LANÇAMENTOS DA EDITORA BERTRAND: OUTUBRO

sexta-feira, 5 de outubro de 2012



 Confira os lançamentos da Editora Bertrand para o mês de Outubro!!!!!! 

As joias de Manhattan
(The Jewels of Manhattan)

Carmen Reid

Tradução de Maura Paoletti

Literatura Estrangeira, Chick-Lit
Editora Bertrand Brasil
350 páginas
R$ 39,00
ISBN: 978-85-286-1622-4

Uma história romântica, maravilhosa e cintilante para quem já sonhou em ter uma vida com mais brilho

Famosa por seus romances chick-lits, Carmen Reid apresenta seu terceiro título do gênero no Brasil: As joias de Manhattan. Criado a partir da frase de uma história contada por sua filha de sete anos – “Três garotas lindas decidem roubar uma joalheria” –, o livro proporciona cenas de humor, de emoção e, principalmente, de muitas surpresas.

Três irmãs, um destino: se tornarem milionárias.
Como conseguir: vendendo joias roubadas.
Sua experiência no assunto: zero.
Chance de o plano virar de pernas pro ar: 100%.

As joias de Manhattan traz a história de três jovens que se mudam de um rancho no interior do Texas para a imprevisível Nova York, desejando fama e riqueza. Um chick-lit com todos os ingredientes necessários: romance, personagens cativantes e engraçados, um final imprevisível e situações que farão os leitores se emocionarem.

Com um ritmo dinâmico, muita confusão e aventura, além de descrições perfeitas das cenas, As joias de Manhattan parece um roteiro de cinema. No fim, os leitores estarão apaixonados pelas confusões que as protagonistas conseguem atrair.

Carmen Reid arrancará risadas dos leitores, mas os fará refletir: é possível, com um roubo, alcançar a vida perfeita?

“Uma comédia romântica com um quê de criminalidade. Brilhante.” (Closer)

Carmen Reid é escritora e jornalista. Já publicou diversos romances, além de escrever colunas semanais em dois jornais escoceses e contos para revistas. Adora cozinhar e, principalmente, escrever sobre a complicada vida da mulher moderna. Sua maior satisfação é fazer os leitores darem boas gargalhadas. Mudou-se com o marido de Londres para Glasgow, na Escócia, logo após o nascimento do primeiro filho. Após de Uma cama para três e A terra tremeu?, este é seu terceiro romance publicado pela Bertrand Brasil.

Trecho do livro:

“— Assim que roubar as joias vou ter que me esconder por um tempo aqui ou em algum lugar no exterior.
— O quê? Uma vez que você roubar... Em, por favor, você não vai roubar as joias — sibilou Amber. — Já sabemos que elas estão vindo em carro blindado. Além disso a Wilson está contratando seguranças armados e montando vitrines de vidro à prova de balas. Você não vai roubá-las. Não vai sequer tentar. Trate de esquecer completamente tudo isso! Sapphire e eu não temos a intenção de passar todos os domingos à tarde visitando-a na cadeia.
— Amber, vá pegar algo no guarda-roupa e vista-se — instruiu Em. — Coloque uma roupa de balada legal, arrume o seu cabelo, adicione maquiagem, tente desencanar um pouco e parecer jovem por uma vez na vida. Depois vá para lá às sete horas. Quando não estivermos servindo drinques, acompanhando as pessoas até as suas mesas ou limpando derramamentos de bebidas na pista de dança, vou explicar exatamente como vou roubar as joias.”  (p. 167-168)


Eu e Você
(Io e Te)
Niccolò Ammaniti

Tradução de Joana Angélica d’Avila Melo

Literatura Estrangeira
Editora Bertrand Brasil
160 páginas
R$ 29,00
ISBN: 9788528616088

Bertrand Brasil lança livro de Niccolò Ammaniti que inspirou novo filme de Bernardo Bertolucci

Em Eu e você, o talento de Niccolò Ammaniti para criar personagens fortemente humanos, pelos quais é fácil afeiçoar-se, e sua capacidade de contar histórias comoventes reúnem-se em um relato sobre mentiras tão pueris quanto inescapáveis, promessas nunca cumpridas e tudo aquilo que se quer, mas não se pode ter. Ou ser.

Tímido, anti-social e neurótico, mas também sensível, meticuloso e  perspicaz, Lorenzo tem dificuldade de se comunicar com o mundo. Para realizar seu sonho de viver isolado, sem conflitos e sem colegas irritantes, esconde-se no porão de casa durante a semana branca – sete dias de férias que os jovens têm direito na Itália. Assim, cria um mundo particular onde pode ouvir música, assistir a filmes no computador, ler e se sentir à vontade.

Sua semana de sonhos está pronta para começar quando, de repente, chega uma visita inusitada: a rejeitada meia-irmã Olivia.

O autor é conhecido por sua escrita corajosa. Em seu primeiro romance publicado pela Bertrand Brasil, Como Deus manda, expôs o mundo dos excluídos, dos marginalizados e dos brutalizados italianos em uma sociedade consumista. Depois, em A festa do século, o autor apresentou a sociedade da vaidade em que as importantes personalidades vivem. Com apenas uma ressalva: não da maneira que elas esperavam.

O filme baseado no livro de Ammaniti foi ovacionado quando apresentado no Festival de Cannes de 2012.

"Niccolò Ammaniti é um dos escritores mais interessantes da literatura contemporânea italiana." (Veja)

“A escrita de Ammaniti é incrível. Simples e realista, Eu e você agradará a jovens e adultos.” (GoodReads.com)

“Uma história encantadora sobre o que é ser um jovem de quatorze anos que não consegue se enquadrar.” (Amazon)

“Ammaniti nos leva em uma viagem inesquecível através do medo das responsabilidades que o futuro reserva para os jovens na passagem para a vida adulta.” (The Independent)

Niccolò Ammaniti nasceu e vive em Roma. Escreveu os romances Branchie, Ti prendo e ti porto via e Não tenho medo, além da antologia de contos Fango. Como Deus manda, seu primeiro livro pela Bertrand Brasil, recebeu o prêmio Strega, mais importante e disputado da literatura italiana. A festa do século, seu livro seguinte, demonstra todo o talento do autor por meio de uma crítica tão criativa quanto impiedosa à sociedade. Com Eu e você, Ammaniti comprova a versatilidade literária que o levou a ser traduzido para mais de quarenta idiomas.

Trecho do livro:

“A porta se escancarou sobre um grande aposento retangular. No alto, duas janelinhas cobertas de poeira deixavam passar uma nesga de luz que caía sobre móveis cobertos por panos, caixas de papelão cheias de livros, de panelas e de roupas, sobre esquadrias bichadas, mesas e portas de madeira, sobre lavatórios incrustados de calcário e pilhas de cadeiras empalhadas. Em qualquer ponto
para que eu olhasse, havia tralhas amontoadas. Um sofá de flores azuis. Uma pilha de colchões de lã cobertos de mofo. Uma coleção de Seleções comida por traças. Discos velhos. Abajures com a cúpula torta. Uma cabeceira de ferro batido. Tapetes enrolados em jornais. Um grande buldogue de cerâmica com uma pata quebrada.
Uma casa dos anos 1950 apinhada em um porão.
Mas, a um canto, havia um colchão com lençóis e um travesseiro. Sobre uma mesinha, arrumadas em ordem, dez latinhas de carne Simmenthal, vinte de atum, três embalagens de pão de forma, seis potinhos de conservas em azeite, doze garrafas de água mineral Ferrarelle, sucos de fruta e Coca-Cola, um pote de Nutella, duas bisnagas de maionese, biscoitos, lanchinhos e dois tabletes de chocolate ao leite. Pousados sobre um caixote, um pequeno televisor, o PlayStation, três romances de Stephen King e algumas revistinhas Marvel.
Fechei a porta.
Aquela era minha semana branca.” (p. 32-33)


Jacques Lacan, passado presente
(Jacques Lacan, passé présent)
Alain Badiou e Élisabeth Roudinesco

Tradução de Jorge Bastos

Não Ficção
Difel, selo editorial da Bertrand Brasil
96 páginas
R$ 25,00
ISBN: 9788574321257

Com Lacan, pensador da desordem, os autores interrogam a questão crucial da relação entre revolução política e subjetiva

Leitura fundamental para conhecer um dos homens mais influentes do século XX e os tentáculos de seu pensamento, que ainda hoje permeiam a sociedade, Jacques Lacan, passado presente, de Alain Badiou e Élisabeth Roudinesco, é uma conversa inteligente e ágil marcada por duas diferentes visões que se complementam e pintam um retrato fascinante deste que é considerado um dos homens mais importantes da psicanálise.

A primeira parte desse diálogo é dedicada aos encontros dos dois autores com Lacan. Primeiro um encontro social e, depois, um encontro com suas ideias, suas posições políticas, sua relação com a filosofia e o controle que ele exerceu sobre o mundo intelectual dos anos 1960 e 1970.

Na segunda parte do livro, os autores dialogam sobre a obra de Lacan: o que ela foi, o que resta dela e, sobretudo, o que ela pode propor à sociedade para o futuro, ajudando todos a enfrentar a angústia gerada pela crise e a lutar contra as tentações obscurantistas.

Quaisquer que sejam os pontos de desacordo entre Badiou e Roudinesco, os dois concordam em dois aspectos fundamentais: a importância do pensamento lacaniano nos dias atuais e as qualidades vanguardistas do psicanalista, que, no fim de sua vida, afirma Élisabeth, anunciou o aparecimento de flagelos atuais, como o racismo, o individualismo furioso e a demagogia de massa.

“Queremos crer, aqui e agora, que, para além da angústia mortífera, sob a qual se obstina a se autoproclamar nossa sociedade em crise, uma representação do futuro torna possível nova esperança.” (Alain Badiou e Élisabeth Roudinesco)

Alain Badiou nasceu em Rabat numa época em que o Marrocos se encontrava sob dominação francesa. É filósofo e escritor. Discípulo de Louis Althusser, Jean-Paul Sartre e do próprio Jacques Lacan, foi membro fundador do Partido Socialista Unificado, em 1960.

Élisabeth Roudinesco nasceu em Paris e é historiadora e psicanalista. Foi aluna de Letras, com especialização em linguística. No mestrado, foi orientada por Tzvetan Todorov. Atualmente, é colunista do Le Monde.

Ambos têm seus livros publicados em diversos países e estreiam pela Bertrand Brasil.

Trecho do livro:

“A primeira parte, ‘Um mestre, dois encontros’, desenvolve uma sequência de reflexões pessoais sobre a relação que cada um de nós teve com Lacan, nos anos 1960-1970. A segunda, ‘Pensar a desordem’, é uma crítica, evocando os aspectos mais pertinentes da contribuição lacaniana, de todos os sectarismos contemporâneos — ideal comunitarista, obscurantismo, paixão pela ignorância — que contribuíram, tanto no campo da psicanálise quanto no da política, para um rebaixamento do pensamento.
Queremos crer, aqui e agora, que, para além da angústia mortífera, sob a qual se obstina a se autoproclamar nossa sociedade em crise, uma representação do futuro torna possível nova esperança. Freud, afinal de contas, elaborou certa concepção trágica do sentido íntimo, bem distante do cada-um-por-si que caracteriza nossa época. Por que não pensar a possibilidade daquela invenção voltar a ser, assim como a revolução, uma ideia nova no mundo?” (p. 9-10)


Os monstros do cartógrafo: O ataque da vampantera!
(The Mapmaker’s Monsters – Vampanther Attack)
Rob Stevens

Ilustrações de Adam Stower
Tradução de Ana Resende
Literatura Estrangeira, Infantojuvenil
Editora Bertrand Brasil
400 páginas
R$ 35,00
ISBN: 9788528616200

A segunda de uma série de aventuras pelos quatro cantos do mundo

Piloto de uma companhia aérea, Rob Stevens concluiu seu primeiro livro, o premiado best-seller Os monstros do cartógrafo: cuidado com os bufalogros!, ao longo de várias viagens. Escrevendo novamente durante suas jornadas pelo mundo, o autor apresenta agora o segundo volume da série: O ataque da vampantera!.

Uma história de aventura e fantasia que se passa em pleno século XV, a série Os monstros do cartógrafo, com ilustrações de Adam Stower, traz tramas emocionantes de superação e de demonstração do amadurecimento de um menino que agradarão leitores de todas as idades. Foi o que aconteceu na Inglaterra, quando se tornou leitura obrigatória entre alunos de colégios e de universidades.

Hugo está viajando outra vez. Ele vai para as montanhas sombrias da Transilvânia, um lugar que, literalmente, não está no mapa. Lá, nada é o que parece.

Para resgatar o amigo de seu tio e localizar o castelo oculto da terrível vampantera, Hugo contará com a ajuda de criaturas fantásticas e inacreditáveis: uma gata falante que prevê o futuro, um lobisomem bem agitado e um Abominável Orangofango. Além, é claro, de seu grande amigo Feroz, um rato falante e divertido.

Os monstros do cartógrafo: o ataque da vampantera! é uma história cheia de criaturas fantásticas, lugares incríveis, muito mistério e aventura.

“Um escritor surpreendente.” (The Telegraph)


Rob Stevens é um piloto da British Airways que escreve em quartos de hotel em todo o mundo. Os Monstros do Cartógrafo é sua primeira incursão em livros para jovens. Quando não está voando, vive em Dorset com a esposa e os dois filhos pequenos. Saiba mais em www.robstevens.co.uk

Adam Stower adora ilustrar histórias de aventura e fantasia. Estudou ilustração na Norwich School of Art and Design e na Universidade de Brighton. Vive com a filha em Brighton, na Inglaterra.


Trecho do livro:

“Pequeno Jake estudou o rosto de Walter por um momento. Em seguida, resmungou:
— Você está blefando. Você não sabe do que está falando.
— Você tem razão. — Walter ergueu os olhos e sorriu para ele. — Eu não sei de nada. Mas o que já ouvi desde que cheguei é que o Tira-Vidas é, na verdade, uma vil e cruel... Bem, esqueça. Você não iria querer se preocupar com fofocas.
— Sou eu quem deve julgar isso — interrompeu
Pequeno Jake. — Termine o que estava dizendo: ele é uma vil e cruel o quê?
Walter fitou com um olhar sinistro o homem baixinho. Em seguida, respirou fundo e murmurou:
— Vampantera.
Pequeno Jake deixou escapar um suspiro e estremeceu. Logo depois, recompondo-se, deu um riso de deboche.
— Uma vampantera? — zombou. — Nunca ouvi falar de algo tão ridículo em toda a minha vida.
— Quer dizer, suponho que vocês planejaram como desarmarão a fera mais assustadora que já aterrorizou o planeta.
Jake franziu a testa e revirou os olhos, nervoso.”  (p. 208-209)


O dia em que te esqueci

Margarida Rebelo Pinto

Literatura Estrangeira
Editora Bertrand Brasil
176 páginas
R$ 29,00
ISBN: 97885286 16231

Um abraço com páginas

O dia em que te esqueci, segundo livro de Margarida Rebelo Pinto lançado pela Bertrand Brasil, apresenta uma carta de despedida dirigida a um grande amor. Uma das escritoras mais importantes de Portugal na atualidade, vendeu milhões de exemplares em toda Europa e conseguiu um enorme número de fãs por vários países.

Uma história sobre os caminhos que as pessoas precisam percorrer para alcançar o verdadeiro amor, traduzida numa narrativa envolvente e sensível, que leva mais uma vez o leitor a uma viagem interior à descoberta dos seus próprios sonhos e medos.

O dia em que te esqueci é uma lição de vida que se desenvolve, primordialmente, por meio de dois conselhos. O primeiro deles diz que não vale a pena dizer “tenho que esquecer”, para que isso ocorra, é necessário desistir de amar. O segundo afirma que procurar uma nova paixão para esquecer uma antiga também não é solução. O amor não pode ser forçado, tem que acontecer naturalmente.

Para as mulheres que viveram um grande amor e para todos os homens que o perderam. Uma carta envolvente que ajuda a descobrir novas portas para o verdadeiro amor.

Segundo a autora, “esquecer é uma forma de morrer, ninguém quer viver a morte ainda vivo”.

“O dia em que te esqueci, da sempre cristalina Margarida Rebelo Pinto, funciona como um salvo-conduto do amor.” (Fabrício Carpinejar)

Margarida Rebelo Pinto nasceu em Lisboa, em 7 de junho. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Clássica de Lisboa. É autora de sete romances, quatro livros de minificções e dois livros para crianças. Seus livros estão publicados na Espanha, França, Holanda, Alemanha, Bélgica e Itália. Pela Bertrand Brasil tem publicado Diário da tua ausência.

Trecho do livro:

“Quando voei para a tua cidade já sabia que não te encontraria. Irias fugir mais uma vez, como tantas vezes já o fizeras. Pouco me importei. A minha vida estava a mudar, como se depois de uma longa e involuntária hibernação me fosse finalmente dada a oportunidade de respirar ar puro e ver a luz.
Nunca tive medo da luz, nem tampouco me assustei com a minha sombra, mas aprendi a ver nas trevas dos outros a grandeza da minha própria escuridão, e demorei demasiados anos a aceitar que, se há coisas que nunca se agarram, o amor é uma delas. Sempre que tentas correr atrás dele, brinca com a tua dor, faz‑se de gato da Alice, que escarnece de nós para desaparecer em seguida, brincando aos impostores como Oz, o feiticeiro, que se divertia a ser mau, só
para provar que a maldade é uma força indomável, com vida própria, que não vale a pena tentar domesticar ou fingir ignorar. O amor aparece para alterar o
rumo da tua vida, e acaba sempre por conseguir, quer queiras, quer não.” (p. 30-31)




O oásis oculto
(The Hidden Oasis)
Paul Sussman

Tradução de Paulo Afonso

Literatura estrangeira, Suspense
Editora Bertrand Brasil
574 páginas
R$ 59,00
ISBN: 9788528616101

Uma aventura de rara imaginação, em que o autor aliou realidade e ficção

Paul Sussman, falecido precocemente em 2012, aos 45 anos, era considerado pela crítica um dos escritores de thriller mais inteligentes do século XXI. Assim como já ocorrido com O último segredo do templo, O oásis oculto comprovará ao leitor a técnica de um escritor em sua plena forma.

A trama desenrola-se em diversas localidades egípcias, com personagens cativantes e muitas pistas, às vezes falsas, às vezes verdadeiras. Quando o leitor tiver certeza de que decifrou todo o enigma, rapidamente vai se encontrar em completa escuridão. E aquele que aparentemente achar que se trata de um thriller longo devido às suas quase 600 páginas, vai se surpreender ao desejar mais ao fim da obra.

Egito, 2153 a.C. Um grupo de sacerdotes parte na calada da noite rumo ao deserto ocidental. Levam consigo um misterioso objeto. Semanas depois, após chegarem ao destino, todos eles cometem suicídio.
Albânia, 1986. Um avião decola da pista de pouso de Kukesi, no nordeste do país, com destino ao Sudão. A bordo, uma carga que mudará para sempre o destino da região. Em algum lugar do deserto do Saara, o avião desaparece.
Deserto ocidental, dias atuais. Um grupo de beduínos descobre um corpo mumificado e semienterrado nas dunas do deserto. Com ele, um rolo de filme fotográfico e um obelisco de barro em miniatura, com um curioso símbolo gravado nos quatro lados.

“Uma leitura rápida, de dar frio na espinha. O oásis oculto tem todos os ingredientes de uma aventura de James Bond e deixa o leitor em suspenso até o último capítulo.” (Sunday Business Post)

“O oásis oculto é um romance cinematográfico de tirar o fôlego, com seus mistérios permeados por arqueologia egípcia e história.” (Booklist)

Paul Sussman, além de escritor, foi jornalista e arqueólogo. Fez parte da primeira equipe de escavações de novos sítios no Vale dos Reis desde que a tumba do faraó Tutancâmon foi descoberta em 1922. Seu primeiro romance, The Lost Army of Cambyses, tornou-se um bestseller mundial e foi traduzido para 28 idiomas. Pela Bertrand Brasil, publicou o também bestseller O último segredo do templo. Faleceu em 2012, aos 45 anos.

Trecho do livro:

“’Um wadi, em particular, o chamado wehat seshtat, o Oásis Oculto, parece ter merecido especial reverência. Embora as evidências sejam escassas, esse local parece ter continuado a ser um importante centro de cultos até o fim do Antigo Império, quase mil anos após o surgimento do Egito como nação unificada.’ (...)
— Finalmente — continuou ele quase aos gritos —, eu argumento que esse wadi misterioso e ainda não descoberto serviu de inspiração e modelo para uma série de lendas subsequentes de oásis perdidos no Saara, notadamente a lenda de Zerzura, a Atlântida das Areias, que o já mencionado Ladislaus Almasy passou grande parte de sua carreira procurando em vão.” 
(p. 47)


O Portal de Glasruhen
(the Glasruhen Gate)

Vol. 2 - As Aventuras de Jack Brenin

Catherine Cooper

Trad.: de Maria de Fátima Oliva Do Coutto
Literatura estrangeira, Infantojuvenil
Editora Bertrand Brasil
238 páginas
R$ 29,00
ISBN: 9788528616095

A mistura perfeita de magia, mitologia, mistério e imaginação

Após o sucesso de A Noz de Ouro, Catherine Cooper apresenta O Portal de Glasruhen, a esperada sequência da série As Aventuras de Jack Brenin. Presente nas principais listas de mais vendidos da Inglaterra, o livro possui uma leitura dinâmica para adultos e uma brilhante introdução no gênero de fantasia para os mais jovens.

Os personagens, assim como a própria história, amadureceram neste segundo volume e, aliado ao suspense presente até a última página, compõem um romance que marcará gerações.

Vencedor, em 2010, do prêmio britânico para autores nunca publicados (Brit Writers Awards), com o livro A Noz de Ouro, ao concorrer com mais de vinte mil candidatos, Catherine Cooper traz de volta toda a beleza da mitologia celta em uma aventura para leitores de todas as idades.

Com a noz, sua varinha e novas habilidades, Jack Brenin está de volta e precisa completar sua missão: salvar Arrana, a Hamadríade (a árvore de vida) e todas as outras árvores. Durante essa jornada, o leitor conhecerá mitos nunca abordados por livros de fantasia.


Próximo volume: A Montanha Prateada

“O leitor é fisgado já nos primeiros capítulos, e é bom ficar avisado: é o tipo de aventura que prende tanto que nos faz perder o ponto de ônibus!” (BBC)

“A narrativa é acessível e flui. Os personagens são construídos com muita habilidade, e a trama, amarrada com destreza. Uma leitura prazerosa.” (thebookbag.com)

Catherine Cooper nasceu em Shropshire, Inglaterra. Foi professora primária durante quase trinta anos antes de descobrir que adoraria escrever para crianças. O amor de Catherine por história, mitos e lendas e pela região rural de Shropshire ganham brilho graças às suas encantadoras histórias. A Noz de Ouro foi seu livro de estreia.


Rosa Negra
(Black Rose)
Vol. 2: Trilogia das Flores
Nora Roberts

Trad.: Luís Santos


Literatura Estrangeira
Editora Bertrand Brasil
350 páginas
R$ 39,00
ISBN: 97885286 16170

Uma mulher forte e independente acredita que o amor é algo que ficou para trás. Mas ela está a ponto de se surpreender…

Após agradar o público com Dália Azul, chega ao Brasil Rosa Negra, segundo volume da Trilogia das Flores, de Nora Roberts. Assim como todos os títulos da autora, vendeu centenas de milhares de cópias nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha e figurou nas principais listas de mais vendidos.

Ao mesclar romantismo com uma dose de paranormalidade, a autora criou uma trama que agradará até aos seus mais exigentes fãs. A Trilogia das Flores é um exemplo perfeito da técnica narrativa de Nora Roberts que conquistou milhões de leitores ao redor do mundo.

Aos 47 anos, Rosalind Harper (Roz) é uma mulher capaz de passar pelas maiores provações sem esmorecer. Com três filhos, ela sobreviveu a dois casamentos e construiu um viveiro, de onde tira seu sustento. Ao longo dos anos, o viveiro deixou de ser apenas um ganha-pão e se tornou muito mais que isso: um símbolo da esperança e da independência dela, que divide o negócio com mais duas mulheres, Hayley e Stella, suas companheiras para todas as horas. As três são o futuro do viveiro.

Contudo, esse futuro corre perigo, e Rosalind sabe que elas não podem lutar sozinhas contra o fantasma da Noiva Harper. Contratado para descobrir os ancestrais da família Harper, o Dr. Mitchell Carnegie se vê intrigado com a própria protagonista. E, conforme o mistério por trás da identidade da Noiva Harper começa a se desfazer, ela percebe com espanto que se vê atraída pelo genealogista.

Três mulheres se encontram em momentos fundamentais em suas vidas — todas em busca de novas formas de crescer — e descobrem umas nas outras a coragem de arriscar e encarar o futuro.

“É impossível negar o talento natural de Nora Roberts para criar um par romântico que caia nas graças do público.” (The Independent)

“Nora Roberts é brilhante.” (Publishers Weekly)

“Uma leitura deslumbrante e emocionante que deixa aquele gosto de quero mais.” (The Sun)

Próximo lançamento: Lírio Vermelho.

RESENHA DE DÁLIA AZUL (CLIQUE AQUI)

Nora Roberts, autora número 1 da lista de bestsellers do mundo inteiro, com quase 200 romances publicados e mais de 300 milhões de exemplares vendidos, é saudada como uma contadora de histórias que possui versatilidade e talento. Nora detém a extraordinária média de venda de 40 livros por minuto. Doce Vingança, Segredos, O Amuleto, Resgatado pelo Amor, Santuário, A Villa, Três Destinos, Tesouro Secreto, Pecados Sagrados, Virtude Indecente, Bellissima e as trilogias (do Sonho, da Gratidão, do Coração, da Magia, da Fraternidade e do Círculo), entre outros títulos, foram publicados pela Bertrand Brasil. Sob o pseudônimo J.D. Robb, escreve os livros de suspense que integram a série Mortal, que já acumula 18 lançamentos no Brasil. Saiba mais em www.seriemortal.com.br.

Trecho do livro:

“Acariciou-lhe o braço gentilmente, descontraindo-a.
— Você tem andado ocupado.
— Em boa parte, são procedimentos habituais. Mas tenho pensado nas partes menos usuais do nosso projeto. Quando fizemos amor…
— Isso se insere em que parte do nosso projeto?
Mitch riu do tom seco e esfregou a face nos cabelos dela.
— Estou incluindo numa coluna extremamente pessoal e espero juntar muitas páginas ao arquivo. Mas você vai ver que está relacionado.
Ela se manifestou… o termo será esse, certo?
— Não me lembro de palavra melhor.
— Escancarou portas, fechou-as, fez o relógio bater as horas, e por aí afora. Não há dúvida de que deixou bem patente o que sentia em relação ao que estava se passando entre nós e ao que se passou desde que iniciamos o arquivo pessoal.
— E daí?
— Não fui o primeiro homem com quem você manteve uma relação pessoal naquela casa.
— Não, não foi.” (p. 201)



Wunderkind – Uma reluzente moeda de prata
(Wunderkind - una lucida moneta d’argento)

Trilogia Wunderkind 

D’Andrea G.L.

Tradução de Mario Fondelli
Literatura Estrangeira, Suspense
Editora Bertrand Brasil
392 páginas
R$ 39,00
ISBN: 978-85-286-1619-4

Tão poderoso quanto um conto de Gaiman e tão perturbador quanto o mais ferino Barker

Neste momento atual em que muitos livros de fantasia são lançados, para um título destacar-se é necessário que possua, principalmente, uma trama envolvente e personagens cativantes. Este é o caso de Wunderkind – Uma reluzente moeda de prata, de D’Andrea G.L.. Após enorme sucesso na Itália, na época de seu lançamento, a crítica europeia o comparou aos livros de Neil Gaiman.

A vida de Caius Strauss muda completamente no momento em que ele recebe uma moeda de prata de presente de um horrível e misterioso sujeito com cara de lua. E por mais que ele tente se livrar dela, o objeto sempre acaba voltando para ele.

Com uma linguagem fantástica típica de um autor que é especialista no gênero, D’Andrea escreveu um thriller de horror que traz citações de grandes artistas, como Shakespeare e Tolstói. Convincente, visionário, obscuro e, às vezes, violento, um livro elegante e bem-escrito.

Wunderkind é uma experiência. Você é levado pelo autor e passa a jogar em um mundo onde nada e ninguém é o que parece. Grande história, uma rara habilidade para contar.

Tão poderoso quanto um conto de Gaiman e tão perturbador quanto o mais ferino Barker, um livro surpreendente de um autor de estilo inovador e visionário.

“Uma história ao mesmo tempo cruel e delicada, contada em estilo cinematográfico.” (GoodReads)

D’Andrea G. L. nasceu em 1979, em Bolzano, Itália, onde até hoje vive e trabalha. Gosta de ouvir metal e das obras de Francis Bacon, e conseguiu reunir na escrita essas duas paixões. Coleciona instrumentos cirúrgicos da segunda metade do século XIX. Com Wunderkind – uma reluzente moeda de prata, o autor foi traduzido para diversos idiomas e estreia pela Bertrand Brasil.

Trecho do livro:

“— E conhece a razão de todo aquele ódio? De todo aquele medo?
Os olhos de Spiegelmann soltavam faíscas.
— Porque ela sabia quem você realmente é, Caius. Sabia, e estava com medo.
— Quem sou eu? — perguntou Caius.
— Você é o Wunderkind.
Wunderkind.
Aquela palavra grudou nele e o levou para bem longe. A um beco perdido no temporal. A um tripúdio de relâmpagos e trovões. Até diante das chamas de uma fogueira improvisada. A um lugar que amiúde aparecera em seus sonhos. Onde
um vulto de pesadelo recitava sempre a mesma fala.” (p. 208-209)







3 comentários

  1. Nossa essa trilogia das flores tá me deixando muito curiosa....também me interessei por Wunderkind – Uma reluzente moeda de prata...bah...fiquei maluquinha por ele.

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  2. Achei interessante Eu e Voce, fiquei muito curiosa com a capa de Wunderkind – Uma reluzente moeda de prata.

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