[Crítica] O Telefone Preto

terça-feira, 19 de julho de 2022

 


Sobre o filme
O telefone está morto. E está tocando.

O diretor Scott Derrickson retorna às suas raízes de terror e se associa novamente à marca mais importante do gênero, Blumhouse, com um novo thriller de terror.

Finney Shaw, um menino tímido, mas inteligente, de 13 anos, é sequestrado por um assassino sádico e preso em um porão à prova de som, onde gritar é de pouca utilidade.

Quando um telefone desconectado na parede começa a tocar, Finney descobre que pode ouvir as vozes das vítimas anteriores do assassino. E eles estão determinados a garantir que o que aconteceu com eles não aconteça com Finney.

Estrelando o quatro vezes indicado ao Oscar Ethan Hawke no papel mais assustador de sua carreira e apresentando Mason Thames em seu primeiro papel no cinema, O Telefone Preto é produzido, dirigido e coescrito por Scott Derrickson, o roteirista e diretor de A Entidade, O Exorcismo de Emily Rose e Doutor Estranho da Marvel.

O roteiro do filme é de Derrickson & C. Robert Cargill (Doutor Estranho, franquia A Entidade), baseado no conto premiado de Joe Hill, de seu best-seller do New York Times, Fantasmas do Século XX. O filme é produzido pela Derrickson & Cargill’s Crooked Highway e apresentado pela Universal e Blumhouse. Jason Blum, Scott Derrickson e C. Robert Cargill são os produtores do filme, que tem como produtor executivo Ryan Turek e Christopher H. Warner.




Nesta quinta-feira (21/07/2022) o aguardado thriller de terror O Telefone Preto chega aos cinemas de todo o país. Queremos agradecer ao pessoal da EspaçoZ Marketing, GNC Cinemas do Moinhos Shopping e Universal Pictures pelo convite para conferir esse filme muito impactante, baseada na obra aclamada do escritor Joe Hill.

Ambientado aparentemente no final dos anos 70, início dos anos 80 em uma pacata cidadezinha americana, o filme O Telefone Preto acompanha a infância dos irmãos Finn e Gwen, suas amizades, dificuldades e principalmente o medo despertado em seu cotidiano, ao vivenciar sua comunidade ser abalada pelo desaparecimento de diversas crianças da vizinhança.
Apesar do mistério relacionado ao desaparecimento dos garotos, o filme é centrado nos irmãos Finn e Gwen. Em sua vida difícil, tanto em casa, quanto na escola e em suas "habilidades" que me primeiro momento são tomadas como imaginação infantil, mas que aos poucos vão fazendo sentido na narrativa.

Um a um os garotos vão desaparecendo e vamos acompanhando a tensão entre eles. Mesmo assim, o filme não é focado nessa sensação de insegurança na comunidade, muitas vezes passando uma sensação de descaso pelos adultos e sim nas duas crianças.

A ambientação favorece muito o roteiro com um suspense que nos prende do início ao fim do filme. Embora não tenhamos um número grande de "jump scares" o diretor dosou bem o sobrenatural com a personalidade dos irmãos, complementando a narrativa com momentos divertidos alternando com tensão e muita expectativa para acompanhar o desfecho em relação a sobrevivência de Finn e o que irá acontecer em relação ao sequestrador.

Praticamente toda a ação ocorre observando Finn preso e tentando desesperadamente escapar de seu cativeiro. Cada vez que o telefone toca e uma nova vítima fala com ele, os expectadores são tomados pela agonia da expectativa, assim como o desespero da criança e suas interações sobrenaturais buscando tentar sobreviver ao monstro.

Ethan Hawke está ótimo em seu papel de psicopata, mas não adianta, quem roubou a cena foram as crianças, principalmente Madeleine McGraw no papel da incansável Gwen! É revigorante ir ao cinema ver um filme de terror, eletrizante, divertido e que te envolve tanto na trama que simplesmente não vemos o tempo passar. Realmente um ótimo divertimento para todos.

Ficou curioso? Assista ao trailer e se programe para assistir!

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