Semana da Mulher @intrinseca: Reflexões sobre maternidade, humor, carreira

quarta-feira, 8 de março de 2017


Uma das principais fronteiras na vida de uma mulher com certeza é a maternidade. 
Nem todas as mulheres sonham em ter filhos, algumas mesmo sem sonhar acabam tendo e aí o jeito é se virar e fazer o seu melhor e outras simplesmente nasceram para isso e tem a maternidade como seu sonho e missão de vida.


Independente da categoria à qual nos encaixamos o fato é, a maternidade muda tudo.
Muda o nosso corpo, a nossa mente e principalmente a nossa alma. Eu com certeza não estava preparada quando fui mãe pela primeira vez a 20 anos atrás. E novamente não estava preparada quando a 5 anos atrás fui surpreendida novamente ao saber que mais um pedaço do meu coração e da minha alma viveriam com outra pessoinha.

Equilibrar 2 vidas tão distintas, como uma adolescente e uma criança não é tarefa fácil, a carreira profissional mais do que nunca não poderia ser deixada de lado, visto que agora estaria criando 2 filhas sozinhas. 

Mas ser mulher é isso.

Investir no seu futuro pensando no futuro de seus filhos. Passar tempo de qualidade com eles, mas se empenhar cada vez mais no trabalho para crescer e conseguir segurar a peteca das contas, colocá-los numa escola melhor, dar-lhes oportunidades melhores.

Ser mulher é continuar vivendo plenamente. Ir para a balada com a filha mais velha, ser parceiras de viagens e shows. Dar opinião sobre os boys do Tinder e também brincar no parquinho com a mais nova....kkkkkkk
Assistir desenhos da Disney juntas, brincar de bonecas e ensinar um ótimo gosto musical para elas...kkkkkkkkk

Uma dica de leitura para hoje o nosso dia e que engloba com maestria o que é ser mulher com humor e sucesso.

Fernanda Gentil é repórter esportiva e uma das apresentadoras mais queridas da tevê. Conquistou milhares de fãs na cobertura da Copa do Mundo de 2014, da qual foi eleita musa. No vídeo, é uma profissional competente e divertida. De perto, é igualmente engraçada. Nas páginas de Gentil como a gente, transforma suas experiências pessoais num relato adorável.A protagonista é a Mocinha. Não é que a Mocinha seja neurótica - ela apenas pensa em todas as possibilidades. O par romântico: Momô. Não é que Momô seja avoado - ele só é do tipo que vai jogar tênis e esquece a raquete. Tem também a Nala, a cachorra que a Mocinha não gosta que chamem de cachorra. Tem o Lucas, o afilhado que é como um filho. E os 300, a gangue de amigos, quer dizer, o grupo de amigos. Essa turma, que no rolar dos capítulos vai ganhar mais um integrante, se esbarra em um apertamento, onde a sala é um pouco da cozinha e um tico da varanda.Com leveza e humor, Fernanda Gentil conta uma história de amores vivida por uma família singular e ao mesmo tempo igual à de todo mundo. Mocinha (ou Fernanda?) briga e, com a frequência de eclipses lunares, pede desculpas. Quando quer, sabe ser fofa. E mostra-se craque em entender as diferenças entre o feminino e o masculino, mata no peito, sai de impedimento, bota para escanteio e bate um bolão. Porque o que Fernanda mais quer é fazer e ser feliz. Sem firulas. Gentil. Como a gente.

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