[RESENHA] Sempre Teremos o Verão - Jenny Han - Intrínseca

sábado, 6 de julho de 2019

Sempre Teremos o Verão
Autora: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Páginas: 254


Da mesma autora da série Para todos os garotos que já amei A vida de Isabel Conklin é marcada pelas férias de verão. As outras estações do ano são como um intervalo, dias que passam lentamente enquanto ela espera que o sol lhe traga de volta o que mais ama: o mar, descanso, diversão e, principalmente, Conrad e Jeremiah Fisher. Os garotos da família Fisher sempre estiveram ao lado de Belly em suas aventuras. Conrad é ousado, sombrio, inteligente. Já Jeremiah, é confiável, engraçado, espontâneo. Mesmo sendo tão diferentes, os três constroem uma amizade que parece inabalável. Apenas parece. Tudo muda quando, em uma dessas férias, Conrad demonstra sentir algo por ela. O problema é que Jeremiah faz o mesmo. À medida que os anos passam, Belly sabe que precisará escolher entre os dois e encarar o inevitável: ela vai partir o coração de um deles. Na trilogia Verão, acompanhamos Belly dos 15 aos 24 anos. Em meio a descobertas e mudanças, ela se apaixona, se envolve em um triângulo amoroso, entra na universidade e descobre que amadurecer também significa tomar decisões difíceis. Primeiros romances jovens de Jenny Han, os três livros são agora relançados pela Intrínseca, com novas capas e traduções inéditas.




A Resenha de hoje e contribuição do nosso colaborador Marcelo Rodrigues.

Ai que saudades que eu estava de vocês e de falar sobre o final dessa série maravilhosa que Jenny Han nos proporcionou. Assim como o livro, 2 anos depois (Brincadeirinha, minha, do livro é sério) eu estou de volta.

Para quem leu Sem Você não é Verão, esse terceiro livro começa dando um salto no tempo e começa dois anos depois. Agora Belly e Jeremiah estão juntos, felizes e até estudam na mesma faculdade, ou seja, um grude só.


A amizade entre Belly e Taylor está se reestabelecida e se tornando novamente mais forte, como era antes. Sendo que é a garota que dá a maior força pra Belly perdoar Jeremiah depois de uma ca******da que ele cometeu no relacionamento. 
Como todo bom último capítulo de histórias de amor, essa aqui termina adivinha com o que? C-A-S-A-M-E-N-T-O. Ah, mas nem venha me dizer que estão super empolgados, porque esse casalzinho aí, é mais insonso que água de salsicha. 

Gente como é que a Belly vai casar com esse palerma do Jeremiah se o coração dela faz TURU TURU quando o Conrad passa. Obvio que como todo bom casamento permite, vai ter muita oposição de família, afinal uns acham que eles devem e outros não (Eu to nesse time aí, mas não porque o garoto não trabalha, mas porque ELA AMA O CONRAD).

Agora vocês vão conseguir entender o meu ranço com esse moleque, nessa terceira e final parte da trilogia Verão, conseguimos notar uma grande maturidade por parte da Belly, só que por um outro lado o Jeremiah desanda que nem maionese e se torna um personagem irritante, babaca e infantil ou seja, colega não tem nem como te defender, tu é um  mala.
Se um irmão virou esse pé no saco, o nosso Conrad se tornou maduro e mudou literalmente da água para o vinho.

A Dona Han teve uma audácia e tanto em fazer uma história de amor onde o triangulo amoroso principal é uma garota dividida entre dois irmãos (Eu só tinha visto isso em novela do Manoel Carlos). Se bem que, ela como autora deveria estar bem nervosa na hora de escolher entre qual irmão seria o destino de Belly (se ela não ficou, eu fiquei e bem nervoso).

Sempre Teremos o Verão é um capítulo final emocionante assim como toda a série. Além disso nos ensina como precisamos ter a nossa própria autoestima e principalmente como precisamos enfrentar as perdas de nossas vidas.  

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