aqui em São Paulo. Num passeio a trabalho por aquelas bandas, vi uma enorme casa, com um terreno imenso, onde uma placa na entrada dizia “Casa Das Tochas”, na hora me veio o estalo que eu precisava e eu achei uma boa o nome. Claro que a casa em questão deve ser algum estabelecimento comercial, se ainda existir, pois naquela época já parecia estar meio abandonada.


* Todos os textos acima foram retirados do blog da autora (link na imagem no final do post), mas em relação aos personagens, acho que alguns irei trocar quando fizer a resenha... rsrsrs...

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11 comentários

  1. Que é isso??? Outro maravilhoso da Dracaena?? Estou cada vez mais encantada com os lançamentos dessa editora!!! E essas montagens Patthy? Só uma pergutinha, vc é fã de 007? Já que usou dois atores que interpretaram meu agente secreto preferido em suas ilustrações dos personagens... hehehehe Amei!!! Vai para a lista já!

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  2. Caramba! Adorei!!
    Mais um pra minha lista...ai tô ferrada...kkk
    Bom demais!!!
    E que bela escolha para ilustrar os personagens, hein!!

    beijos

    http://kastmaker.blogspot.com/

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  3. Mais uma resenha muito legal aqui do blog. O livro é muito bom também, eu já li em formato eletrônico e agora estou adquirindo meu exemplar que me será enviado pela Lívia memso eu estando tão longe.
    Parabens ao pessoal que está prestigiando a literatura nacional.

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  4. Estou bastante ansiosa para ler adorei a resenha, super completa.
    sucesso pra autora (que é um amor) e pra você (que é muito talentosa).
    beijo

    Amy Macchiato

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  5. Own... apresentação e resenha #show... a Lilo é uma fofa.

    Minha hora de ler Redenção está próxima rs.

    Bjs.

    Apaixonada por Livros

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  6. Olá, Guardiã!
    Adorei a sua ideia de destacar cada personagem do livro através de imagens. Curti muito mesmo saber um pouco mais sobre o processo de criação de Redenção, já conheço a Lilo há mais de um ano e torço muito mesmo pelo sucesso dela!
    Estou louca para ler Redenção!!
    Bjos.

    Mariana Ribeiro
    Confissões Literárias.

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  7. OOooooowwww!
    o livro da Lilo!!!!
    Adorei o post meninas! E que post, hein? Mais explicativo não há!
    Bem, já conhecia a ideia do livro e acho muito legal! A Lilo tem um dom pra escrever e eu espero que este livor faça o sucesso que ele merece! Tô esperando ansiosa para lê-lo.
    Lilo, parabéns, sucesso pra vc!
    Meninas, lindo post! É sempre bom conhecer a "origem" da história e um pouco mais dos personagens!

    Beijos

    Danni
    Garotas e Livros

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  8. Oi!
    Nossa o livro da Lilo está um arrasado e essa postagem só demonstra o quanto pode ser criativa a forma de valorizar um bom livro.
    Desejo sucesso a Lilo e confesso que ando bem curiosa por ler o livro.
    Parabéns pela postagem completíssima e animadora.
    Cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com/

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  9. Escolheu bem as pessoas para cada personagem. Adorei a resenha, super completa.
    Bjs, Rose.

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  10. http://www.youtube.com/watch?v=_4LchJaUUAY

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  11. A resenha está ótima, mas o livro uma verdadeira decepção,a idéia precisa ser bem elaborada mais detalhada, quem ler o livro sem ver a resenha vai achar uma droga, e quem ver a resenha antes de ler o livro, acha que o livro vai ser fascinante, a decepção é tão grande que chega a ser irrecomendável. Mencionando o livro faltam páginas, quando estar se lendo um capítulo pula pra outro e mais adiante acaba encontrando a página que faltava no capítulo anterior, o enredo é pobre,sem criatividade. Dizem que a prática leva a perfeição...

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