[CINEMA] A Bailarina

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Data de lançamento: 26 de janeiro de 2017 (1h 30min)
Direção: Eric Summer, Eric Warin
Elenco: Mel Maia, Elle Fanning, Dane DeHaan


Sinopse: Paris, 1869. Uma sonhadora menina órfã toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris para realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Lá ela decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.








E esta semana está cheia de estreias incríveis!!! Mais uma vez a convite da Espaço Z tivemos a oportunidade de conferir antecipadamente mais uma novidade que chega HOJE às telonas de todo o país.

A Bailarina conta a historia de Félicie, uma órfã inglesa que sonha em ser bailarina na Grand Opera de Paris.

A trilha sonora é marcante cativa bem o telespectador. 

A animação também nos traz uma ótima pesquisa para ambientar o filme à época que se passa, mostrando partes da história, como a construção da torre Eiffel, e a os protótipos da estatua da liberdade. Um filme para a família, que apesar de ter um tema infantil, tem boas piadas e cenas bem engraçadas, divertindo adultos também. 

Achei algumas cenas de “ação” um pouco fortes, para crianças menores. Tem uma pegada diferente das animações hollywoodianas com que estamos acostumados, mas mostra que nem só de EUA vive o cinema. 

Com reviravoltas emocionantes, cenas fofas e muitas trapalhadas, este filme mostra a que veio.


A Lauren adorou assistir A Bailarina, saiu de lá dançando e dizendo que queria ser uma bailarina. Com uma ótima mensagem para as crianças, o filme mostra que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, se tivermos garra e força de vontade, todos os sonhos podem se realizar. Vale a pena conferir!


2 comentários

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. História adorável! Norman McLaren afirmava que o cinema de animação não era a arte dos desenhos em movimento, mas a arte do movimento que é desenhado. A Bailarina é um filme de texturas luxuosas e grandiloquentes movimentos da câmera virtual, criados para realçar a grandiosidade dos cenários. O enredo possui alguns detalhes inesperados que passam por certa amoralidade nas ações de sua heroína, capaz de fingir ser outra pessoa para atingir os objetivos que ela acha que são negados por pura questão de classe. As profundas debilidades do filme aparecem quando os personagens se movem e, especialmente, quando dançam, sujeitos a movimentos que pouco lembram a leveza graciosa dos corpos na dança clássica e que, em vez disso, mostram as limitações de certa animação digital quando amarra às cadeias do algoritmo a liberdade do traço do artista artesão.

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