RESENHA: O DUQUE E EU (OS BRIDGERTONS #1) - JULIA QUINN

sexta-feira, 2 de agosto de 2013


Título Original: The Duke and I
Tradução: Cássia Zanon
Páginas: 288
Formato: 16 x 23 cm
Peso: 360 g
Acabamento: brochura
Lançamento: 15/04/2013
ISBN: 9788580411461
EAN: 9788580411461
Preço: R$ 29,90
Leia um trecho: CLIQUE AQUI

Sinopse:  Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas.
Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível.

É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga.

A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.



Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.

“Julia Quinn é nossa Jane Austen contemporânea.” – Jill Barnett

“Inteligente e divertido.” – revista Time



Ler um livro do gênero romance histórico por mês é prazeroso, mas poder ler três livros desse gênero em um mês é indescritível, e sendo eles com excelentes narrativas, então para uma leitora que ama o gênero realmente podemos dizer que é praticamente o paraíso.




E a Editora Arqueiro nos concedeu esse privilégio, quando lançou três romances do gênero romance histórico, no qual a editora denomina Romances de Época no mês de abril desse ano. E com autoras tão diferentes uma da outra mesmo que o romance tenha a mesma premissa, já que cada livro faz parte de uma série pertencente a uma família, e a cada livro trará um membro da família como personagem principal.

Dentre as três séries, ou melhor,  dentre as três famílias (Bridgertons, Rathaways e Rothwells), com certeza a mais numerosa, é a família Bridgerton,  da autora Julia Quinn, são 8 irmãos consequentemente oito livros, sendo que o primeiro livro lançado no Brasil intitulado O Duque e Eu no qual será resenha de hoje.

A família Bridgerton é composta de 8 irmãos (Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth), e como matriarca a viscondessa, Violet Bridgerton, que controla com um pouco de chantagem emocional, muitas vezes bastante firme e na grande maioria com sutileza seus filhos.


O perfil da Violet lembra a mãe de Lizzie Bennet do livro Orgulho e Preconceito da autora Jane Austen, mas são completamente  diferentes, enquanto Mrs. Bennet era ardilosa e a todo custo queria casar as filhas, não que esteja julgando, já que ela tinha 5 filhas para casar e sua condição econômica não era muito favorável, diferente da família Bridgerton que tem uma boa condição financeira, mas ambas as mães se equivalem em sagacidade por casar seus filhos, mesmo com intenções diferentes.


Além do status dos filhos serem bem casados, porém Violet em uma cena no decorrer livro do livro demonstra que acima de tudo quer ver os filhos casados, porém felizes, como foi o seu próprio casamento com o falecido marido e patriarca da família Bridgerton. Mas a maneira que Violet busca pretendente para seus filhos não é tão bem visto pelos os próprios, principalmente pela sua filha mais velha, Daphne Bridgerton que atualmente é a sua “vítima”.


Daphne Bridgerton é a mais velha das mulheres da família, está com em torno dos 22 anos, e sua segunda temporada, naquela época quando a moça debutava na sociedade, ela estava apta também a ser cortejada para conseguir um marido com um bom título e estável financeiramente. Aliado a isso a moça tinha uma determinada idade para alcançar esse objetivo, se passasse dos 24 anos já podia ser considerada solteira e fora do mercado casamenteiro, e Daphne estava no seu tempo limite...


... Devido a isso Violet estava ansiosa para um casamento para filha, a própria Daphne tinha intenção de casar e ter vários filhos como era sua família, mas o método sobre pressão da mãe a estava torturando, não aguentava  todos os bailes e ser apresentada para uma infinidade de pretendentes, todos devidamente escritos na lista que Violet entregava aos seus filhos, como escrevi os “filhos”, já que nem os homens escapavam das listas da mãe.


Em contrapartida, conhecemos Simon Basset, o Duque de Hastings, título herdado após o falecimento de seu pai, o qual não tinha um bom relacionamento, devido há vários fatores durante a infância, já que Simon perdeu a mãe ao nascer, e teve uma infância solitária, um pai ausente que o visitava esporadicamente, e que praticamente o abandonou quando viu um problema no filho.






























































Oposto a Daphne, Simon não queria casar e nem ter filhos, mesmo sendo avisado pelo seu amigo Anthony (irmão de Daphne) devido o título não iria faltar pretendentes, Simon não acreditava que alguma moça de família quisesse ser ligada a ele, devido a sua fama nos tempos de faculdade de ser um grande libertino, fama erroneamente atribuída a ele, pois era como qualquer outro homem na época, mas todo mistérios envolvendo Simon e o distanciamento do próprio pai e o seu problema pessoal, o tornaram uma pessoa não muito sociável de poucos amigos, o que aumentou as suposições e fofocas em torno da sua personalidade.


Durante o baile da Lady Danbury, uma senhora que tem alguns “modos desagradáveis”, digamos “sincera” demais. Porém Simon tem um carinho especial por ela ter sido muito carinhosa com ele durante a infância nas vezes que frequentava sua propriedade (leia mais em Curiosidades).  Nesse baile ocorre o primeiro encontro de Daphne e Simon...

"- Sra. Featherington – chamou uma voz aguda e imperiosa que devia pertencer a Lady Danbury -, está perturbando o duque?
Simon queria responder que sim, mas a lembrança do rosto mortificado de Penelope fez com que com que murmurasse.
- Claro que não.
Lady Danbury ergueu uma sobrancelha ao virar a cabeça lentamente para ele.
- Mentiroso.
Então se virou para a Sra. Featherington, que ficara vermelha de vergonha. Ela não disse nada. Lady Danbury também não. Finalmente, a primeira resmungou alguma coisa sobre ter visto uma prima, agarrou as três filhas e saiu correndo.
Simon cruzou os braços, mas não conseguiu manter de todo a fisionomia séria.
- Isso não foi muito gentil de sua parte – ralhou ele.
- Ora essa. Ela é uma cabeça de vento, assim como as filhas. Exceto talvez, pela feiosinha mais jovem. – Lady Danbury balançou a cabeça. – Se ao menos a vestissem numa cor diferente...
Simon tentou conter uma risada, sem sucesso.
- A senhora nunca aprendeu a cuidar da própria vida, não é?
- Nunca. E qual seria a graça? – Ele percebeu que ela queria evitar sorrir mas não foi capaz. – E quanto a você, meu rapaz – continuou -, é um péssimo convidado. Era de esperar que fosse educado o suficiente para, a essa altura, já ter cumprimentado a anfitriã.
- A senhora estava sempre cercada por seus admiradores para que eu sequer ousasse me aproximar.
- Que lisonjeiro – disse ela.
(...)
- Aquele Bridgerton seu amigo está vindo aí – informou ela.
(...) Anthony se aproximou deles e não havia se passado nem um segundo quando Lady Danbury o chamou de covarde.
Anthony piscou.
- Como?
- Podia ter vindo até aqui para salvar seu amigo do quarteto Featherington há eras.
- Mas eu estava gostando demais da aflição dele. – justificou ele.
- Humpf. – E sem dizer mais nada (ou sem emitir outra bufada), ela se afastou.
- Que velha estranha – comentou Anthony. – Eu não me surpreenderia se fosse ela a maldita Whistledown."

Simon “salva” Daphne de um infortúnio com um possível pretendente... Simon se vê atraído pelo espírito audacioso e bem humorado de Daphne, o que impediu de Simon dar vazão atração foi descobrir que ela era irmã do seu melhor amigo Anthony.


Mas devido essa amizade do irmão de Daphne eles irão se encontrar novamente, porém ambos têm suas devidas experiências no setor casamenteiro no decorrer do baile. Simon fugindo a perseguição das mães e de suas filhas, enquanto Daphne desconfortável pela legião de pretendentes que Violet a obriga a conhecer...


Então ambos para fugir do “purgatório” decidem fingir interesse um no outro, enquanto para Simon significa ter paz das “marias lordes”, para Daphne é uma oportunidade de ser assediadas pelos cavalheiros, sem a pressão da mãe, já que na época quando um lorde com um título respeitável mostrava interesse em alguma moça, isso atraia atenção de outros homens para ela.


Porém a convivência com Daphne e a sua família, amolece um pouco do duro coração de Simon, que viveu uma vida solitária, mas o mesmo assim ele continua decidido não casar e não ter filhos, mas ao mesmo tempo o ciúme por Daphne começa a perturbar Simon.


Depois de uma indiscrição do casal, Simon vê obrigado a casar com Daphne, porém ele percebe ao mesmo tempo em que nega o casamento, é o que mais deseja, mas teme que seu problema seja descoberto por Daphne e o real motivo de não querer ter filhos venha prejudicar sua relação com Daphne.


Julia Quinn nos mostrou um casal completamente antagônico, enquanto Daphne vem de uma família numerosa e deseja casar e ter filhos, ao contrário de Simon que teve uma infância solitária, e com vários traumas principalmente em relação ao pai que o fez tomar decisão de nunca casar e muitos menos filhos.


Porém a autora mostra que o convívio com Daphne o transforma, mas as marcas do passado são tão dolorosas que mesmo ao amor que ele sente por ela, não consegue libertar da sua obstinação, e com isso renegar a própria felicidade.


No decorrer da narrativa, vimos uma evolução no relacionamento do casal, Daphne mostrou uma pessoa de atitude, desde lutar pelo relacionamento mesmo não tendo certeza do amor de Simon por ela, a autora demonstrou o aprendizado de ambos os lados.


Daphne perdeu um pouco da sua ingenuidade e até da falta de conhecimento em vários assuntos, como o sexo, a autora nessa parte foi de hilária ao sensual. Uma parte com bastante humor por parte da conversa de Violet com a filha explicando a relação sexual, ou melhor, tentando...


... E a primeira noite de Daphne e Simon, que rendeu boas risadas da falta de conhecimento de Daphne nesse assunto e nessa parte tem até um trecho onde há uma crítica a falta de informação que as meninas tinham em relação ao sexo.

E como todas as narrativas de Quinn, ela consegue através dos diálogos,  mostrar um humor bastante sensual, aliado a isso um romantismo sem pieguice,  e a descrição de cenas sensuais sem vulgaridade.


E Quinn traz algumas inovações que não vimos em outros livros do gênero, e que é o um dos pontos altos de humor do livro, e a fofoqueira, ou melhor autora, ou em algumas traduções, a colunista, Lady Whistledown, que coloca a sociedade em polvorosa revelando segredos e fatos de uma maneira bastante sarcástica, que a cada inicio de capitulo informa também ao leitor o que acontecerá  no próximo capítulo ou um resumo do capítulo anterior.


E parodiando Lady Whistledown...

Ah, gentis leitores... realmente  a autora Julia Quinn tem motivos de ser comparada a eterna diva de romances de época, Jane Austen, pois mostra através de uma narrativa enganosamente simples e romântica, vários detalhes complexos e profundos.

Por exemplo... as decisões de Simon, pode ser ambígua de ser forma... se todas suas decisões é para atingir o pai ou se ele mesmo devido as atitudes do pai não sente merecedor de ter uma família, ou até pelo medo do seu problema atingir um filho???? A autora mostra várias possibilidades, até mesmo a tentativa de aproximação do pai na fase adulta, depois que Simon se tornou um homem reconhecido, foi motivo por sentimentos ou puramente orgulho? Ou se o pai de Simon o renegou propriamente pelo defeito de Simon, ou se nunca teve amor de pai para filho, Simon foi simplesmente uma espécie de objeto para herdar um título?


Oposto a isso Daphne, que pode até passar por ingênua e inexperiente, porque viu um casamento dos pais por amor, viveu numa família carinhosa, diferente de Simon que sempre presenciou o lado ruim de uma família, mas ao mesmo tempo é muito experiente que Daphne, já por ser homem tinha mais liberdade.

E mesmo com toda a inexperiência de Daphne, foi ela que realmente ensinou a Simon a se enxergar, e com isso a autora nos mostrou que Daphne só era ingênua na parte sexual, porém em matéria de vida nem toda a liberdade e experiência de Simon foi capaz de fazer ver seus reais problemas.

Além de todos os personagens terem seu espaço na narrativa, ao mesmo tempo o leitor fica conhecendo os personagens dos próximos livros, e também um intrigante mistérios, quem é Lady Whistledown?

Todo mundo adquiri seu jornal para lerem a coluna, e cada vez mais intriga a sociedade para descobrir a real identidade da colunista, o que é um mistério até para o leitor, tem vários suspeitos ou suspeitas, teremos que aguardar os próximos livros para saber a identidade da sarcástica fofoqueira.


Realmente Julia Quinn é uma autora fantástica, que consegue equilibrar dramaticidade, romantismo e humor harmonicamente deixando a leitura deliciosa e prazerosa que vicia qualquer tipo de leitor.






Curiosidade 1
A autora Julia Quinn teve três livros lançados no Brasil pela Editora Nova Cultural, um desses livros é História de um Grande Amor (The Secrets Diaries of Miss Miranda Cheever) publicado em 2008 no Brasil, sendo o primeiro livro da série intitulada Bevelstoke, porém o resto da série não foi lançado no Brasil.

Curiosidade 2
O livro História de um Grande Amor foi nomeado o Melhor  Histórico Regencial  de 2008 no RITA Awards (premiação dada para Escritores de Romance da América  é o maior prêmio na ficção romance). 

Curiosidade 3
Outro livro publicado pela Editora Nova Cultural foi Como Casar com um Marquês  no ano de 2001, é o segundo livro de uma série intitulada Agentes da Coroa (Agents of the Crown) uma série de apenas dois livros, e o primeiro não foi lançado no Brasil.

Curiosidade 4
A Lady Danbury, a anfitriã da primeira festa que aparece no livro, que usa bengala e a “rainha da franqueza” ela é praticamente a protagonista do livro Como Casar com um Marquês, nesse livro ela é a tia do personagem masculino principal, e já temos uma prévia da personalidade da Lady Danbury.

Curiosidade 5
É interessante a leitura de Como Casar com um Marquês  por questão de curiosidade e conhecer um pouco mais Lady Danbury. Mas infelizmente a editora cortou muito da história do livro, para terem uma ideia o livro original tem 375 páginas, e no Brasil em formato de banca tem 239 páginas, mas ao mesmo tempo é uma leitura bastante divertida somente como Julia Quinn sabe escrever, ao mesmo tempo devido os cortes a narrativa do livro foi prejudicada.

Curiosidade 6
Um aspecto interessante é que “Como Casar com um Marquês” foi publicado em 1999, um ano antes de O Duque e Eu, que foi publicado em 2000. Porém a narrativa de Como Casar com um Marquês se passa em 1815 em quanto O Duque e Eu no ano de 1813. Isso quer dizer que Lady Danbury não tinha aprontando ainda com seu sobrinho, o Marquês de Riverdale (o qual é citado por Simon no livro O Duque e Eu).

Curiosidade 7
Invadindo o site da Julia Quinn, descobri que a autora selecionou uma trilha sonora para cenas e personagens dos livros, no caso do livro O Duque e Eu, essa listada abaixo:
  • "Take My Hand" by Dido
I love this song. There is something about the relentless beat under the soaring melody that seems so urgent. It's a surprisingly good song to exercise to! And I love the image of Simon taking Daphne's hand and letting her help him heal.

Tradução
"Take My Hand" por Dido
Eu amo essa música. Há algo sobre o ritmo implacável sob a melodia crescente que parece tão urgente. É uma surpresa boa música para exercer a! E eu amo a imagem de Simon tomando a mão de Daphne e deixá-la ajudá-lo a se curar.

  • "Mouth" by Merril Bainbridge
This song fits for so many reasons! Sometimes I feel it is Daphne (minus the part about being famous on TV.)

Tradução
"Mouth" por Merril Bainbridge
Esta canção se encaixa para muitos motivos! Às vezes eu sinto que é Daphne (menos a parte de ser famosa na TV.)

  • "God Only Knows" by the Beach Boys
This song makes me tingle. Somehow the emotion really fits the book.

Tradução
"God Only Knows" dos Beach Boys
Esta canção me faz formigar. De alguma forma, a emoção realmente se encaixa o livro.

  • "Pretty in Pink" by Psychedelic Furs
I don't care how many pink covers I get for my books--The Duke and I will always be my Pink Book!

Tradução

"Pretty in Pink" por Psychedelic Furs
não me importa quantos rosa cobre recebo para meus livros - O duque e eu sempre será meu Livro Rosa!

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LANÇAMENTO DE AGOSTO

O visconde que me amava
Julia Quinn


Ficção • R$ 29,90 • 304 páginas
ISBN e EAN: 978-85-8041-197-3
16 x 23 cm • 12.000 exemplares
Lançamento: 15/8

Julia Quinn é considerada a Jane Austen contemporânea.

A série Os Bridgertons já vendeu 3,5 milhões de livros no mundo.

O visconde que me amava é a sequência de O duque e eu, da série Os Bridgertons.

Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso que resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.

Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal, mas, para levá-la ao altar, terá primeiro que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.

13 comentários

  1. Meu Deus,resenha de tirar o fôlego.... se eu já não fosse apaixonada pela série e pela autora me apaixonava agora mesmo!!!

    PERFEITA!!

    Eu adoro essa família e esse livro é fofo e divertido...

    #Suspiros

    bjsss

    Bianca

    http://www.apaixonadasporlivros.com.br/

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  2. Eu amei este livro! Eu ainda não conhecia o trabalho da Julia Quinn, e simplesmente me apaixonei por sua escrita espirituosa, inteligente e de uma sensibilidade ímpar.
    Com certeza a Arqueiro conquistou meu coração quando decidiu lançar estes romances de época e teve muito bom gosto na escolha das autoras.
    Linda resenha como sempre!
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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  3. Eu amo este livro. Li a primeira vez na versão mutilada da NC e para mim foi um enorme prazer poder tê-lo em minhas mãos e ler a história sem cortes. Estou ansiosa pelos próximos.


    Bj

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  4. Oi Pá!
    Eu devorei o livro! Como já sabe, eu não conhecia os livros da Julia o.O
    Agora, são os meus favoritos kkkk
    E vamos aguardar o próximo lançamento!
    Bjs!

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  5. Mais uma resenha maravilhosa... Eu como fã de Austen adorei esse livro... Várias coisas me remeteram aos livros de Austen... Como vc falou, a Austen contemporânea! Eu adorei! E Lady Whistledown? Acho que vamos nos surpreender... Eu gostei muito de Simon... Acho que dos três históricos ele é o mocinho por quem eu mais me apaixonei... Adorei a resenha e principalmente as curiosidades! Ansiosa por ler o segundo livro!

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  6. Dona Patricia sempre me surpreendendo!!
    Não sei como você consegue, mas me encanta mais em cada resenha que escreve...Adoro ler cada detalhe contado, porque você diz tudo sem dizer nada...dá uma vontade de ler o livro...isso é um dom! Acredite, amiga! *-*
    Amo suas montagens!!!
    E se esse livro já estava na minha lista, agora vai ganhar prioridade!!!

    Beijos!!!

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  7. O que falar deste livro depois de uma resenha assim???????

    "Me apaixonei de novo" como diz um lindo cantor nativista, bem ao estilo do rio grande...

    Simon é o mocinho perfeito, lindo, divertido, amigo, carinhoso... aff... E a Daphne é aquele tipo de mocinha voluntariosa, que desafia as convenções e que deixa a gente torcendo do início ao fim da história. Ler esse livro não tem preço!

    Amei Paty!

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  8. Parabéns pela resenha Pati! Estou ansiosa para ler O Duque e Eu! Parece ser um livro belíssimo! Beijo!

    www.newsnessa.com

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  9. Li o livro e amei. Gostaria de assistir a série desses livros.

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  10. Fiquei tão encantada com esta resenha! Me surpreendi com os trechos tão maravilhosos e depois disso só tenho a dizer que pre-ci-so conhecer a narrativa da Julia Quinn. Eu, particularmente, adoro livros com o enfoque em membros de uma família, no entanto é preciso que tenha interação entre os integrantes - o que ocorre aqui! -.
    Eu achei tão interessante a existência da colunista Lady Whistledown que, com certeza, vou me divertir com ela. Assim como os personagens principais parecem ter muuuuuita química.
    Parabéns pela resenha Patricia, me deixou completamente envolvida com a história e louca para lê-la. Ah, e obrigada pelas curiosidades, eu provavelmente não tomaria conhecimento de tais fatos. :)

    Beijocas,
    Samy Aquino

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  11. Adorei a resenha ,completíssima como nenhuma outra que li ,meus parabéns,adoro resenhas longas e curiosidades sobre livros e autoras.
    http://leiturasdamary.blogspot.com.br/

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  12. Amo de paixão essa série! Julia Quinn virou a minha escritora de romance de época favorita... É impossível não se apaixonar pelos Bridgertons! Daphne e Simon são muito lindos e tem uma química perfeita.

    Visitem meu blog, resenhas, dicas e indicações de livros, filmes, séries e muito mais...
    https://manualinvertido.wordpress.com

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  13. acho que uma musica que combina perfeitamente com O duque e eu é : Love me like you do... vcs tem que ver a tradução é perfeita para Daphne e Simon *-*

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