Confira as novidades da Editora Planeta

terça-feira, 22 de março de 2016


E em Fevereiro e Março foram meses bem movimentados na Planeta de Livros, olha quanta coisa boa chegou às livrarias!!
Minha lista de desejados só cresce...ai meu cofrinho!!! Mas AMO!



“Sexy, sensual e erótica... Nicole Jordan é uma verdadeira mestra no gênero.” Romantic Times Book Reviews

Ele será seu professor na arte de fazer amor, mas ela o ensinará a amar...

“Seu desejo por Vanessa não desaparecerá nem quando procurar outra companhia feminina, num esforço para esquecê-la. A crua realidade é que ele não desejava ninguém mais. Fora incapaz de perder-se de prazer como de costume. E sua inquietação, seu anseio insatisfeito, persistiam.”

“Ela abandonara a extrema cautela que mantinha em relação a ele. E ainda achava difícil manter um ar de compostura quando ele estava perto. Damien conseguia fazê-la estremecer apenas com um olhar e deixá-la sem fôlego com um simples toque.”


O Detox da Alma foi um programa apresentado por Bianca Toledo em suas redes sociais para equilibrar a espiritualidade. Exercícios diários e desafios práticos transformarão a experiência de viver. Perdoar alguém, dedicar-se a você por um dia, meditar sobre ações ruins, listar falhas e transformá-las são só algumas das atitudes propostas. Com elas, será possível receber o que tanto se deseja: felicidade e paz interior.
Assim como o corpo precisa de atividades e exercícios para a desintoxicação, nossa alma também deve permanecer leve. Afinal, saúde e o bem-estar são resultados de uma harmonia entre corpo, mente e alma. Não adianta cuidar do físico e se esquecer do espiritual. A alma precisa de atividades específicas para não se contaminar com os maus hábitos diários.

Ficção explosiva, baseada na experiência da autora no mundo das drogas.

Vi esta escritora nascer. Do pó. Das cinzas. Com que garra. Com que unha e língua.
Marina Filizola chega. A este primeiro e contundente livro. Vem. E solta o verbo. A verve raivosa. Doa a quem custar. Custe a quem doer. Não escreve mansa. A gata.
Não lambe a cria. Ninguém escapa de sua prosa. Nem ela mesma. A própria. Acaba virando objeto de seu olhar. Aguçado. Impiedoso. Bem-humorado. É uma escrita que enxerga longe. Avante. Por dentro. Há muito tempo eu não via uma contista deste jeito. Dando vexame. Viciada em monólogos ritmados. Frenéticos. Quer seja para falar da noite pauleira-paulistana. Ou para narrar o inferno que é a maternidade. Ave!
Não tem quem segure essa mãe. Antes de mais nada, mulher. Coirmã, me parece, de autoras como Ivana Arruda Leite. Bebendo – e como bebe – na mesma fonte da Rê Bordosa, personagem clássico de Angeli. Filizola é, sim. Uma figura animada. Quase uma caricatura. Um borrão no espelho. Digo aqui, é claro. De seu texto. Único. Livro este para se ler numa sentada. Essa verdadeira crônica da vida privada. E tão coletiva. Não é todo dia, repito. Em que aparece uma força assim. Na literatura brasileira.
Bem-vinda a este “mundinho”, companheira.Marcelino Freire – escritor

Primeiro livro do Crítica, selo referência nas áreas de história e ciências.
Ninguém duvida da competência de Miguel Nicolelis. A comunidade científica internacional e as principais revistas do mundo o apontam como um dos maiores ícones da neurociência da atualidade. Mas muitos o questionaram quando ele voltou para o Brasil decidido a ensinar e fazer ciência em uma das áreas mais pobres do Nordeste. Ele próprio dizia estar diante de uma utopia.O livro Made in Macaíba – a história da criação de uma utopia científico-social no ex-império dos Tapuias é uma lição de vida e de empreendedorismo de quem continua acreditando no Brasil. Nicolelis não só construiu o Campus do Cérebro, que mudou o cenário de uma enorme comunidade carente, mas vem incentivando milhares de crianças a estudar, a acreditar que as oportunidades existem para todos.
Inspirado no primeiro grande cientista brasileiro, Nicolelis quer abrir caminho para que apareçam outros Santos Dumont país afora. Resgatando a história, ele conta neste livro como isso é possível.

O que você faria se tivesse apenas doze horas de vida?

Em 12 de agosto de 2000, um acidente com um submarino nuclear russo chocou a humanidade: cento e dezoito marinheiros ficaram presos quando o submarino Kursk afundou no mar de Barents, no norte da antiga União Soviética, após duas grandes 
explosões causadas por falhas em seu sistema de lançamento de torpedos. 

Após noticiado o acidente e o naufrágio houve grande comoção da opinião pública mundial, desejosa de que fosse constituída uma operação de resgate para salvar aqueles homens. Depois de algum atraso em aceitar a ajuda ocidental e muita pressão internacional, o governo russo finalmente cedeu e navios de várias bandeiras tentaram o salvamento. Quando os primeiros mergulhadores chegaram à carcaça do submarino, contudo, não havia mais esperança, todos os tripulantes já estavam mortos. 

Após abrirem uma “janela” no casco, os mergulhadores depararam-se, inicialmente, com quatro corpos. No bolso do uniforme de um deles foi encontrada uma mensagem, uma carta que, ao contrário do que se esperava, não relatava o acidente, mas era dedicada a sua esposa.carta que, ao contrário do que se esperava, não relatava o acidente, mas era dedicada a sua esposa. 

A carta relatava a agonia dos vinte e três tripulantes que permaneceram vivos por algumas horas (ou talvez até um dia) após o naufrágio do submarino, e foi redigida por tato, revelando que os últimos momentos dos marinheiros foram passados em total escuridão. 

Este livro é uma coletânea dos ensinamentos, descobertas e emoções que poderiam estar escritos na carta, descoberta no bolso de um dos marinheiros mortos para sua esposa.

Um profundo pesar... Ashley prometeu começar uma nova vida quando voltou de Paris. Porém, os erros cometidos lá continuam a assombrá-la. Ela fechou o seu coração, convencida de que ninguém poderia perdoá-la e de que os antigos amores estavam fora de cogitação. Mas quatro pessoas improváveis – pacientes com Alzheimer, agora cuidados por ela – encontraram as rachaduras de seu interior e, lentamente, a ajudam a se recuperar. Uma tragédia... Em seguida, vem o pesadelo de 11 de Setembro. A vida da família Baxter jamais será a mesma. É o momento em que passam a se lembrar do que realmente importa na vida. É hora de tomar decisões comoventes para retomar a esperança. A benignidade... Landon Blake amou Ashley desde a adolescência, mas a mágoa de seu passado o convenceu de que ela nunca será capaz de amá-lo novamente. O bombeiro tenta aliviar a dor de sua rejeição trabalhando no resgate dos acidentados no 11 de Setembro. Será essa uma nova oportunidade, desta vez em Nova York, de manter-se longe e esquecer Ashley para sempre?... Uma história para aprender a lidar com tragédias, curar feridas e descobrir a importância de relembrar. Lembranças é o segundo de uma série de cinco livros. Nela, os autores apresentam a família Baxter, seus medos e desejos, os seus pontos fortes e fracos, suas perdas e vitórias. Uma família comum e com muito a nos ensinar sobre a vida. Cada livro mostrará conflitos de relacionamento, problemas do cotidiano das famílias, dos casais, dos filhos, suas alegrias e tristezas. Encontre a verdadeira redenção para sua vida espiritual e para os seus relacionamentos em uma das sagas ficcionais de maior sucesso dos EUA.
Um divertido romance YA que nos mostra que todos têm o potencial de mudar o mundo, mas somente alguns nasceram para realmente fazer isso.

Quando Will-C, o gato de estimação da adolescente Drue, desaparece, ela não imagina que seu sumiço tenha a ver com uma iminente revolução, tramada nos recônditos das florestas de todo o mundo. O reino animal declara guerra aos humanos que, por
séculos, destroçaram o que lhes é mais caro: o meio ambiente, o seu habitat, a sua casa.
Nesse imenso e intenso conflito de proporções globais, os pets ficam numa encruzilhada quando precisam escolher o lado a apoiar: se o dos seus donos, dos homens, ou dos seus colegas naturais, os animais.
Se o peludo e simpático Will-C tem dúvidas de que partido tomar, sua devotada e amorosa dona sabe muito bem o que precisa fazer: resgatar seu querido amigo e companheiro.


“Doçura, inteligência, graça, suavidade – lembra? Também imaginei que estivessem emextinção, mas descobri que seguem vivas nas páginas de Que ninguém nos ouça. Não que seja uma literatura para mocinhas inocentes: o assunto muitas vezes é barra. Nem Leila, nem Cris saltaram de um conto de fadas. Porém, mesmo quando confidenciam a parte trash de suas trajetórias, a delicadeza continua mantendo o tom. Amargas? Nem que quisessem. Nem que tentassem. É o único talento que elas não têm. Duas mulheres incomuns e com experiências singulares: só pelo voyeurismo consentido, já valeria dar uma espiada nessa troca de e-mails entre as duas. Porém, basta abrir a primeira página para perdermos a ilusão de que teremos algum controle sobre a leitura. É a Leila e a Cris que seguram o leitor nas mãos: fisgado e rendido, ele ficará preso até a última linha, quando então retornará à vida acreditando novamente na espécie humana.”

 “Kelley seguiu os nazistas para o presídio de Nuremberg. Suas novas ordens eram avaliar a saúde mental dos vinte e dois homens de maior escalão para se defrontar com a Justiça no julgamento vindouro. Suas experiências com os nazistas em Mondorf, e com Göring em particular, continuavam a fazer com que seus pensamentos fossem muito além das preocupações de seus deveres de oficial. Haveria uma falha mental comum a todos aqueles prisioneiros? Eles compartilhariam de um distúrbio psiquiátrico que os fizera participar das monstruosas ações do Terceiro Reich? Trabalhar entre aqueles alemães fez com que Kelley ficasse pensando se ele conseguiria responder às perguntas prementes que ocupavam seu cérebro. Talvez seu estudo científico das mentes daqueles homens pudesse identificar um fator significativo que seria útil para a prevenção da ascensão de um futuro regime nazista semelhante. A necessidade era urgente. Sem sanção oficial, Kelley estava desenvolvendo um plano para explorar os recantos psicológicos do cérebro dos líderes nazistas prisioneiros.”

A humanidade, em particular o Brasil, está em chamas devido à corrupção. Mas como ela se instala na mente humana? Todo ser humano tem vampiros mentais capazes de asfixiálo, como o orgulho, a ira, a inveja, o ciúme, a dissimulação, a ambição e a necessidade neurótica de ser o centro das atenções. Esses vampiros costumam ser imperceptíveis aos hospedeiros, embora os destruam. Este impactante romance histórico-psiquiátrico mostra como esses vampiros se alojaram na mente de um poderoso político, um líder considerado incorruptível. O homem rejeita a ideia de estar doente até deparar-se com o misterioso H, o médico da humanidade. Para diagnosticar suas fraquezas, H o leva a viajar pela história e a conhecer a formação da personalidade do sociopata Hitler, a prática da guilhotina na Revolução Francesa, a negação de Pedro a Cristo, o julgamento de Sócrates. No decorrer dessas viagens incríveis, o líder fica assombrado ao descobrir que está sangrando pelos vampiros da corrupção. AUGUSTO CURY, psiquiatra e escritor publicado em dezenas de países, cujos romances estão ganhando as telas do cinema, cria neste livro um personagem capaz de emocionar e de desmontar as maiores convicções do leitor. Prepare-se para se surpreender. Siga o autor no Facebook: facebook.com/augustocuryautor.

 A jovem Anita Delgado era bailarina na Espanha, no início do século XX, quando um marajá indiano se apaixonou por ela, lhe deu um palácio e a transformou em princesa – mas não em sua única mulher. Depois de chegar à cidade de Kapurthala sobre um elefante luxuosamente adornado, a nova princesa descobriu que aquele aparente conto de fadas não transcorreria sem o inevitável choque cultural entre dois mundos que se mostravam mais diferentes do que ela imaginava. As outras mulheres do marajá e seus súditos viam em Anita uma ameaça à tradição hindu, e a jovem, apesar de cercada de conforto e riqueza, vivia na mais completa solidão. Determinada, porém, ela se manteve no lugar que acreditava ser o seu – até seu coração começar a bater de maneira diferente. Javier Moro realizou pesquisas detalhadas, tanto na Europa quanto na Ásia, para construir uma narrativa minuciosa da relação do casal, que deu origem a um dos maiores escândalos da Índia inglesa.


Se eu pudesse viver minha vida novamente... Neste livro, Rubem Alves viaja no tempo e no espaço. Lança o olhar sobre os sonhos, sobre as perdas e ganhos, detendo-se nos pequenos detalhes que fazem toda a diferença, recorrendo a memórias ora felizes ora dolorosas, quase sempre com um toque de nostalgia que não é arrependimento, mas sim uma saudade gostosa de algo vivido em plenitude. É assim, com extrema delicadeza, que chega ao coração e à mente de cada um de nós, despertando-nos para o agora, acordando em nós o desejo de viver de forma diferente – nunca é tarde para isso! –, de aproveitar cada instante, de valorizar cada minuto, enchendo-o de beleza, de verdade, de leveza.

6 comentários

  1. Made in Macaíba <3 e O Nazista e o Psiquiatra ....só suspiro de desejo por esses dois titulos !!!

    ResponderExcluir
  2. Confesso que a nao fui atraido pelos lançamentos, mas entre os lançamentos teve um que me chamou a atenção que foi Leite em pó, achei a capa muito interessante e acredito que o livro seja bem interessante tbm.

    ResponderExcluir
  3. Oi Scheila, os lançamentos da editora que mais me chamaram a atenção foram Sedução, A ultima carta do Tenente, O Medico da Humanidade amo os livro do Augusto Cury, já coloquei todos eles na minha lista de leitura bjs.

    ResponderExcluir
  4. Gostei muito da sinopse O Reino Selvagem, parece ser uma leitura bem divertida.

    ResponderExcluir
  5. Gostei da sinopse O Reino Selvagem e Sedução, os dois parecem livros ótimos.

    ResponderExcluir
  6. Esse mês não teve tantos lançamentos que chamaram a minha atenção, mas gostei da sinopse de Sedução e de Lembrança. Beijo!

    ResponderExcluir

Deixe seu Comentário!