[CINEMA] SUPREMA

segunda-feira, 11 de março de 2019


“Suprema” é baseado na vida de Ruth Bader Ginsburg, uma das primeiras mulheres a fazer parte da Suprema Corte Americana. Ela se tornou um símbolo da luta pelos direitos iguais e hoje, aos 85 anos, ainda é referência, inclusive para as gerações atuais.
 
Dirigido por Mimi Leder ("A Corrente do Bem") e protagonizado por Felicity Jones ("A Teoria de Tudo"), o filme acompanha a trajetória da então jovem advogada que, ao lado de seu marido, Marty (Armie Hammer, de "Me Chame Pelo Seu Nome"), apresenta um caso inovador ao Tribunal de Apelações dos EUA para que as leis baseadas em gênero fossem abolidas.
 
Com Kathy Bates ("Louca Obsessão") e Justin Theroux ("A Garota no Trem''), “Suprema” estreia nos cinemas brasileiros em 14 de março de 2019, com distribuição da Diamond Films.


A crítica de hoje é colaboração da nossa colunista Rafaela Duarte.

Esse filme pelo nome talvez muitos acabem pensando que é um filme feminista ou ate mesmo sem "sal", mas Suprema surpreende pelo enredo, figurino, atuações e principalmente para quem gosta de um bom filme com historia.

Nossa protagonista Ruth Bader Ginsburg interpretada super bem por Felicity Jones, juntamente com Martin Gignsburg seu marido interpretado por Armie Hammer, Mel Wulf (Justin Theroux) entre outros personagens marcantes que transformaram esse filme, mostrando ao publico que mesmo naquela época nem todas as mulheres eram submissas e lutavam por ter os mesmos direitos que os homens. 

Tudo começa em 1956 nos Estados Unidos, época em que as mulheres ainda não tinham muitos direitos e existia muita discriminação e machismo, mas não para Ruth que queria se formar em direito em Havard e contava com o apoio do seu marido Martin que também fazia direito lá e mesmo para aquela época era um homem moderno com relação aos direitos das mulheres e apoiava Ruth em tudo. Mas nem tudo é um mar de rosas e assim como milhares de mulheres, ela além de estudar, cuidar dos afazeres da casa, marido, também tinha uma filha pequena para cuidar e lidar com alguns percalços da vida doméstica. 

Ruth vê a oportunidade de serem revistas muitas leis através da situação contra um homem no caso do Sr. Charles Moritz. Como uma mulher de fibra, vê que a constituição americana fazia discriminação por gênero e começou em 1970 a luta pela igualdade. 

O filme tem uma ótima abordagem, com ação, transformando Suprema em um filme perseverante através da nossa protagonista que sempre foi muito inteligente, não se deixou intimidar em busca de seus objetivos.
Mostrando que nem todos os homens daquela época compactuavam de um mesmo pensamento retrogrado, Suprema é uma ótima opção para quem busca ver um bom filme e sair do cinema cheio de emoção.

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