[RESENHA] Magnus Chase e os deuses de Asgard: o martelo de Thor - Rick Riordan - @intrinseca

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017




Aprendi uma coisa sendo filho de Frey: nem sempre era possível lutar as batalhas dos meus amigos. O melhor que eu podia fazer era estar presente para curar as feridas deles.

Atenção: essa resenha contém spoilers do livro #1: A espada do verão (confira resenha aqui)

Magnus Chase, nosso querido einherjar, filho de Frey, está de volta! Depois de recuperar a Espada de Verão, em uma luta épica com o lobo Fenrir, tudo o que Magnus mais quer é descansar em Valhala. Mas, óbvio que isso não será possível, afinal, o Martelo do deus do trovão Thor ainda está desaparecido.

O Mjölnir (ou Mimi, pros íntimos), está perdido em algum lugar dos 9 reinos. A maior preocupação do deus é que, sem seu Mjölnir, ele não poderá manter suas séries em dia (esse é o melhor martelo com conexão à tv dos reinos! Imagine só!). Ah, sim, e claro, e o martelo é o único instrumento que impede a invasão dos gigantes à Midgard, ou seja, perigo para os humanos!

Então, cabe a Magnus e seus fiéis amigos recuperarem o artefato, salvarem as séries de Thor, e impedirem que o Ragnarök aconteça. E Loki, o querido deus nórdico trapaceiro, tem um dedo no meio dessa empreitada. Ele arquitetou um plano que obriga Samirah a casar-se com o gigante Thrym, e poder enfim recuperar o martelo. Mas é aquilo que dizem as lendas asgardianas: nunca confiem em Loki!

Magnus, Heart, Blitzen, Samirah e Alex partem em uma aventura repleta de perigos iminentes, planos que nem sempre funcionam, aliados inesperados e descobertas chocantes do passado – tudo isso antes do casamento acontecer, em quatro dias!





Dando continuidade à trilogia Deuses de Asgard (os melhores deuses que vocês respeita!), o segundo volume chega repleto de aventuras, tiradas bem humoradas, personagens cativantes (e inusitados na maioria das histórias!), lições muito bem dadas e claro, muitas histórias nórdicas bem contadas – e bem sarcásticas também.

A forma como Rick satiriza os deuses... não consigo nem descrever o quanto isso me faz rir! Thor sendo um deus meio pastelão e obcecado por canais televisivos, Sif sendo toda orgulhosa e Heimdall sendo o rei da selfie, são alguns dos exemplos que surgem na história. Eles mal ajudam nas missões, mas sempre são os salvadores no final.

E eu não tenho como não, pelo menos, citar a personagem nova da aventura. Alex, filhx de Loki. Filhx, com x no final mesmo, por que o personagem é não-binário, ou seja, que não se identifica com o gênero masculino nem feminino, sendo assim, de gênero fluído. Tio Rick dando um tapa na cara da sociedade inserindo um personagem assim na trama. Não só, Alex é aquele personagem forte e carismático, que traz os melhores discursos e te motivo a ir além.

Acho que, por mais que a maioria das histórias de Rick Riordan siga aquela velha e clássica receita de bolo, elas valem a pena. E o martelo de Thor se destacou dos outros por mil e um motivos que valem mais ainda de serem apreciados. Portanto, joguem-se de cabeça em mais um livro lindo dos deuses nórdicos que nós amamos!

E preparem-se para o final meus amigos! O Navio dos mortos, último livro, vai vir com tudo! Muitos deuses, muita aventura e ainda com um possível crossover. Ansiosos? Ele chega em outubro deste ano! 



Excelente! Leia Agora!  











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