RESENHA: UM PERFEITO CAVALHEIRO (OS BRIDGERTONS #3) - JULIA QUINN

sábado, 14 de junho de 2014


Título Original: An Offer from a Gentleman
Tradução:  Cássia Zanon
Páginas: 304
Formato:  16 x 23 cm
Peso:  360 g
Acabamento:  brochura
Lançamento:  03/02/2014
ISBN:  9788580412383
EAN:  9788580412383
Preço:  R$ 29,90
Preço E-Book:  R$ 19,90
Leia um trecho: clique aqui

“Julia Quinn é uma contadora de histórias perfeita.” – Publishers Weekly

Sinopse: Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse parece um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, ela é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu.

Uma noite, porém, ela consegue entrar às escondidas no aguardado baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhece o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles.

Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres.

O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois. Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível.

Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. Nesta deliciosa releitura de Cinderela, Julia Quinn comprova mais uma vez seu talento como escritora romântica. 




Sabem aquela história de infância que depois da meia-noite a carruagem vira abóbora????

O livro Um Perfeito Cavalheiro, terceiro livro da série Os Bridgertons, a autora Julia Quinn faz um releitura diferenciada do conto de fadas, a Cinderela. Não temos bichinhos falantes, nem fada madrinha e muitos menos sapatinhos de cristal, mas talvez um príncipe...


Era uma vez...
Benedict Bridgerton, segundo filho de uma família de 8 irmãos, e diferente tanto do desenho quanto o filme, no qual o pai pressionava-o arranjar uma princesa, no caso do pobre Benedict, era a incansável matriarca da família, Violet Benedict que o atormentava em arranjar uma moça de boa família para casar. Após o casamento do primogênito, o alvo no título de “marido do ano”, era dele.


Durante um baile de máscaras promovido pela sua mãe, ele fica fascinado por uma moça, bastante misteriosa, não revelou o nome, e não deu muitas informações, mesmo assim foi uma noite inesquecível, e mesmo depois dela fugir quando o relógio marcou meia-noite, e com objeto que ela deixou para trás, ele tentou de todas as maneiras encontrá-la, porém sem muito êxito.


Igualmente para essa moça a noite também foi inesquecível, mas Sophie Beckett era obrigada a voltar pra casa antes da meia-noite, não com medo de virar abóbora, mas sim de ser pega pela madrasta e as meia irmãs que podiam chegar do baile e pegá-la com roupas elegantes.


Sophie era filha ilegítima do sexto  conde de Penwood, levou para morar com ele após a morte da mãe, e mesmo não reconhecendo como filha, todos da casa sabiam da ligação de parentesco entre dois. Mas um dia ele casou novamente com Araminta (vencedora do título de “má-drasta do ano”) que tinha duas filhas Rosamund e Posy. E ela nunca gostou de que Sophie convivesse de igual com suas filhas, mas por imposição ela concordou, até a morte do próprio, e depois disso a vida da Sophie se transformou num inferno...


E no baile junto com Benedict ela teve seu momento de felicidade depois de anos solidão, mas depois do baile a vida de Sophie irá mudar novamente, infelizmente não pra melhor... e sim irá sofrer mais um pouco, até encontrar Benedict que a salva de uma situação perturbadora, mas para decepção de Sophie ele não a reconhece.


Benedict mesmo não reconhecendo a moça do baile na qual ele ficou obcecado por  meses atrás dela, ele resolve ajudá-la, prometendo um emprego na casa de sua mãe, porém eles começam a se conhecer melhor...


Sophie mesmo assumindo a postura de uma simples empregada, porém a maneira de falar e se comportar devido sua boa educação, confundem e instigam Benedict a conhecer melhor , e essa convivência tem momentos bastante divertidos e românticos, mas devido a posição social dela, ele não pode assumir o relacionamento sério, só poderá tê-la se for sua amante...


Porém Sophie nega tal posição, ela tem consciência que não pode casar com ele,  mas amante ela também não seria, porém Benedict não irá desistir, e mesmo ela trabalhando na casa dos Bridgertons, e protegida pela Violet.


Sophie pela primeira vez encontra um pouco de amor e carinho, quando a família Bridgerton a recebe não como uma emprega, mas como igual, e mesmo com a pressão de Benedict para definir sua relação, a vida de Sophie estava tranquila até que...


O pouco de tranquilidade que ela teve na casa dos Bridgertons irá desmoronar, principalmente depois de passar a noite com Benedict, e o segredo  for revelado , e para piorar se é que pode piorar, sua madrasta aparece no caminho dela novamente.


Conclusão

Os livros da Julia Quinn sempre têm alguma situação emocionante, casais antagônicos que se apaixonam depois de resolverem suas diferenças, muito humor e romance. As únicas características que permaneceram foram as duas últimas, porém o resto...


Primeiro teve uma forte carga dramática, Sophie sofreu bastante nesse livro, desde o desamor do pai, e o jeito que a madrasta a tratava, a única amiga que ela teve foi Posy, a filha que Araminta menosprezava. Tem uma cena que foi bem emotiva, foi à despedida dela  e da Violet.


Outro detalhe que o casal desse livro, é que foram as semelhanças fizeram eles se apaixonar, e não  diferenças como dos dois primeiros livros. Tanto Benedict quanto Sophie, mesmo com todos os percalços da vida,  eles eram sensíveis, puros e sem receios de seus sentimentos.

Antes que vocês pensem que o livro é um drama, pelo contrário, tem essas partes delicadas, mas também tem partes recheadas de humor que dão um equilibro ao livro. Uma das partes hilárias, cito duas: “Atirar um toco de vela a distância”, “E a pesquisa acadêmica de Sophie no lado” e quase no final do livro, o diálogo “Benedict com problemas de fuso horário, sete virou nove, que virou onze e por aí vai...”.


Julia Quinn conseguiu fazer uma releitura da Cinderela bastante original, podemos dizer que ela melhorou alguns pontos em relação às outras releituras do conto de fadas, se assemelha bastante com o filme Para Sempre Cinderela (veja o trailer no final da postagem) do que o desejo Cinderela. E depois da leitura com toda certeza irão assistir o desenho e o filme.

Próximo livro é com o terrível Colin Bridgerton (confira a capa e a previsão de lançamento no final da postagem), que promete muitas batalhas verbais com Penelope Featherington, principalmente depois do que aconteceu...



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História da Cinderela

Cinderela é um dos contos de fadas mais populares da Humanidade.

Sua origem tem diferentes versões. A versão mais conhecida é a do escritor francês Charles Perrault, de 1697, baseada num conto italiano popular chamado La gatta cenerentola ("A gata borralheira"). A mais antiga é originária da China, por volta de 860 a.C.. Existe também a dos Irmãos Grimm, semelhante à de Charles Perrault. Nesta, porém, não há a figura da fada-madrinha e quem favorece a realização do desejo de ir ao baile são os pombos e a árvore. Neste caso, Cinderela sabe palavras mágicas, usadas no imperativo, que auxiliam na transformação de seu pedido em realidade. No final, as irmãs malvadas ficam cegas ao terem seus olhos furados por pombos. Segundo outras versões a figura da fada madrinha na verdade é o espírito da falecida mãe da própria protagonista que trazia um vestido do céu para Cinderela usar no baile.

Psicanalistas veem na história de Cinderela muito mais do que uma simples trama romântica. Por ter origem atemporal e ter surgido em várias civilizações diferentes, a trajetória da protagonista traduziria uma espécie de arquétipo fundamental, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior. A literatura e o cinema, cientes disso, utilizaram-se de seu arco dramático para o desenvolvimento de inúmeras outras obras de apelo popular. Além das animações de Walt Disney - que sempre buscaram inspiração nos contos de fadas - merece destaque o filme Uma linda mulher, protagonizado por Julia Roberts, e que foi sucesso de bilheteria nos anos 1990.

Cinderela era filha de um comerciante rico. Depois que seu pai morreu , sua madrasta tomou conta da casa que era de Cinderela. Cinderela então, passou a viver com sua madrasta malvada, junto de suas duas filhas que tinham inveja da beleza de Cinderela e transformaram-na em uma serviçal. Ela tinha de fazer todos os serviços domésticos e ainda era alvo de deboches e malvadezas. Seu refúgio era o quarto no sótão da sua própria casa e seus únicos amigos: os animais da floresta. 

Um belo dia, é anunciado que o Rei realizará um baile para que o príncipe escolha sua esposa dentre todas as moças do reino. No convite, distribuído a todos os cidadãos, havia o aviso de que todas as moças deveriam comparecer ao Baile promovido pelo Rei.

A madrasta de Cinderela sabia que ela era a mais bonita da região, então disse que ela não poderia ir porque não tinha um vestido apropriado para a ocasião. Cinderela, então, costurou um vestido com a ajuda de seus amigos da floresta. Passarinhos, ratinhos e esquilos a ajudaram a fazer um vestido de retalhos, mas muito bonito. Porém, a madrasta não queria que Cinderela comparecesse ao baile de forma alguma, pois sua beleza impediria que o príncipe se interessasse por suas duas filhas. Sendo assim, ela e as filhas rasgaram o vestido, dizendo que não tinham autorizado Cinderela a usar os retalhos que estavam no lixo. Fizeram isso de última hora, para impedir que a moça tivesse tempo para costurar outro.

Muito triste, Cinderela foi para seu quarto no sótão e ficou à janela, olhando para o Castelo na colina. Chorou, chorou e rezou muito. De suas orações e lágrimas, surgiu sua Fada-madrinha que confortou a moça e usou de sua mágica para criar um lindo vestido para Cinderela. Também surgiu uma linda carruagem e os amiguinhos da floresta foram transformados em humanos, cocheiro e ajudantes de Cinderela. Antes de sua afilhada sair, a Fada-madrinha lhe deu um aviso: a moça deveria chegar antes da meia-noite, ou toda a mágica iria se desfazer aos olhos de todos.

Cinderela chegou à festa como uma princesa. Estava tão bonita, que não foi reconhecida a não ser pela madrasta, que passou a noite inteira dizendo para as filhas que achava conhecer a moça de algum lugar, mas não conseguia dizer de onde. O príncipe, tão logo a viu a convidou para dançar. Cinderela e o príncipe dançaram e dançaram a noite inteira. Conversaram e riram como duas almas gêmeas e logo se perceberam feitos um para o outro.

Acontece que a fada-madrinha tinha avisado que toda a magia só duraria até à meia-noite e um. Quando o relógio badalou as doze batidas e um minuto, Cinderela teve de sair correndo. Foi quando deixou um dos seus sapatinhos de cristal na escadaria. O príncipe, muito preocupado por não saber o nome da moça ou como reencontrá-la, pegou o pequeno sapatinho e saiu em sua busca no reino e em outras cidades. Muitas moças disseram ser a dona do sapatinho, mas o pé de nenhuma delas se encaixava no objeto.

Quando o príncipe bateu à porta da casa de Cinderela, a madrasta trancou a moça no sótão e deixou apenas que suas duas filhas experimentassem o sapatinho. Apesar das feiosas se esforçarem, nada do sapatinho de cristal servir. Foi quando um ajudante do príncipe viu que havia uma moça na janela do sótão da casa.

Sob as ordens do príncipe, a madrasta teve de deixar Cinderela descer. A moça então experimentou o sapatinho, mas antes mesmo que ele servisse em seus pés, o príncipe já tinha dentro do seu coração a certeza de que havia reencontrado o amor de sua vida. Cinderela e o príncipe se casaram em uma linda cerimônia, e anos depois se tornariam Rei e Rainha, famosos pelo bom coração e pelo enorme senso de justiça. Cinderela e o príncipe foram felizes para todo o sempre.

Nome e etimologia

O nome do conto provém de Cinderella, que por sua vez origina-se da palavra Cinder ("borralho", "cinza quente" em inglês) mais o sufixo feminino ella, adaptado do italiano "Cenerentola" (cinza em italiano é "cenere"). O nome então fora inventado por suas irmãs pelo fato de Cinderela estar sempre cheia de sujeira e borralho (cinza da lareira) no rosto, já que limpava a casa e nas horas vagas gostava de ficar em frente à lareira. O nome do conto é muitas vezes traduzido para A gata borralheira.

Dica de filme: Para Sempre Cinderela (1998)
(Ever After a Cinderella Story)

Diretor: Andy Tennant
Atores: Dougray Scott, Drew Barrymore, Anjelica Huston
Sinopse: O clássico conto da Gata Borralheira ganha uma nova versão, mostrando o que seria a “verdadeira” história da Cinderela. Danielle perde seu pai muito nova e é criada por uma madrasta muito má. Já crescida, ela se apaixona pelo Príncipe Henry, o que pode estragar os planos ambiciosos da madrasta.




24 comentários

  1. OMG!!!! Esse é o livro da série que mais me chamou a atenção, eu amo Cinderela e o filme que vc indicou é o meu preferido! Adorei os quotes com as fotos dos personagens e o breve resumo da história da Cinderela!

    Parabéns pela resenha, ficou linda e bem introdutiva!

    bjo bjo^^

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    1. Essa série é linda, um livro melhor que ou outro.

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  2. Adorei a resenha ficou ótima *--*

    Quero muito ler essa série \o/

    Sou apaixonada por essas capas ♥

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    1. Não vai te arrepender Luana, ela é romântica e engraçada, os personagens são maravilhosos

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  3. Essa série é linda e perfeita, vale a pena ler, álias, todos os livros dessa autora que li, são lindos.

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    1. Realmente todos os livros da autora são maravilhosos, e vamos ter um bom tempo eles publicados aqui no Brasil, depois dos Bridgertons vem as séries Bevelstoke e também o Quarteto Smithe-Smith ambos publicados pela Arqueiros

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  4. Parabéns, minha querida!
    Nunca me canso de ler algo sobre os meus RE do coração.
    Um Perfeito Cavalheiro é realmente uma linda releitura de Cinderela. Nunca curti contos de fadas, mas depois que surgiram na área A Bela e a Fera, A Princesa e o Sapo e Para Sempre Cinderela, passei a olhar esses clássicos de um jeito diferente.
    Você já leu o mito de Eros e Psique? Pois é, algumas das histórias dos contos de fada têm suas raízes neste mito, e depois que descobri isso também, agora estou à vontade para discutir essas histórias.
    Quanto ao livro da fofa da Julia Quinn, é mais um que entra na minha lista de preferidos, junto aos das minhas outras autoras amadas.
    Como digo, sempre, sou uma leitora muito volúvel: a cada romance, um novo amor na minha vida! Difícil dizer de qual gosto mais!
    Parabéns, meu anjo, pela apresentação tão bem feita desse casal tão lindo!
    Beijos

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  5. Minha mestra!!!! Quero ser igual a você quando crescer kkkkk. Obrigada pelas informações, e eu sempre curti conto de fadas kkkkk deve ser por isso que sou tão doida por romances de época, adoro sonhar... Muito obrigada pelo comentário.

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  6. Eu sempre gostei dos Contos de Fadas, dos finais felizes, e acho que é por isso que sou uma romântica incurável! Amei este livro, Sofri junto com a Sophie, fiquei com cara de boba nos momentos românticos, e chorei com o sofrimento dela, com a falta de perspectivas. Mas, também sorri e me emocionei demais com o final! Este é o meu livro favorito da série até agora. E tenho certeza que ainda terei outros favoritos, pois esta série é perfeita!
    Adorei sua resenha Patrícia. Super elaborada e bem feita como sempre!
    Bjus
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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  7. Bom nunca havia ouvido falar dessa série nem desta autora, mas me chamou um pouquinho a atenção, parece ser bom, sem aquelas coisas que se.tem nas histórias para as crianças, com magia e etc..
    Bjs
    Anny

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    1. É ótimo Anny. Romântica e divertida, já leu algum romance de época?

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  8. Eu ainda não li nenhum livro da Julia mas tenho muita curiosidade sobre eles. As pessoas estão sempre falando o quanto ela consegue captar a atenção das pessoas, e isso realmente é de chamar atenção. Para Sempre Cinderela é épico.

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    1. Você vai adorar!!!!!!! É romântico, divertido e os personagens são irresistíveis. Vai ficar viciada.

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  9. Gostei da resenha Pati. Quero muito ler este livro, principalmente por se tratar de uma releitura de Cinderela. Beijo!

    www.newsnessa.com

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  10. Quero muito ler essa série! Tem de tudo para eu amar: romance de época!! Está na minha listinha!

    Um beijo,
    Lê.

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  11. Quando comecei a ler a sinopse fiquei pensando que já tinha visto aquela história em algum lugar. kkkkkkk
    Eu gosto bastante dessas releituras de contos de fadas clássicos, e me parece que a Julia Quinn mandou super bem nesse volume. Aliás, ela está recebendo vários elogios com essa série. Espero te a oportunidade de ler algum dia.

    @_Dom_Dom

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  12. Resenha ficou muito grande rsrs .. Não li toda , porque eu quero ler e não quero ficar sabendo de nada , pois é um dos favoritas esta série rsrs ..

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  13. Nunca li nenhum livro desta autora mas pelo q sei os livros sao otimos .

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  14. Só tenho o primeiro e ainda não deu para eu ler.
    Mas quero muito, amo temática de época e romances assim... espero que eu goste bastante \o/ Esses personagens parecem ótimos e cativantes.

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  15. Adoro essas releituras dos contos de fadas, gosto de conhecer um lado diferente dos contos, ainda nao li nenhum dessa série, mas vejo muita gente comentando maravilhas dela, quero ter a oportunidade de ler logo *-*

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  16. Sempre gostei da história da Cinderela e já perdi as contas de quantas vezes assisti "Para Sempre Cinderela", "Uma linda mulher" e todas as outras versões desse conto de fadas, desde os mais antigos aos mais modernosos, com direito a Hilary Duff e tudo. hahaha Então é claro que de todos os livros dessa série, este foi o que mais me chamou atenção. Eu realmente preciso lê-lo!
    E estou tãaaaao curiosa para saber quais são as acusações que recaem sobre a Sophie, o desenvolvimento do relacionamento dela com a família Brigdertons e, principalmente, com Benedict. E vale lembrar que bailes de máscaras são sempre deliciosos!

    Beijocas,
    Samy Aquino

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  17. Adorei a associação que autora fez do conto da cinderela com o livro " Um perfeito cavalheiro" da série Bridgerton. A riqueza da narrativa faz com que você imagine todo o romance, faz nos emocionar com as personagens principais, Aliás todos os livros de Julia Quinn, tem me surpreendido e me prendido a leitura!

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